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<title>Cadastro Nacional Médico - Notícias RSS</title>
<link>http://www.cadastronacionalmedico.org</link>
<description>Notícias postadas no Cadastro Nacional Médico</description>
<language>pt-BR</language>
<copyright>© Todos os direitos reservados.</copyright>

<item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>CD BLACK IN WHITE</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/244-CD-BLACK-IN-WHITE.htm</link><description>A integração de novidades tecnológicas, talento, criatividade e suor são ferramentas presentes na construção de algo novo e belo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É isto que acontece no trabalho musical de Olaf registrado no CD BLACK IN WHITE, onde constam 14 músicas em arranjos puramente instrumentais. Sete músicas são de sua autoria e as outras sete são composições de outros artistas nacionais e internacionais. Na área nacional, violonistas como Nonato Luiz e Sebastião Tapajós, bem como o multi-instrumentista Hermeto Pascoal tem obras aqui retratadas. No plano internacional, destaque para a canção Eleanor Rigby de autoria de John Lennon e Paul Mccartney, gravada pelos Beatles, no disco Revolver, no ano de 1966, arranjada e executada por Olaf com swing &quot;bossanovista&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste trabalho, ele mostra uma capacidade musical bastante peculiar. Todos os arranjos são de sua autoria. Todos os instrumentos constantes no CD foram executados por uma só pessoa: Olaf. Foi ele que fez também a produção, toda parte de engenharia, gravação, mixagem e, como se não bastasse, é dele também a fotografia e a concepção visual da capa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra marca que é muita valorizada no meio artístico, a diversidade, é fato presente em BLACK IN WHITE. Tem samba, jazz, flamenco, bossanova e rock.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Olaf é o nome artístico de Luis Olavo Oliani, paulista, médico patologista cirúrgico, responsável pelo diagnóstico e prevenção do câncer em todo Vale do São Francisco e cidades circunvizinhas no interior baiano e pernambucano. .&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde muito cedo demonstrou talento para música, mas a paixão pela medicina falou mais alto. Contudo, nunca deixou a música. Músico auto-didata, foi aos poucos, adquirindo e tirando de ouvido, sons de instrumentos como violão, guitarra, contrabaixo, viola de 10 cordas, bandolim, sintetizador, charango, bateria e vários tipos de intrumentos de percussão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O trabalho musical, ora citado, foi gravado com tecnologia digital no período de dezembro de 2010 a abril de 2011, em estúdio próprio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;object style=&quot;height: 390px; width: 640px&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/0vf0SOOCi1Q?version=3&amp;feature=player_profilepage&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/0vf0SOOCi1Q?version=3&amp;feature=player_profilepage&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;360&quot;&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;FONTE:Assessoria de Comunicação do Cremepe Por Rogério Santana&lt;&lt;/font&gt;</description><pubDate>Thu, 26 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/243-CANCELAMENTO-DA-TAXA-TELEFONICA.htm</link><description>AMIGOS. SÓ ESTOU REPASSANDO PQ TESTEI E É ISSO MESMO. NÃO CUSTA NADA DAR SEU VOTO.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
É um telefone da Camara dos Deputados. É só LIGAR e teclar a sequência de teclas informadas abaixo. Coisa séria. Isso ninguém divulga.&lt;br /&gt;
ABRAÇOS&lt;br /&gt;
Att.&lt;br /&gt;
Jorge Wilson Magalhães de Souza&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
SE CADA UM FIZER UMA LIGAÇÃO E REPASSAR PARA, PELO MENOS, MAIS CINCO PESSOAS, E ESTAS AGIREM DA MESMA FORMA, CONSEGUIREMOS, EM CURTO ESPAÇO DE TEMPO, UM NÚMERO QUE TERÁ DE SER RESPEITADO PELOS CONGRESSISTAS...!!!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A QUESTÃO NÃO É SÓ PASSAR ADIANTE, MAS LIGAR&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PARA O NÚMERO INDICADO _-&gt; (0800-619619)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CANCELAMENTO DA TAXA TELEFÔNICA de: R$ 40,37 (residencial) e R$ 56,08 (comercial) &lt;br /&gt;
Quando se trata do interesse da população, nada é divulgado. &lt;br /&gt;
Ligue 0800-619619 . Quando a secretária eletrônica atender, então digite: 1 (um) , depois novamente 1 (um) , e por fim 1 (um) novamente . Assim você votou a favor do cancelamento da taxa de telefone fixo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Projeto de Lei é o de n.º 5476 , do ano de 2001. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esse tipo de assunto NÃO é veiculado na TV ou no rádio, porque eles não têm interesse e não estão preocupados com isso. &lt;br /&gt;
Então nós é que temos de correr atrás, afinal quem paga somos nós! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O telefone a ser discado (0800-619619, de segunda à sexta-feira das 08 às 20h) é da Câmara dos Deputados Federal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Passe para frente esta mensagem para o maior número possível. LIGUE: 0800-619619 . Vamos divulgar!!! Se aprovado o projeto, passará a ser lei e, a partir de então, cada um só pagará pelas ligações efetuadas, acabando com esse roubo que é a assinatura mensal. &lt;br /&gt;
Este projeto está tramitando na &#039;COMISSÃO DE DEFESA DO CONSUMIDOR&#039;, na Câmara. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quanto mais ligar, maior a chance de ser aprovado. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NÓS BRASILEIROS AGRADECEMOS! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não adianta a gente ficar só reclamando. É preciso que cada um contribua para que possamos conseguir aprovar o que nos interessa. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quando podemos, temos que tomar alguma atitude contra os ladrões que surrupiam nossas pequenas economias... Gente, nós precisamos tomar consciência de que só a união é que  pode fazer a diferença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Envie uma cópia para TODOS OS SEUS CONTATOS!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &quot;Seja em você a mudança que quer para o mundo.&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mahatma Ghandi &lt;br /&gt;
 </description><pubDate>Tue, 03 Jan 2012 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>A polícia procura um falso médico</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/242-A-policia-procura-um-falso-medico.htm</link><description>&lt;h1&gt;A polícia procura um falso médico&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A polícia procura um falso médico que atendia, há quatro meses, emergências em ambulâncias do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), em Itanhaém, no Litoral Sul de São Paulo. A suspeita é que ele seja um enfermeiro que clona o registro profissional de médicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ele se identificava como Marcelo Alexandre Mayer e apresentava o registro no Conselho Regional de Medicina (CRM). Ele foi contratado para trabalhar como folguista pelo Samu. Quando a farsa foi descoberta, o falso médico desapareceu.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos os procedimentos feitos por ele serão revistos. “Vamos fazer uma verificação para ver se houve algum problema ou sequelas do que ele andou fazendo”, afirmou Sinésio Silveira, administrador do Samu de Itanhaém.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O enfermeiro Ricardo de Ávila, que trabalhou com o falso médico em alguns plantões, disse que ficou surpreso com a descoberta. “Ele trabalhava bem, fazia todos os procedimentos normais”, afirmou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O médico que teve o registro profissional clonado, Marcelo Alexandre Mayer, é psiquiatra em Campinas, no interior do estado, e disse esperar que o falso médico seja preso logo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A pena para esse tipo de crime pode chegar a cinco anos de cadeia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
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&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Outro caso: Falso médico é preso em Brasília &lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;object style=&quot;height: 390px; width: 640px&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/e5EWk0EnaA8?version=3&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/e5EWk0EnaA8?version=3&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;390&quot;&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Mais um caso: Foi preso o falso médico que atuava em Ponta Grossa&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;object style=&quot;height: 390px; width: 640px&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/WiTyliZ9Xls?version=3&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/WiTyliZ9Xls?version=3&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;390&quot;&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Prisão Falso Médico Carmo do Paranaíba - MG&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;object style=&quot;height: 390px; width: 640px&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/xJDfy3TN-eE?version=3&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/xJDfy3TN-eE?version=3&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;390&quot;&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Mais um falso médico é preso no Rio de Janeiro &lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;object style=&quot;height: 390px; width: 640px&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/OIqL9e3hULM?version=3&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/OIqL9e3hULM?version=3&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;390&quot;&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sun, 19 Jun 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>O Fantástico revela a farra de médicos com dinheiro público. Eles são acusados de receber salário e não trabalhar. </title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/241-O-Fantastico-revela-a-farra-de-medicos-com-dinheiro-publico.-Eles-sao-acusados-de-receber-salario-e-nao-trabalhar.-.htm</link><description>&lt;h1&gt;O Fantástico revela a farra de médicos com dinheiro público. Eles são acusados de receber salário e não trabalhar.&lt;/h1&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
E mais! O drama de quem fica sem atendimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;A Globo pega casos isolados sobre médicos e brinca com a verdade.&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Esses médicos apontados na reportagem representam menos de 0,0001% ou menos de 1 médico que &quot;não trabalha&quot; em cada 100.000 médicos que trabalham no Brasil&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cada dia mais a Globo difama os médicos de uma forma, geral e irrestrita. Criando caos na medicina brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Cadastro Nacional Médico é claro em declarar que as faltas de médicos ao trabalho devem ser apuradas e denunciadas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo se há erro um dos maiores é do Responsável Técnico (Diretor Médico do Hospital) perante o Conselho Regional que não denunciou o fato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto ou a denúncia da Globo é improcedente ou existe conivência da Direção Médica da Unidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se o fato existe deve haver uma lista com os nomes e faltas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A posição dos repórteres da Globo está se tornando &quot;fofoca de comadre&quot; interpretada de forma artística e sensacionalista pelos apresentadores do Fantástico liderados por Moças Bonitas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A chamada da Globo sobre a classe médica é enganosa, tendenciosa, mesquinha e vil.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A rede Globo é ótima e pode ficar melhor &quot;depende de nós&quot; deixarmos um mundo melhor porque somente assim honraremos a memória do Ilustríssimo e Saudoso Doutor Roberto Marinho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;object style=&quot;height: 390px; width: 640px&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/GgtxeT8i-VE?version=3&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/GgtxeT8i-VE?version=3&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;390&quot;&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;object style=&quot;height: 390px; width: 640px&quot;&gt;&lt;param name=&quot;movie&quot; value=&quot;http://www.youtube.com/v/kxN3_-c6az0?version=3&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowFullScreen&quot; value=&quot;true&quot;&gt;&lt;param name=&quot;allowScriptAccess&quot; value=&quot;always&quot;&gt;&lt;embed src=&quot;http://www.youtube.com/v/kxN3_-c6az0?version=3&quot; type=&quot;application/x-shockwave-flash&quot; allowfullscreen=&quot;true&quot; allowScriptAccess=&quot;always&quot; width=&quot;640&quot; height=&quot;390&quot;&gt;&lt;/object&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sun, 19 Jun 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>Artigos traduzidos de sites americanos sobre Doença Celíaca</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/240-Artigos-traduzidos-de-sites-americanos-sobre-Doenca-Celiaca.htm</link><description>&lt;h1&gt;Doença celíaca refratária ( espru refratário)&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Michelle Melin-Rogovin &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
University of Chicago Celiac Disease Program &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O espectro dessa condição é suficiente para causar medo nos corações de muitas pessoas que vivem com a doença celíaca, mas esse medo se baseia mais em mitos e equívocos que a ciência médica. Para aqueles que estão preocupados com o risco para o desenvolvimento de DC refratária, há muito que pode ser feito. Para aqueles que desenvolveram a doença, existem opções de tratamento e uma nova esperança no horizonte. Para começar, no entanto, devemos substituir o medo com o conhecimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esta questão tem sido objeto de grande investigação científica, e há opiniões divergentes sobre a relação entre doença celíaca e espru refratário.  No entanto, existem várias características gerais de DC refratária que os pesquisadores parecem concordar :&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) A presença da persistência de  danos  nas vilosidades do intestino delgado, que não são reparadas após a adoção da dieta livre de glúten;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Um aumento da presença intra-epitelial de linfócitos no intestino delgado;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Quadro grave de má-absorção.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os investigadores pensam na doença celíaca como o início de um espectro de condições que poderiam, por uma pequena porcentagem dos pacientes, acabar no outro extremo, a  enteropatia  associada a linfomas da célula T. A maioria das pessoas com doença celíaca responderá à dieta livre de glúten e nunca irá para a próxima fase neste espectro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas para aqueles que o fizerem, poderão sofrer alterações em seu sistema imunológico e as células que revestem o intestino delgado o que pode levar a cancêr.  O espectro de começar com doença celíaca e passar para o próximo passo seria a  falta de resposta do sistema imunológico à dieta livre de glúten, em outras palavras, espru refratário.  Então, em alguns casos, uma condição chamada jejunite ulcerativa se desenvolve e, finalmente, o forro danificado do intestino produz as células cancerosas que imitam as mutações  anormais das células do sistema imunológico. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quantas pessoas com doença celíaca são afetados por DC refratária? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em primeiro lugar, não existem casos relatados na literatura médica de DC refratária  em indivíduos com menos de 20 anos de idade. Por outro lado, o número de celíacos afetados por  DC refratária  parece ser muito pequeno. Sabemos disso porque as atuais estimativas para cancêr de intestino delgado em pessoas afetadas pela doença celíaca, como relatado na 10 ª Conferência Internacional sobre a Doença Celíaca, é inferior a 2,5%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É interessante notar que, em um estudo recente de pacientes com  doença celíaca sem resposta, o Dr. Joseph Murray e seus colegas descobriram que dos 49 pacientes avaliados, apenas 09 tiveram realmente espru refratário - 25 foram encontrados por ter contaminação de glúten na dieta.  Os sintomas mais comuns apresentados pelos pacientes que realmente tinham DC  refratária foram perda de peso, diarreia e esteatorreia, nessa ordem. &lt;br /&gt;
O que torna doença celíaca diferente do espru refratário ? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Novamente, existem vários pontos de vista médico sobre isso, mas todos os pesquisadores concordam que um marcador indica a presença de espru refratário, e não é encontrado na doença celíaca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Linfócitos Intraepiteliais  anormais (células imunes)  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os linfócitos intraepiteliais encontrados na doença celíaca têm uma aparência  normal sob o microscópio e se comportam como células do sistema imunológico normal de um celíaco (que respondem ao glúten quando ingerido).Estes linfócitos têm a capacidade de se comunicar com outras células, utilizando diferentes tipos de mensagens  celular em suas superfícies. Quando fazem o diagnóstico da doença celíaca, patologistas olham para um aumento do número de Linfócitos intra-epiteliais como uma indicação da doença celíaca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No espru refratário, porém, há um tipo diferente de linfócito intra-epitelial  que se encontra em grande número. Essa célula imunológica não parece normal, e ignora a presença ou ausência de glúten. Esse tipo de célula não tem a capacidade de se comunicar normalmente com as outras células como seria de se esperar. No entanto, ele tem a habilidade de comunicar-se com células de câncer, contribuindo para seu desenvolvimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não está claro o que causa este tipo de linfócito para desenvolver  mutação, contribuindo para o espru refratário. É possível ter espru refratário sem estes linfócitos anormais, neste caso, tratamento com esteróides geralmente resultam em resposta à dieta livre de glúten e uma reversão do quadro.  Pesquisadores franceses desenvolveram um teste para determinar se uma biópsia  modelo reflete um curso normal da doença celíaca com uma resposta lenta à dieta, ou a necessidade de mais testes porque espru refratário pode estar presente. Em parafina, o modelo pode ser manchado para determinar se há ou não as células imunitárias CD8 , uma proteína normalmente encontrada em linfócitos intraepiteliais na doença celíaca. Se for positivo, o indivíduo tem doença celíaca e está respondendo muito lentamente à dieta. Se a amostra for negativa, CD8, espru refratário pode ser o motivo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como espru refratário é diagnosticado e tratado? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Deve ser estabelecido através de uma história completa da dieta  e testes sorológicos para ver se o indivíduo está aderindo a uma dieta isenta de glúten.  Então, todas as outras doenças gastrointestinais têm de ser excluídas antes de se fazer um diagnóstico do espru refratário. Condições para ser excluído incluem insuficiência pancreática com má absorção de lactose, infestação parasitária, a intolerância às proteínas de outros alimentos, coexistindo doença inflamatória intestinal, doenças auto-imunes entre outros.  O diagnóstico deve incluir um exame chamado de enteroscopia, que é um procedimento que explora mais do intestino delgado, e muitas vezes encontra jejunite ulcerosa, um marcador de dano no DC refratário.  Além disso, porque os linfócitos anormais podem se proliferar em todo o intestino, a colonoscopia é recomendada para determinar se colite linfoide está presente.  As opções de tratamento incluem a dieta elementar (também usado em  Doença de Crohn), nutrição parenteral, esteróides total, terapias imunossupressoras como a ciclosporina, Infliximab, e em alguns casos, a quimioterapia.  As opções de tratamento dependem da extensão do espru refratário encontrado na biópsia e da natureza dos sintomas clínicos envolvidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como posso reduzir as chances de desenvolver espru refratário? &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores concordam que a maioria dos casos de DC refratária se  desenvolvem em pessoas que foram diagnosticadas tardiamente na vida ou que se recusam a  seguir a dieta completamente. Observe que não importa o quanto foi consumido de glúten nesses pacientes, eles ainda desenvolveram espru refratário. Portanto, a melhor proteção contra o desenvolvimento do espru refratário é seguir a dieta. Seja honesto com você mesmo, especialmente se você engana a você mesmo. O que você está comendo? Tem certeza de que não há uma  ótima alternativa sem glúten ?  Há  até mesmo cerveja hoje em dia, assim não descarte a sugestão de produtos sem glúten como bolos, tortas, massas, biscoitos, cookies, ou qualquer outra coisa que você esteja desejando comer. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lide com seus sentimentos também. É fácil ficar com raiva sobre como a vida é muito mais difícil para as pessoas com doença celíaca. Como tudo relacionado à alimentação, exige muito planejamento e  também  preparação e  explicação. Esses sentimentos são perfeitamente normais, mas eles não justificam trair a sua dieta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não se esqueça de  fazer visitas regulares ao seu gastroenterologista. Faça o que for preciso para manter-se saudável e livre de glúten por toda a vida. Um nível extra de proteção para os  celíacos é  fazer regularmente  o teste de anticorpos para fiscalizar o cumprimento da dieta. Fazer um simples anti-transglutaminase  seis meses após o diagnóstico, depois um ano após o diagnóstico e, em seguida, a cada ano,  para os três primeiros anos é fundamental.  Na verdade, as mais graves complicações da doença celíaca tendem a ocorrer nos primeiros três anos após o diagnóstico. Celíacos veteranos devem ter seus níveis de anticorpos verificados a cada dois anos. Enquanto espru refratário permanece uma complicação potencial para qualquer adulto com doença celíaca, a maioria dos celíacos adultos não terão que enfrentar esta situação difícil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os investigadores continuam a estudar espru refratário, a fim de compreender melhor como se comporta a condição e desenvolver novos tratamentos. Por enquanto, a melhor defesa contra esprue refratário é  viver uma vida completamente sem glúten . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
http://www.celiac.com/articles/710/1/Refractory-Sprue-by-Michelle-Melin-Rogovin-University-of-Chicago-Celiac-Disease-Program/Page1.html &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sensibilidade ao Glúten  e Depressão&lt;br /&gt;
Dra. Vikki Petersen,  Chiropractor and Certified Clinical Nutritionist &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.celiac.com  - 03/02/2009 - Aos pacientes com depressão é dito que possuem algum desequilíbrio químico. Se alguém na sua família também está deprimido, a &quot;carta do gene&quot; é jogada. &quot;Sua depressão é genética&quot;, eles dizem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tenho trabalhado com isso há mais de 20 anos e acho que os dados precedentes  são falsos. Consistentemente encontramos pacientes que sofrem de depressão e ansiedade e são sensíveis ao  glúten. Como pode um alimento causar depressão? Vamos dar uma olhada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois do aparelho digestivo, o  sistema mais comumente  afetado pelo glúten é o sistema nervoso. Pensa-se que a depressão pode ser causada pelo glúten de  duas maneiras. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A primeira  área é responsável pelas alterações inflamatórias que o glúten pode causar. Um sistema imunológico sensível  ao glúten  responde à proteína gliadina. Infelizmente, essa proteína é semelhante em estrutura a outras proteínas presentes no organismo, incluindo as do cérebro e células nervosas.Uma reatividade cruzada pode ocorrer em que o sistema imunológico &quot;confunde&quot; proteínas no organismo com  a proteína gliadina. Isso é chamado mimetismo celular, e o resultado é que o seu próprio corpo ataca os tecidos resultando em inflamação. Quando a inflamação ocorre  no cérebro e no sistema nervoso, uma variedade de sintomas pode ocorrer, incluindo a depressão. A pesquisa mostra-nos que os pacientes com sintomas que envolvem o sistema nervoso sofrem de problemas digestivos apenas em 13% do tempo. Isto é significativo porque a medicina ortodoxa associa a  sensibilidade ao  glúten quase exclusivamente a queixas digestivas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um estudo analisando o fluxo sanguíneo para o cérebro, 15 pacientes com doença celíaca não tratada foram comparados com 15 pacientes tratados com dieta isenta de glúten por um ano. Os resultados foram surpreendentes. No grupo não tratado, 73% tinham anormalidades na circulação cerebral na testagem , enquanto apenas 7% no grupo tratado apresentaram quaisquer anormalidades. Os pacientes com problemas na circulação cerebral   freqüentemente sofrem de ansiedade e depressão também. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de problemas na circulação , outra pesquisa analisa a associação entre  sensibilidade ao glúten e sua interferência na  absorção de proteínas . Especificamente, o aminoácido triptofano pode estar deficiente.  O Triptofano é uma proteína no cérebro responsável por uma sensação de bem-estar e relaxamento. Uma deficiência  dele pode estar relacionada a sentimentos de depressão e ansiedade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A nossa sociedade está muito disposta a aceitar um &quot;desequilíbrio químico&quot; como uma explicação para seus sintomas e, em vez de chegar à raiz da causa dessa condição, simplesmente engolir uma pílula - uma pílula que, no caso dos anti-depressivos pode trazer muito perigos e, por vezes,  letais efeitos colaterais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A freqüência com que temos  êxito em &quot;desligar&quot; os  pacientes  de seus anti-depressivos é considerado &quot;inacreditável&quot; para muitos médicos ortodoxos, mas  na verdade o fazemos  regularmente. Como é isso possível? Nós realmente diagnosticamos a causa da depressão. Freqüentemente o culpado é  o glúten, e em tais casos, uma dieta sem glúten é o principal caminho para a recuperação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 http://www.celiac.com/articles/21758/1/Gluten-Sensitivity-and-Depression/Page1.html &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradução: Ana Glaucia de Freitas Sena&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;A causa de danos no fígado em pessoas com Doença Celíaca&lt;/h1&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
por Roy Jamron&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tradução de Raquel Costa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Celiac.com 05/31/2006 – Eu expus anteriormente como anomalias hepáticas são altamente incidentes em pessoas com Doença Celíaca. O porque de danos ao fígado ocorrerem é desconhecido, embora a toxidade do glúten e o aumento da permeabilidade intestinal sejam sugeridas como causas. O artigo a seguir, publicado no presente numero de ‘Gastroenterology’ pode lançar alguma luz sobre a razão pela qual danos ao fígado ocorrem em celíacos. TLRs são moléculas receptoras que se encontram na superfície de muitas células que integram o sistema imunológico. TLRs identificam moléculas presentes em quadros patogênicos mas não o hospedeiro das mesmas, e quando o sistema imunológico capta essas moléculas, reações químicas são liberadas e originam uma reposta antipatogênica de caráter inflamatório. Uma classe de moléculas reconhecidas pelas TLRs e comum à maioria das bactérias patogênicas é o lipopolissacarídio (LPS). O glúten aumenta a permeabilidade intestinal nos celíacos. A ruptura da barreira intestinal permite que endotoxinas, tais como o LPS, das bactérias intestinais, alcancem a veia de entrada do fígado disparando uma resposta TLR das células imunológicas hepáticas. Substâncias inflamatórias são liberadas em cascata, numa contínua adição de mais elementos químicos que levam à inflamação e posterior lesão do fígado. Essa pode ser a causa de lesões hepáticas em celíacos. O glúten, por si mesmo, pode também disparar uma resposta imunológica do fígado. As células hepáticas de Kupffer são capazes de apresentar reação antígena às células T, juntamente com as células dendríticas do fígado, e podem iniciar uma resposta das células T ao glúten que se encontra nele. O presente artigo é sobremaneira técnico, mas discute o papel das diversas células hepáticas envolvidas no processo imunológico e como a permeabilidade intestinal e as TLRs contribuem para causar lesões hepáticas. É uma boa leitura que fornece informações valiosas sobre o fígado, que são difíceis de se encontrar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Free Full Text:&lt;br /&gt;
http://www.gastrojournal.org/article/PIIS0016508506000655/fulltext&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.celiac.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Pode a Cândida Albicans disparar o processo de Doença Celíaca?&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tradução de Raquel Costa&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 Lancet. 2003 Jun 21;361(9375):2152-4. Celiac.com 08/25/2003 – Esse interessante estudo compara uma seqüência específica de aminoácido encontrada na parede protéica da célula da Cândida a uma seqüência de aminoácido gliadina que dispara a resposta imunológica na Doença Celíaca. Os pesquisadores descobriram que as seqüências são ‘’idênticas ou altamente análogas às conhecidas células T epitopes alpha-gliadina e gamma-gliadinna relacionadas à Doença Celíaca’’ e propõe que a Cândida é o gatilho para o processo da DC. Abaixo um resumo desse estudo. ‘’A Cândida Albicans é um gatilho no processo da Doença Celíaca?’’ Nieuwenhuizen WF, Pieters RH, Knippels LM, Jansen MC, Koppelman SJ. &#039;&#039; A Doença Celíaca é uma doença auto-imune, da célula mediadora T, do intestino delgado que é induzida pela ingestão do glúten, uma proteína do trigo, aveia e centeio. Nós propomos que a Cândida Albicans é o gatilho do processo da Doença Celíaca. O virulento fator da parede protéica 1 (HWP1) da Cândida Albicans contém uma seqüência de aminoácidos que é idêntica ou altamente homologa às conhecidas células T epitopes alpha-gliadina e gamma-gliadinna relacionadas à Doença Celíaca. HWP1 é um substrato de transglutaminase e é utilizado pela Cândida Albicans para aderir ao tecido epitelial do intestino. Além disso, componentes das placas de transglutaminase e do endomísio podem agregar-se a fungos. Em decorrência, a Cândida Albicans pode funcionar como um coadjuvante que estimula a formação de anticorpos contra o HWP1 e o glúten, gerando anticorpos auto-reativos contra a transglutaminase e o endomísio. ’’&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.celiac.com &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Urticária Crônica e Doença Celíaca&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Chronic Urticaria (Hives) and Associated Celiac Disease in Children  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tradução de Ana Maria Xavier &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisadores italianos descobriram uma  ligação entre a doença celíaca e a urticária crônica. Os pesquisadores conduziram um estudo de amostragem que examinou 79 crianças com urticária crônica causada por doença celíaca, depois compararam os resultados com as 2.545 crianças saudáveis controladas, para determinar a relevância clínica de cada associação.Crianças e adolescentes que tinham crises crônicas por pelo menos 6 semanas e que não respondiam a tratamento com anti-histamínico foram usadas como tema no grupo com urticária crônica, e cada grupo foi examinado para verificar doença celíaca via anti-transglutaminase e anticorpos anti-endomísio, com confirmação feita via biópsia intestinal endoscópica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores acharam doença celíaca em 4 dos 79 no grupo de urticária crônica – um total de 5% - e em 17 dos 2,545 sob controle (0,67%).As quatro crianças suspeitas de terem doença celíaca no grupo de urticária crônica foram colocadas em dieta livre de glúten, e após 5 a 10 semanas os sintomas de urticária desapareceram completamente; enquanto levou de 5 a 9 meses para seus testes  sorológicos voltarem ao normal.Os pesquisadores então concluíram que a presença de doença celíaca em crianças com urticária crônica é significativamente mais freqüente que nas outras sob controle (ou pesquisa), e devem ser examinadas para verificar a doença que, se for achada, deve ser tratada com dieta livre de glúten. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.celic.com - tradução : Ana Maria Xavier&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Dieta livre de glúten recomendada para pacientes com Antie-domísio positivo, mas sem atrofia de vilosidades&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
GF Diet Recommended for Patients with Serum IgA Endomysial Antibodies but Normal Duodenal Villi Biopsy&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
tradução de Ana Maria Xavier &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O que significa um teste com  resultado positivo de anti-corpo endomisial se a biópsia não mostra atrofia de vilosidade? Os autores estudaram 35 pacientes nesse caso.Pela prática do autor, esses pacientes formam um total de 10% de todos os EmA positivos. Em primeiro lugar, a falta de atrofia da vilosidade não significa necessariamente uma biópsia normal: 14 pacientes tinham excesso de células inflamatórias (linfócitos), condizente com sensibilidade anormal ao glúten.Segundo, muitos desses pacientes tinham características típicas dos celíacos: 12 tinham história familiar, 5 tinham dermatite herpetiforme, 13 tinham osteopenia ou osteoporose verificada com scan DEXA. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Depois de discutir os casos, 27 pacientes optaram por fazer a dieta livre de glúten a partir da primeira biópsia e 26 destes tiveram melhora clínica.Sete dos oito pacientes que persistiram na dieta normal desenvolveram atrofia de vilosidade nas biópsias que se seguiram.Concluiu-se que resultados positivos indica sensibilidade ao glúten mesmo se a biópsia não mostra atrofia de vilosidade. Enquanto a biópsia revela-se importante como base de referencia, deve-se optar pela dieta para permitir melhoria clínica e prevenir o desenvolvimento da atrofia de vilosidade. Pode ser que não haja isso de &quot;falso positivo&quot; EmA, embora os autores enfatizem que a mesma conclusão ainda não pode ser aplicada a resultados de anticorpos transglutaminase . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.celic.com - tradução : Ana Maria Xavier&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Celiac.com 06/30/2005&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradução:  Ana Maria Xavier&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A fim de determinar se as lesões de mucosa na doença celíaca podem ter um tipo de distribuição irregular que venha a requerer mais de uma coleta de amostra para biópsia que possibilite fazer uma  diagnose mais apurada da doença,pesquisadores italianos examinaram cuidadosamente os detalhes da biópsia de 112 crianças, diagnosticadas sequencialmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as crianças pesquisadas apresentaram  resultado positivo para  anti-endomísio (EMA) ou anti-corpos tranglutaminase (tTGA), e cada uma superou uma endoscopia GI em que 4-5 biópsias foram tiradas de Treitz e/ou duodeno distal, duodeno intermediário, duodeno próximo e bulbo duodenal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todas as biópsias foram classificadas de acordo com o critério Marsh. As pesquisas diagnosticaram 110 em 112 pacientes como portadoras da doença celíaca, e nenhuma das biópsias retiradas daquelas crianças se mostraram normais.Todos os resultados deram positivo para HLA-DQ2 ou DQ  marcadores genéticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os pesquisadores concluiram que: &quot; A atrofia das mucosas está presente em 85% dos pacientes com DC e a total atrofia das vilosidades é mais frequente no duodeno distal (remoto, distante) ou duodeno próximo. Cinquenta por cento dos pacientes apresentam idêntica atrofia das vilosidades no percurso de todo o duodeno, e nenhuma das áreas duodenais estão histológicamente normais.Nas crianças geneticamente suscetíveis com sorologia positiva, o diagnóstico de doença celíaca pode ser confiável , mesmo se as biópsias não foram tomadas do duodeno distal ou do jejuno.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Fertilidade e Eventos Relacionados com a Gravidez em Mulheres com a Doença Celíaca&lt;/h1&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.docguide.com/news&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradução de Flávia Tolussi   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
Os estudos anteriores aumentaram o interesse sobre a fertilidade reduzida e  eventos adversos relacionados com a gravidez nas mulheres com doença celíaca, mas nenhum estimou a fertilidade total comparada com a população feminina geral.   &lt;br /&gt;
Métodos: Nós comparamos dados preliminares computadorizados de cuidados para 1521 mulheres com a doença celíaca com dados para 7732 mulheres de idades e práticas iguais as sem doença celíaca.  Nós estimamos taxas populacionais baseadas na fertilidade e de resultados adversos da gravidez.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Resultados: As taxas de fertilidade cruas eram 48,2 e 47,7 nascimentos vivos por 1000 pessoas por ano para mulheres com e sem doença celíaca, respectivamente (relação da taxa, 1,01;  intervalo, 0,90-1,14 da confiança de 95%).  As taxas de fertilidade específicas por idade mostraram que as mulheres com doença celíaca tiveram uma fertilidade mais baixa  quando mais nova, mas mais elevada quando mais velha; comparado com as mulheres sem doença celíaca.  Este aumento na fertilidade relativa com idade crescente apresentou-se nas mulheres que tinham doença celíaca tratada ou não.  Riscos de cezária (relação das probabilidades, 1,33;  intervalo, 1,03-1,70) e aborto de 95% (relação da taxa, 1,31;  o intervalo, 1,06-1,61 da confiança de 95%) eram moderadas,  mais elevados nas mulheres com doença celíaca, mas os riscos do nascimento ajudado, do nascimento da culatra, de pre-eclampsia, de hemorragia do pós parto, da gravidez &quot;ectopic&quot;, do &quot;stillbirth&quot;, e da terminação eram similares.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conclusões: Todas as mulheres com doença celíaca têm a fertilidade similar àquela da população feminina em geral, mas têm seus bebês em uma idade mais velha.  Embora nossas descobertas possam refletir um efeito da doença, o deslocamento da idade em taxas de fertilidade e no aumento no risco da cezária é consistente com as vantagens socioeconômicas ou educacionais das mulheres com doença celíaca. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
(Fonte: Tata LJ, Card TR, Logan RF, Hubbard RB, Smith CJ, West J.) &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Informações da Doença Celíaca&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.celiac.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradução de Flávia Tolussi &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Doença Celíaca é também conhecida como intolerância ao Glúten, é uma doença genética que afeta 1 a cada 131 americanos. Os sintomas podem variar dos “clássicos” como diarréias, perca de peso e má nutrição a sintomas latentes como a deficiência isolada de nutrientes sem sintomas gastrointestinais. A doença afeta principalmente pessoas descendentes da Europa (especialmente do norte da Europa), mas estudos recentes mostram que afeta também as populações Espanas, Negra e Asiática. As pessoas afetadas sofrem danos nas vilosidades  do intestino quando eles comem antígenos específicos e grãos (seqüência tóxica dos aminoácidos) específicos que são encontrados no trigo, centeio e na cevada. A aveia tem sido tradicionalmente considerada tóxica aos celíacos, mas estudos recentes têm mostrado o contrário. A pesquisa é contínua, entretanto devido a diversidade de sintomas, talvez ainda seja muito cedo para definir conclusões sólidas a esse respeito. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por causa da grande quantidade de sintomas que a Doença Celíaca apresenta, o diagnóstico pode ser muito difícil. Os sintomas podem variar de “fraqueza média, dor nos ossos e estomatites ( aftas)  até diarréia crônica, distensão abdominal, e perca de peso progressiva”. Se uma pessoa com essa doença continua a comer glúten, estudos têm mostrado que as chances de apresentar câncer gastrointestinal aumentarão de 40 para 100 vezes comparando com uma população normal. Mais ainda, carcinoma gastrointestinal ou linfoma aparece em 15 dos pacientes com doença celíaca não tratada ou refratária. É, portanto imperativo que a doença seja rápida e corretamente diagnosticada para que possa ser tratada o mais cedo possível. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Baseado nas informações mencionadas acima, nós podemos estimar o número total de pessoas nos Estados Unidos com a doença Celíaca: 2,18 milhões (baseado na população total de 290,356,028). É muito importante que os médicos compreendam quantas pessoas têm essa doença para que sejam feitos testes de rotina para essa doença para colocar o índice de diagnósticos na mesma linha da epidemiologia dessa doença. Os testes são muito simples e envolvem coletar o sangue do paciente para testar a antigliadina (IGA) e o anti-endomísio, e ou fazer uma biópsia nas áreas intestinais mencionadas acima, que é básico para um diagnóstico formal. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O único tratamento para a Doença celíaca é a adesão a uma estrita dieta 100% sem glúten para a vida toda. A adesão a uma dieta sem glúten pode prevenir praticamente todas as complicações causadas pela doença. Uma dieta sem glúten significa abstenção de todos os produtos que contenham trigo, centeio, e a cevada e qualquer dos seus derivados. Isso é uma tarefa muito difícil, pois existem muitas fontes escondidas do glúten encontrado nos ingredientes de muitos alimentos industrializados. Este site é desenvolvido para ajudar pessoas com a doença celíaca a serem diagnosticadas e facilitar a vida deles depois do diagnóstico.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Quem tiver mais interesse pode ler mais nas páginas do site www.celiac.com . &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;Artrite e a Doença Celíaca&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
www.celiac.com &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tradução de Flávia Tolussi &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A artrite pode ser uma resposta alérgica aos ingredientes dos alimentos.  Uma revisão da dieta pode ajudar a reduzir a atividade inflamatória da artrite e em alguns exemplos pode parar a progressão da doença.  Há muitos tipos de artrite, um grupo com problemas de juntas e desordem conectiva têm sido chamado de doença reumática.  Todas estas doenças são mediadas por imunidade, e todos são expressões da inflamação em tecidos conexivos.  A inflamação danifica junções e tecidos circunvizinhos tendo por resultado a perda da função e deformidades.  As variações nos padrões destas doenças refletem muitas possibilidades para que os danos imunes perturbem e distorçam a estrutura e a função.  A severidade varia de suavemente dolorosa, crônica à doença drástica, incapacitando os movimentos.  A artrite reumatológica, freqüentemente severa, é uma doença dominantemente reumática que pode atacar todas as junções no corpo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A artrite reumática é freqüentemente considerada uma doença auto-imune.  Nossa idéia é que nenhuma doença é gerada somente internamente e deve envolver contribuições exteriores.  A artrite é freqüentemente associada com a doença inflamatória do Bowel.  Os mecanismos de alergia do alimento ligam a função anormal do intervalo gastrointestinal (IGT) com os ataques imunes no tecido conexivo.  Em todos os pacientes com artrite, a função anormal do IGT deve ser rigorosamente analisada mediante adaptações e ajustes alimentares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Alergia simples de artrite é uma entidade definitiva que não é freqüentemente reconhecida como uma alergia do alimento. Tipicamente, um inchamento dramático, agudo, e doloroso em uma ou mais junções assimétricas.  Comendo um alimento, qualquer alimento incomum ingerido pela primeira vez ou às vezes um alimento regular comido em excesso ocasiona geralmente a inflamação nas junções.  Esta apresentação da artrite é similar e confundida freqüentemente com a gota.  Qualquer alergia ao alimento pode causar a artrite alérgica.   Alimentos  tais como o leite, os ovos, e o trigo (centeio, aveia, cevada), o café, a carne, a carne de porco, e os aditivos  são os desencadeadores mais comuns das alergias.  Carinini e Brostroff reviram os conceitos e as evidências para a artrite induzida pela alimentação e declararam:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Apesar de um interesse crescente sobre a alergia do alimento e na convicção de que muitos pacientes com artrite sofrem um agravamento de sintomas ao ingerir determinados alimentos, ainda existem muito poucos estudos científicos relacionando uma coisa a outra.  As anormalidades  gastrointestinais são encontrados geralmente na sustentação reumática da doença... Suporte para uma origem intestinal dos antígenos vêm dos estudos dos pacientes cujos  sintomas comuns melhoraram na vacância de determinados antígenos dos alimentos, e tornam-se piores ao consumi-los.  Estes incluíram pacientes com ambos os sintomas intermitentes, reumatismo palindrômico e doença mais crônica.&quot; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em um outro estudo, 33 de 45 pacientes com artrite reumatológica melhoraram significativamente em uma dieta hipoalérgica.  Os autores concluíram: &quot;os números crescentes de estudos científicos sugerem que a manipulação dietética pode ajudar ao menos a alguns pacientes reumatológicos e talvez haja necessidade de estudos mais detalhados e mais cuidadosos, de modo que os preconceitos possam ser postos de lado e papel da dieta, como um tratamento específico ou mesmo uma terapia não específica e adjunta.&quot;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, os produtos de lactose, o trigo e seus parentes próximos, aveia, cevada, e centeio, provaram ser um problema principal nas dietas de nossos pacientes.  Há muitas razões possíveis para que os grãos de cereal tornem-se patogênicos.  Os mecanismos da hipersensibilidade provocados pelas proteínas de grão, chamadas coletivamente &quot;glúten&quot;, são a causa provável das doenças relacionadas à ingestão de grãos de cereal.  O glúten é uma mistura das proteínas individuais classificadas em dois grupos, as prolaminas e as gluteinas.  A fração da prolamina do glúten nos preocupa mais quando a intolerância do grão é suspeitada.  A prolamina e a gliadina  são problemas na doença celíaca; os anticorpos de gliadina são encontrados geralmente nos complexos imunes associados com esta doença.  Recentemente, alguns grãos introduzidos no mercado, são variantes do trigo (apesar das reivindicações pelo contrário) e são prováveis de causar os problemas similares a outras variedades do trigo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um mecanismo do glúten do trigo foi estudado em pacientes com artrite reumatológica.  A observação clínica é que a ingestão do trigo é seguida, depois de algumas horas, por inchamento de juntas e dores comuns aumentadas. Little e seus colegas estudaram o mecanismo, uma vez que se tornou seqüencial depois da ingestão do glúten.  O Dr. Parke e colegas concordaram com esta explanação da relação com a artrite de gota e em seu relatório de três pacientes com doença celíaca e artrite reumatológica.  O mecanismo envolve diversos estágios:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IGT deve ser permeável às proteínas ou aos fragmentos derivados do glúten digerido. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os antígenos do alimento aparecem na corrente sanguínea e são limitados por um anticorpo específico (provavelmente de IgA ou de IgG, não de classe de IgE), dando forma a um complexo anticorpo antígeno, um complexo imune circulando (CIC).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O complexo do anticorpo antígeno ativa então o descanso da resposta imune, começando com a liberação dos mediadores - a serotonina é liberada das plaquetas do sangue.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A liberação da serotonina causa &quot;sintomas&quot; enquanto circula na corrente sanguínea e realça o deposito de CICs nas juntas dos tecidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma vez na junção, os complexos imunes ativam o complemento, que por sua vez danifica as células e ativa a inflamação.  Mais inflamações resultam em mais dor, inchamento, rigidez, e perda da mobilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A artrite é tratada geralmente com os salicilatos ou as drogas antiinflamatórias geralmente referidas como as NSAIDs.  Estas drogas aliviam a dor terrível da artrite, mas não afeta favoravelmente o resultado da doença.  Todo o medicamento para artrite pode produzir a asma ou rinite crônica e uma variedade de alergias de pele.  A irritação, o sangramento, e a ulceração da superfície gastrointestinal são problemas rotineiros dos medicamentos para a artrite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O primeiro ataque do inchamento e da dor nas juntas deve ser tratado como um problema urgente a ser resolvido.  A inflamação pode danificar as junções.  Freqüentemente NSAIDs e a fisioterapia são os únicos tratamentos prescritos. Nós vimos inúmeros pacientes, tratados apenas com o NSAIDs, que progridem rapidamente a uma doença de incapacitação severa, freqüentemente com controle precário da dor.  Em pacientes com falta de sorte, as deformidades severas das junções se acumulam nos primeiros poucos meses de ataques severos.  Há uma tendência a recomendar tratamentos mais agressivos, usando as drogas que danificam a resposta imune.  A melhor droga é prednisone, mas é usada raramente porque tem os efeitos colaterais a longo prazo que assustam os médicos e pacientes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nossa preferência é tentar parar o mais cedo possível a atividade inflamatória com revisão da dieta.  Todas as inflamações são como fogo.  Você deve sair dos extintores de incêndio e ir trabalhar.  Não importa que  padrão seja o ataque, nossa defesa padrão pode ser tentada primeiramente.  O método do programa do núcleo de revisão da dieta é usado.  O alimento é substituído com uma fórmula nutriente elementar, ENFood, por um período de limpeza de 10 a 20 dias.  O prednisone e/ou NSAIDs são opções da droga durante o período de limpeza e a dosagem é reduzida, depois que a dor e o inchaço diminuem.  A melhoria é seguida pela reintrodução lenta do alimento (veja o programa básico).  Cada alimento de retorno é selecionado com cuidado para a medir a reação da artrite e ver qual provoca efeitos.  Esperamos que a alergia do alimento seja a causa do problema e que o controle do alimento controle a doença a longo prazo.  Não se perde nada em agir dessa maneira, e o controle completo da doença pode ser obtido algumas vezes. Se o controle estrito do alimento provar ser inadequado, aí  outros tratamentos com remédios podem ser instituídos&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
FONTE: ASSOCIAÇÃO DOS CELÍACOS DO BRASIL - SEÇÃO RIO DE JANEIRO : ACELBRA-RJ</description><pubDate>Mon, 13 Jun 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>Não há desculpa para negligenciar 10 milhões de pessoas vivendo com HIV</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/239-Nao-ha-desculpa-para-negligenciar-10-milhoes-de-pessoas-vivendo-com-HIV.htm</link><description>Na Reunião de Alto Nível da ONU sobre a Aids, governos devem se comprometer a aumentar o tratamento&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt; &lt;a href=&quot;http://www.mega21.com.br/tratamentos/bioplastia.php&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/mocambique_53118_Tomas_Munita_IU_baixa.jpg&quot; width=&quot;600&quot; height=&quot;500&quot; align=&quot;center&quot; alt=&quot;AIDS&quot;  /&gt; &lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;em&gt;Menina de 9 anos soropositiva é atendida por uma médica em um hospital do governo apoiado por MSF em Chamanculo, bairro pobre da capital Maputo, em Moçambique&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  Foto: © Tomas Munita &lt;/em&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
27 de maio de 2011 - Governos de diferentes países vão se encontrar na Reunião de Alto Nível das Nações Unidas sobre a Aids em Nova Iorque, entre os dias 8 e 10 de junho, para discutir a resposta global contra a epidemia nos próximos 5 a 10 anos. Na balança, estão as vidas de 10 milhões de pessoas com necessidade urgente de tratamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Pesquisas recentes provam que o tratamento do HIV não apenas salva vidas, mas também reduz em 96% a chance de transmissão do vírus de uma pessoa para outra. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dez anos atrás, no maior encontro das Nações Unidas sobre HIV/Aids, o então secretário-geral da ONU Kofi Annan pediu um &quot;financiamento antecipado&quot; (war chest) para responder à epidemia. Na década seguinte, verificou-se uma mobilização política e financeira sem precedentes para fornecer medicamentos antirretrovirais (ARVs) a seis milhões de pessoas. Mas ainda é preciso fazer muita coisa para impedir que a epidemia se alastre. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
MSF começou a tratar HIV/Aids em 2000, e viu os efeitos positivos do tratamento em comunidades inteiras, com a redução no número de mortes e de doenças. A introdução do uso de ARVs fez com que o HIV deixasse de significar uma sentença de morte e se tornasse uma doença crônica, que pode ser controlada. Cada vez mais pessoas estão recebendo tratamento – mais de 6 milhões em países em desenvolvimento – e existem novas ferramentas, estratégias de tratamento e inovações que podem aumentar ainda mais o número de beneficiados. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro fator importante que permitiu que o aumento do tratamento para os níveis observados atualmente é o fato de que o preço dos ARVs caiu drasticamente ao longo da última década, foi de mais de 10 mil dólares, no ano de 2000, para aproximadamente 150 dólares, hoje. Esta redução de preço fez com milhões de pessoas em países em desenvolvimento tivessem acesso a medicamentos essenciais para o tratamento. A geração mais nova de ARVs tem menos efeitos adversos, o que estimula a adesão o tratamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro fator que ajudou na expansão do tratamento foi trazê-lo para perto dos pacientes, em clínicas comunitárias locais e postos de saúde. Essa medida melhorou o acesso de pessoas em comunidades rurais ao tratamento. De outra maneira, elas teriam dificuldades para conseguir tempo e dinheiro para viajar a hospitais centrais distantes. Modelos inovadores, em que pacientes são incentivados a assumir um papel ativo no seu próprio tratamento, também ajudaram a desafogar os sistemas de saúde. Além disso, reduziram a pressão em funcionários da área de saúde, que estavam sobrecarregados de trabalho, sem comprometer a qualidade do tratamento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
As lições aprendidas na última década nos mostraram como estender os cuidados médicos a pessoas em países em desenvolvimento. A Organização Mundial da Saúde agora recomenda que as pessoas recebam remédios melhor tolerados, logo na fase inicial da doença, antes de ficarem muito doentes. Esse é um passo importante na direção certa. E há mais inovações a caminho, que podem nos ajudar a alcançar uma quantidade maior de pessoas, mais facilmente. Novos medicamentos e formulações inovadoras; modos de produção de medicamentos que podem reduzir seus custos; ferramentas de diagnóstico mais simples e mais faceis de usar, para monitorar como os pacientes estão indo nos tratamentos, tudo isso fará a missão de oferecer mais tratamento algo muito mais viável. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mas isso requer vontade política, e não pode ser feito sem o financiamento de doadores internacionais e investimentos de cada país afetado. A oferta de tratamento para todas as pessoas necessitadas só será possivel se os líderes honrarem seus antigos compromissos de assumir o financiamento contínuo, e garantindo que os medicamentos sejam mais acessíveis e baratos. Os líderes também precisam apoiar políticas de estratégias efetivas de tratamento e incentivar o desenvolvimento de ferramentas e medicamentos melhores, mais baratos e mais simples de usar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda há muito o que fazer. As lições de como estender o alcance dos cuidados a mais pessoas, junto com as novas descobertas científicas que provam que o tratamento pode nos ajudar a prevenir novas infecções, nos dizem que esse é o momento de adotar metas ambiciosas de tratamento. Não há desculpa para políticos negligenciarem as 10 milhões de pessoas que vão morrer sem tratamento nos próximos anos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às vésperas da Reunião de Alto Nível das Nações Unidas, MSF está lançando uma série de cinco vídeos que ilustra como as ferramentas e modelos inovadores podem ajudar a melhorar o tratamento de HIV. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FONTE: Médicos Sem Fronteiras</description><pubDate>Mon, 13 Jun 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>Médico Rico é coisa do passado muito, muito distante...</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/238-Medico-Rico-e-coisa-do-passado-muito-muito-distante....htm</link><description>Médico com 4, 5, 6 ou mais empregos é algo rotineiro. Em geral, todos pagam mal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só assim que muitos médicos conseguem atingir a renda que ele próprio espera, bem como aquela que a própria família e a sociedade esperam de um profissional da Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa deplorável situação em que chegamos é reflexo da baixa capacidade de mobilização e do individualismo dos médicos em geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Essa história de &quot;máfia de branco&quot; e &quot;corporativismo médico&quot; é uma lenda muito bem inculcada na cabeça de alguns. Na prática isso não existe.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a ideologia reinante é a do &quot;cada um por si&quot; chegamos à situações que beiram o ridículo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Explico: recebi o e-mail abaixo com uma matéria da FENAM (Federação Nacional dos Médicos) e compartilho com vocês pois me identifiquei com os questionamentos e com a mensagem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só pra vocês terem uma idéia: o valor da hora de plantão, em valores brutos, pagos pelo hospital público onde sou concursado é de apenas R$ 36,75. Descontando a previdência e o imposto de renda sobra um valor líquido de pouco mais de 23 reais por hora trabalhada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um taxista em São Paulo pode chegar a fazer R$ 200 em uma corrida de 1 hora. Um corte de cabelo no shopping S, que leva menos de meia hora, custa R$ 58,00. Nem vou continuar as comparações pra não me chatear ainda mais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não entrei na Medicina pensando em ficar rico. Apenas em conciliar minha vocação para estudar e ajudar o próximo com o desejo de ter uma vida digna e com uma carga horária de trabalho decente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Infelizmente, tem sido comum encontrar colegas que estão trabalhando mais de 100 horas por semana para dar conta de seus objetivos materiais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não faço isso. Prefiro continuar sem carro, sem casa própria e ter como únicos bens meus livros e meu conhecimento. Aliás, muitos se esquecem de colocar cursos, congressos e livros no cálculo dos custos para ser médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em tempos de revalidação periódica dos títulos de especialista e do crescimento exponencial da quantidade de evidências científicas disponíveis em pesquisa médica, o reinvestimento contínuo na própria carreira leva uma boa parte do nosso salário...&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Felizmente, a carreira como docente renovou meu entusiasmo com a Medicina e me proporcionou mais tranquilidade do ponto de vista financeiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vou deixar vocês lerem a matéria abaixo e tirarem suas próprias conclusões.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Abs,&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CFC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
------&lt;br /&gt;
FENAM divulga piso salarial dos médicos para 2011&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É de R$ 9.188,22 o piso salarial dos médicos em 2011, para uma jornada de 20 horas semanais de trabalho. O valor, que passou a vigorar em primeiro de janeiro, é resultado da atualização monetária pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor - (INPC), do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos - (DIEESE), cujo índice acumulado em 2010 foi de 6,91%. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prezados Colegas Médicos do Brasil &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tendo em vista o piso salarial da categoria, estabelecido legalmente pela entidade representativa máxima da categoria em território nacional, venho fazer um desabafo de um colega recem-egresso da residência médica e pedir-lhes uma breve reflexão: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Se ninguém recebe o valor do PISO SALARIAL, é porque alguém aceitou trabalhar por valor inferior ao mesmo &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Um Delegado de Polícia (Civil do DF ou Federal) tem salário inicial de 15.000,00 mensais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Um Promotor de Justiça inicia a carreira ganhando 16.000,00 por mês &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
- Um Juiz de Direito não trabalha por menos de 20.000,00 de subsídio &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Todos esses profissionais acima estudam obrigatoriamente 5 anos de faculdade de Direito, não são obrigados a fazer residência médica, e recebem gratuitamente carro, secretária, material de escritório, sala, água, luz e telefone para exercerem suas atividades. Muitos deles tem motorista e celular funcional gratuitos, além de inúmeros outros benefícios, como aposentadoria integral, tempo reduzido de contribuição, regalias quanto a plano de saúde institucional, moradia subsidiada, etc.... &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Por que será que todas essas categorias tem tanto ? Em uma única palavra: UNIÃO !!! &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Policia Civil do DF tem os maiores salários do País, entretanto faz greve ou ameaça de greve todos os anos, sempre na época da sua data-base. Curiosamente, seu salário (ou subsídio, como preferem alguns), é rejustado religiosamente todo ano. Não por acaso, a cada 4 anos, um delegado é eleito Deputado Federal, e o mesmo tem como compromisso inadiável defender o reajuste (ou ataulização) anual da remuneração de sua categoria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Recebi recentemente algumas propostas RIDÍCULAS de trabalho, as quais quero citar aos nobres colegas: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1) Proposta A: Clínica de especialidades médicas, com faturamento via PJ, sobre os quais a empresa me repassaria 40% e ficaria com 60% (supostamente para cobrir custos operacionais, de faturamento, impostos, publicidade, água, luz, telefone, secretárias, material de consumo, etc....) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2) Proposta B: Clínica Ortopédica com nome já consolidado na cidade: ofereceu-me a quantia líquida de R$ 18,00 (isso mesmo DEZOITO REAIS) por paciente, argumentando que o outro ortopedista que trabalha lá marca um paciente a cada 5 minutos, ou seja 12 pacientes por hora, pois já conhece os casos e a maioria vai só para retorno, atestados e relatórios. Sugeriram-me ganhar no volume, atendendo 60 pacientes num período de 5 horas, o que me renderia 1080,00 por turno. Informei-lhes de que não sou tão competente quanto o colega, e que para poder realizar uma boa anamnese, exame físico completo, registro adequado no prontuário, prescrição, solicitação de exames e explicações ao paciente gasto no mínimo 20 minutos por consulta, sendo o ideal um paciente a cada meia hora, o que me permitiria atender no máximo 10 pacientes por 5 horas (ganharia penas 180,00 por turno). Agradeci a oferta. Na minha opnião o que certamente me renderia tal situação seria: 60 pacientes insatisfeitos, que sairiam de lá procurando outro profissional que pudessem ouvi-lo e trata-los com o mínimo de decência. Para ganhar 18,00 a consulta ou 36,00 a hora ganho mais em ficar estudando para prestar um melhor atendimento aos que tiverem a oportunidade de serem atendidos por mim. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3) Proposta C: Clínica pertencente a um Plano de Saúde: Ofereceram-me R$ 20,00 por consulta, com horário livre a minha escolha, número de pacientes conforme minha capacidade de atendimento. Apesar de um pouco melhor que a anterior, acredito ainda ser absurda. Para lavar meu carro pago 20,00 por semana a um senhor que não estudou nem a 4ª série, para cortar meu cabelo pago 30,00 uma vez por mês a um amigo que apesar de muito competente, tem agenda lotada e demora 20 minutos em seu serviço. Um prato de comida em restaurante do shopping, ou um combo sanduíche + fritas + bebida + sobremesa custa mais que 20,00. Para ter passada uma trouxa de roupa de 5 dias ou para uma faxina semanal em minha casa, pago 50,00 ( ou duas consultas e meia). Sem querer menosprezar ninguem, mas nenhum deles tem uma vida, uma função ou um órgão sob sua responsabilidade. Não tem que responder perante um juiz caso seu serviço não fique a contento, muito menos deverão pagar indenizações financeiras por insatisfação do cliente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4) Uma empresa de Medicina do Trabalho solicitou curriculum e pretensão salarial. Enviei o meu e disse que o valor a ser pago era no mínimo o do PISO SALARIAL da FENAM. Curiosamente ainda não me retornaram. E sinceramente, não espero que retornem. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Se nossos colegas médicos se unissem, assim como fizeram os pediatras recentemente em Brasília, e NÃO ACEITASSEM trabalhar por valores vis, estariamos certamente dando muito menos plantões noturnos e nos finais de semana, trabalharíamos menos em locais com condições precárias, seriamos muito menos desrespeitados por profissionais de outras categorias. Enfim, cabe somente a nós, MÉDICOS, termos a UNIÃO necessária para podermos &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Minha prosposta aos MÉDICOS DO BRASIL é de recusarmos QUALQUER OFERTA DE TRABALHO que não pague o PISO SALARIAL DA FENAM ou a tabela da CBHPM. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Isso equivale a R$ 9.188,22 por 20 horas semanais; ou R$18.376,44 para 40 horas semanais &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dividindo, tal valor corresponde a R$ 107,35/hora ou seja : R$ 644,10 por turno de 6 horas; ou R$ 1288,20 por plantão de 12 horas &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Considerando uma média de 2 consultas bem feitas por hora, daria R$53,68 por consulta, um valor mínimo condizente com a tabela CBHPM. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A princípio parece utópico, mas se esse email circular para todos os médicos do país e ninguem trabalhar por valor inferior, os empresários terão que aumentar os valores oferecidos, ou então terão que permitir que os próprios médicos faturem suas consultas diretamente, excluindo os intermediários ( que são quem realmente lucram com nosso trabalho). &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Cabe ainda aos CRM´s e Sindicatos dos Médicos do Brasil fiscalizar a remuneração oferecida, não permitindo que tais valores incrivelmente reduzidos obriguem nossos colegas a ter que literalmente &quot; tocar fichas&quot; o que reduz o tempo de consulta, prejudica o exercício ético da medicina e aumenta a chance de erros por parte dos profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
FONTE: http://carloscollares.blogspot.com/2011/02/medico-rico-e-coisa-do-passado.html</description><pubDate>Thu, 02 Jun 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>Congresso Antienvelhecimento</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/237-Congresso-Antienvelhecimento.htm</link><description>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot; http://www.a4mbrasileventos.com/&quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/1aaaa.jpg&quot; width=&quot;930&quot; height=&quot;400&quot; align=&quot;center&quot; alt=&quot;  &quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Fri, 27 May 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>Carta aberta ao Conselho Regional de Medicina do Estado do  Rio de Janeiro</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/235-Carta-aberta-ao-Conselho-Regional-de-Medicina-do-Estado-do--Rio-de-Janeiro.htm</link><description>&lt;h1&gt;Carta aberta ao Conselho Regional de Medicina do Estado do Rio de Janeiro&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;A/C da Comissão de Ética &lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Ilmos. Doutores Conselheiros e Membros da Comissão de Ética&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Não há mais espaço para &amp;quot;jornalistas sensacionalistas das Empresas Globo de Jornalismo&amp;quot; que através de atitudes planejadas, ensaiadas e artísticas  utilizam-se de momentos de vaidade e fraqueza pessoal de alguns poucos médicos garimpados e escolhidos a dedo. Nós médicos somos passíveis de erros porque somos seres humanos. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;As matérias denominadas &amp;quot;reportagens&amp;quot; como nós sabemos são editadas e manipuladas de forma sensacionalista. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Eles se dizem jornalista mas parecem a nova &lt;strong&gt;Guestapo Alemã&lt;/strong&gt; procurando culpados ou mesmo inocentes porque eles foram criados para perseguir médicos e atormentarem a mente de pessoas leigas. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Essa falta de liberdade de expressão e defesa dos médicos, que não tem o direito de resposta, se assemelham ao&lt;strong&gt; AI 5 da Ditadura Militar &lt;/strong&gt;em que a população somente podia ter acesso as informações que convinham a Ditadura. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Essas &amp;quot;reportagens da imprensa marrom&amp;quot; são criadas maquiavelicamente por jornalistas de índole duvidosa: moral, ética e psíquica que necessitam gerar matérias sensacionalistas. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Contudo é notória a fragilidade da Classe Médica como um todo diante dessa &amp;quot;peste negra da informação&amp;quot; que se denominam &amp;quot;jornalistas das Empresas Globo&amp;quot;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Esses pseudos seres humanos  desgraçam a familia e a profissão do  Médico alvo.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Tudo isso  causa desconforto na relação fundamental de uma consulta: a confiança entre médicos e pacientes. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Portanto existia a necessidade de  canais livres amplamente prestigiados pelo público e a Comunidade Médica  como é o caso do Cadastro Nacional Médico.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt; O Cadastro Nacional Médico representa um baluarte de defesa contra as agressões da Globo. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;O Cadastro Nacional Médico é a possibilidade de qualquer médico ter o direito à defesa através de um canal aberto de comunicação de massa imediata e sem burocracia.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Nós Médicos que praticamos a Medicina Ética e Científica  temos que dizer à Nação Brasileira o que somos, o que fazemos e o que poderemos fazer pela saúde dos que nos procuram em nossos consultórios.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Podemos  com muito orgulho ter certeza de que salvamos vidas e minimizamos o sofrimento em todos os segundos de cada minuto, de cada hora, de cada dia, de cada ano durante todas as nossas existências nesse mundo; caso contrário não seríamos Médicos. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Parece que os &amp;quot;jornalistas sensacionalistas das Empresas Globo de Jornalismo&amp;quot; querem ser um órgão fiscalizador, acusador, julgador e punitivo através da manipulação da opinião pública contra os Médicos e a Classe Médica.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Esses jornalistas se esquecem de que é função dos Médicos, dos Conselhos Regionais de Medicina e do Conselho Federal de Medicina salvaguardarem a Conduta Médica e o valor da profissão.&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;O Cadastro Nacional Médico a maior Comunidade Médica na Internet com mais de 200 mil visitantes por mês nesse momento declara a necessidade do espírito sempre presente nos Conselhos Regionais de Medicina e do Conselho Federal de Medicina de zelarem e trabalharem pelo perfeito desempenho ético da Medicina bem como pelo prestígio e bom conceito da profissão. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Mais uma vez o Cadastro Nacional Médico se posiciona contra a &amp;quot;imprensa marrom oportunista e manipuladora&amp;quot; que mancha os grandes serviços prestados a Nação e ao Mundo pelo Jornalismo Ético. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;Finalmente solicitamos que os Conselhos Regionais de Medicina e o Conselho Federal de Medicina que parem de ficar, &amp;quot;aparentemente omissos ou politicamente corretos&amp;quot; e tomem posições e atitudes contrárias, judiciais e extrajudiciais, aos &amp;quot;jornalistas sensacionalistas das Empresas Globo de Jornalismo&amp;quot;. &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;É o que solicitamos aos Doutores Conselheiros e Membros da Comissão de Ética porque chamamos a isso de JUSTIÇA! &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;A Coordenação do Cadastro Nacional Médico.&lt;/p&gt;</description><pubDate>Tue, 05 Apr 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>Presidente da Sociedade de Endocrinologia pode ter ferido Código de Ética Médica</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/234-Presidente-da-Sociedade-de-Endocrinologia-pode-ter-ferido-Codigo-de-Etica-Medica.htm</link><description>&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/cadastro_endocrinologia.jpg&quot; width=&quot;400&quot; height=&quot;400&quot; hspace=&quot;20&quot; align=&quot;right&quot; /&gt;&lt;/a&gt; &lt;h1&gt;A Presidente da Sociedade de Endocrinologia/RJ, Dra. Vivian Ellinger, pode ter ferido Código de Ética Médica ao se expor no Jornal Hoje da TV Globo nesta data&lt;/h1&gt;&lt;p&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;A Presidente da Sociedade Brasileira de Endocrinologia/RJ infelizmente participou de entrevista “aparentemente sensacionalista&quot;, usando nome da Sociedade Brasileira de Endocrinologia, a qual representa, envolvendo receita de outro médico (Argumento: chamadas da TV Globo que podem ser visitadas na internet).&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;O Cadastro Nacional Médico repudia todas as formas de entrevistas sensacionalistas dadas por médicos que buscam &quot;minutos de fama e notoriedade&quot; ferindo o Código de Ética Médica através da &quot;imprensa leiga marrom&quot; que vem maculando o prestígio e o bom conceito da Classe Médica como um todo&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;h1&gt;CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA&lt;/h1&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;h2&gt;PREÂMBULO&lt;/h2&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;IV - “A fim de garantir o acatamento e a cabal execução deste Código, o médico comunicará ao Conselho Regional de Medicina, com discrição e fundamento, fatos de que tenha conhecimento e que caracterizem possível infração do presente Código e das demais normas que regulam o exercício da Medicina”.&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;h2&gt;ARTIGOS&lt;/h2&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;RELAÇÃO ENTRE MÉDICOS&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;É vedado ao médico:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Art. 52. Desrespeitar a prescrição ou o tratamento de paciente, determinados por outro médico, mesmo quando em função de chefia ou de auditoria, salvo em situação de indiscutível benefício para o paciente, devendo comunicar imediatamente o fato ao médico responsável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;AUDITORIA E PERÍCIA MÉDICA&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;É vedado ao médico:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 94. Intervir, quando em função de auditor, assistente técnico ou perito, nos atos profissionais de outro médico, ou fazer qualquer apreciação em presença do examinado, reservando suas observações para o relatório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 98. Deixar de atuar com absoluta isenção quando designado para servir como perito ou como auditor, bem como ultrapassar os limites de suas atribuições e de sua competência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;PUBLICIDADE MÉDICA&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;É vedado ao médico:&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 111. Permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa, deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 112. Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 114. Consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa. &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;DISPOSIÇÕES GERAIS&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;&lt;p&gt;II - Os médicos que cometerem faltas graves previstas neste Código e cuja continuidade do exercício profissional constitua risco de danos irreparáveis ao paciente ou à sociedade poderão ter o exercício profissional suspenso mediante procedimento administrativo específico. &lt;/p&gt;&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
</description><pubDate>Mon, 28 Mar 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/233-CODIGO-DE-ETICA-MEDICA.htm</link><description>CÓDIGO DE ÉTICA MÉDICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PREÂMBULO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I – O presente Código de Ética Médica contém as normas que devem ser seguidas pelos médicos no exercício de sua profissão, inclusive no exercício de atividades relativas ao ensino, à pesquisa e à administração de serviços de saúde, bem como no exercício de quaisquer outras atividades em que se utilize o conhecimento advindo do estudo da Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - As organizações de prestação de serviços médicos estão sujeitas  às normas deste Código.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - Para o exercício da Medicina, impõe-se a inscrição no Conselho Regional do respectivo Estado, Território ou Distrito Federal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - A fim de garantir o acatamento e a cabal execução deste Código, o médico comunicará ao Conselho Regional de Medicina, com discrição e fundamento, fatos de que tenha conhecimento e que caracterizem possível infração do presente Código e das demais normas que regulam o exercício da Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - A fiscalização do cumprimento das normas estabelecidas neste Código é atribuição dos Conselhos de Medicina, das comissões de ética e dos médicos em geral.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI - Este Código de Ética Médica é composto de 25 princípios fundamentais do exercício da Medicina, 10 normas diceológicas, 118 normas deontológicas e quatro disposições gerais. A transgressão das normas deontológicas sujeitará os infratores às penas disciplinares previstas em lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo I&lt;br /&gt;
PRINCÍPIOS FUNDAMENTAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - A Medicina  é uma profissão a serviço da saúde do ser humano e da coletividade e será exercida sem discriminação de nenhuma natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - O alvo de toda a atenção do médico  é a saúde do ser humano, em benefício da qual deverá agir com o máximo de zelo e o melhor de sua capacidade profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - Para exercer a Medicina com honra e dignidade, o médico necessita ter boas condições de trabalho e ser remunerado de forma justa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - Ao médico cabe zelar e trabalhar pelo perfeito desempenho ético da Medicina, bem como pelo prestígio e bom conceito da profissão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - Compete ao médico aprimorar continuamente seus conhecimentos e usar o melhor do progresso científico em benefício do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI - O médico guardará absoluto respeito pelo ser humano e atuará sempre em seu benefício. Jamais utilizará seus conhecimentos para causar sofrimento físico ou moral, para o extermínio do ser humano ou para permitir e acobertar tentativa contra sua dignidade e integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VII - O médico exercerá sua profissão com autonomia, não sendo obrigado a prestar serviços que contrariem os ditames de sua consciência ou a quem não deseje, excetuadas as situações de ausência de outro médico, em caso de urgência ou emergência, ou quando sua recusa possa trazer danos à saúde do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIII - O médico não pode, em nenhuma circunstância ou sob nenhum pretexto, renunciar à sua liberdade profissional, nem permitir quaisquer restrições ou imposições que possam prejudicar a eficiência e a correção de seu trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IX - A Medicina não pode, em nenhuma circunstância ou forma, ser exercida como comércio.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
X - O trabalho do médico não pode ser explorado por terceiros com objetivos de lucro, finalidade política ou religiosa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XI - O médico guardará sigilo a respeito das informações de que detenha conhecimento no desempenho de suas funções, com exceção dos casos previstos em lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XII - O médico empenhar-se-á pela melhor adequação do trabalho ao ser humano, pela eliminação e pelo controle dos riscos à saúde inerentes às atividades laborais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XIII - O médico comunicará às autoridades competentes quaisquer formas de deterioração do ecossistema, prejudiciais à saúde e à vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XIV - O médico empenhar-se-á em melhorar os padrões dos serviços médicos e em assumir sua responsabilidade em relação à saúde pública, à educação sanitária e à legislação referente à saúde.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XV - O médico será solidário com os movimentos de defesa da dignidade profissional, seja por remuneração digna e justa, seja por condições de trabalho compatíveis com o exercício ético-profissional da Medicina e seu aprimoramento técnico-científico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XVI - Nenhuma disposição estatutária ou regimental de hospital ou de instituição, pública ou privada, limitará a escolha, pelo médico, dos meios cientificamente reconhecidos a serem praticados para o estabelecimento do diagnóstico e da execução do tratamento, salvo quando em benefício do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XVII - As relações do médico com os demais profissionais devem basear-se no respeito mútuo, na liberdade e na independência de cada um, buscando sempre o interesse e o bem-estar do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XVIII - O médico terá, para com os colegas, respeito, consideração e solidariedade, sem se eximir de denunciar atos que contrariem os postulados éticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XIX - O médico se responsabilizará, em caráter pessoal e nunca presumido, pelos seus atos profissionais, resultantes de relação particular de confiança e executados com diligência, competência e prudência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XX - A natureza personalíssima da atuação profissional do médico não caracteriza relação de consumo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XXI - No processo de tomada de decisões profissionais, de acordo com seus ditames de consciência e as previsões legais, o médico aceitará as escolhas de seus pacientes, relativas aos procedimentos diagnósticos e terapêuticos por eles expressos, desde que adequadas ao caso e cientificamente reconhecidas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XXII - Nas situações clínicas irreversíveis e terminais, o médico evitará a realização de procedimentos diagnósticos e terapêuticos desnecessários e propiciará aos pacientes sob sua atenção todos os cuidados paliativos apropriados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XXIII - Quando envolvido na produção de conhecimento científico, o médico agirá com isenção e independência, visando ao maior benefício para os pacientes e a sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XXIV - Sempre que participar de pesquisas envolvendo seres humanos ou qualquer animal, o médico respeitará as normas éticas nacionais, bem como protegerá a vulnerabilidade dos sujeitos da pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XXV - Na aplicação dos conhecimentos criados pelas novas tecnologias, considerando-se suas repercussões tanto nas gerações presentes quanto nas futuras, o médico zelará para que as pessoas não sejam discriminadas por nenhuma razão vinculada a herança genética, protegendo-as em sua dignidade, identidade e integridade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo II&lt;br /&gt;
DIREITOS DOS MÉDICOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É direito do médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - Exercer a Medicina sem ser discriminado por questões de religião, etnia, sexo, nacionalidade, cor, orientação sexual, idade, condição social, opinião política ou de qualquer outra natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - Indicar o procedimento adequado ao paciente, observadas as práticas cientificamente reconhecidas e respeitada a legislação vigente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - Apontar falhas em normas, contratos e práticas internas das instituições em que trabalhe quando as julgar indignas do exercício da profissão ou prejudiciais a si mesmo, ao paciente ou a terceiros, devendo dirigir-se, nesses casos, aos órgãos competentes e, obrigatoriamente, à comissão de ética e ao Conselho Regional de Medicina de sua jurisdição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - Recusar-se a exercer sua profissão em instituição pública ou privada onde as condições de trabalho não sejam dignas ou possam prejudicar a própria saúde ou a do paciente, bem como a dos demais profissionais. Nesse caso, comunicará imediatamente sua decisão à comissão de ética e ao Conselho Regional de Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
V - Suspender suas atividades, individualmente ou coletivamente, quando a instituição pública ou privada para a qual trabalhe não oferecer condições adequadas para o exercício profissional ou não o remunerar digna e justamente, ressalvadas as situações de urgência e emergência, devendo comunicar imediatamente sua decisão ao Conselho Regional de Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VI - Internar e assistir seus pacientes em hospitais privados e públicos com caráter filantrópico ou não, ainda que não faça parte do seu corpo clínico, respeitadas as normas técnicas aprovadas pelo Conselho Regional de Medicina da pertinente jurisdição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VII - Requerer desagravo público ao Conselho Regional de Medicina quando atingido no exercício de sua profissão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
VIII - Decidir, em qualquer circunstância, levando em consideração sua experiência e capacidade profissional, o tempo a ser dedicado ao paciente, evitando que o acúmulo de encargos ou de consultas venha a prejudicá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IX - Recusar-se a realizar atos médicos que, embora permitidos por lei, sejam contrários aos ditames de sua consciência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
X– Estabelecer seus honorários de forma justa e digna.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo III&lt;br /&gt;
RESPONSABILIDADE PROFISSIONAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 1º Causar dano ao paciente, por ação ou omissão, caracterizável como imperícia, imprudência ou negligência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. A responsabilidade médica é sempre pessoal e não pode ser presumida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 2º Delegar a outros profissionais atos ou atribuições exclusivos da profissão médica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 3º Deixar de assumir responsabilidade sobre procedimento médico que indicou ou do qual participou, mesmo quando vários médicos tenham assistido o paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 4º Deixar de assumir a responsabilidade de qualquer ato profissional que tenha praticado ou indicado, ainda que solicitado ou consentido pelo paciente ou por seu representante legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 5º Assumir responsabilidade por ato médico que não praticou ou do qual não participou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 6º Atribuir seus insucessos a terceiros e a circunstâncias ocasionais, exceto nos casos em que isso possa ser devidamente comprovado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 7º Deixar de atender em setores de urgência e emergência, quando for de sua obrigação fazê-lo, expondo a risco a vida de pacientes, mesmo respaldado por decisão majoritária da categoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 8º Afastar-se de suas atividades profissionais, mesmo temporariamente, sem deixar outro médico encarregado do atendimento de seus pacientes internados ou em estado grave.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 9º Deixar de comparecer a plantão em horário preestabelecido ou abandoná-lo sem a presença de substituto, salvo por justo impedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Na ausência de médico plantonista substituto, a direção técnica do estabelecimento de saúde deve providenciar a substituição.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 10. Acumpliciar-se com os que exercem ilegalmente a Medicina ou com profissionais ou instituições médicas nas quais se pratiquem atos ilícitos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 11. Receitar, atestar ou emitir laudos de forma secreta ou ilegível, sem a devida identificação de seu número de registro no Conselho Regional de Medicina da sua jurisdição, bem como assinar em branco folhas de receituários, atestados, laudos ou quaisquer outros documentos médicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 12. Deixar de esclarecer o trabalhador sobre as condições de trabalho que ponham em risco sua saúde, devendo comunicar o fato aos empregadores responsáveis.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Se o fato persistir, é dever do médico comunicar o ocorrido às autoridades competentes e ao Conselho Regional de Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 13. Deixar de esclarecer o paciente sobre as determinantes sociais, ambientais ou profissionais de sua doença.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14. Praticar ou indicar atos médicos desnecessários ou proibidos pela legislação vigente no País.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 15. Descumprir legislação específica nos casos de transplantes de órgãos ou de tecidos, esterilização, fecundação artificial, abortamento, manipulação ou terapia genética.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º No caso de procriação medicamente assistida, a fertilização não deve conduzir sistematicamente à ocorrência de embriões supranumerários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º O médico não deve realizar a procriação medicamente assistida com nenhum dos seguintes objetivos:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I – criar seres humanos geneticamente modificados;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II – criar embriões para investigação;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III – criar embriões com finalidades de escolha de sexo, eugenia ou para originar híbridos ou quimeras.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 3º Praticar procedimento de procriação medicamente assistida sem que os participantes estejam de inteiro acordo e devidamente esclarecidos sobre o mesmo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 16. Intervir sobre o genoma humano com vista à sua modificação, exceto na terapia gênica, excluindo-se qualquer ação em células germinativas que resulte na modificação genética da descendência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 17. Deixar de cumprir, salvo por motivo justo, as normas emanadas dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina e de atender às suas requisições administrativas, intimações ou notificações no prazo determinado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 18. Desobedecer aos acórdãos e às resoluções dos Conselhos Federal e Regionais de Medicina ou desrespeitá-los.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 19. Deixar de assegurar, quando investido em cargo ou função de direção, os direitos dos médicos e as demais condições adequadas para o desempenho ético-profissional da Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 20. Permitir que interesses pecuniários, políticos, religiosos ou de quaisquer outras ordens, do seu empregador ou superior hierárquico ou do financiador público ou privado da assistência à saúde interfiram na escolha dos melhores meios de prevenção, diagnóstico ou tratamento disponíveis e cientificamente reconhecidos no interesse da saúde do paciente ou da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 21. Deixar de colaborar com as autoridades sanitárias ou infringir a legislação pertinente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo IV&lt;br /&gt;
DIREITOS HUMANOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 22. Deixar de obter consentimento do paciente ou de seu representante legal após esclarecê-lo sobre o procedimento a ser realizado, salvo em caso de risco iminente de morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 23. Tratar o ser humano sem civilidade ou consideração, desrespeitar sua dignidade ou discriminá-lo de qualquer forma ou sob qualquer pretexto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 24. Deixar de garantir ao paciente o exercício do direito de decidir livremente sobre sua pessoa ou seu bem-estar, bem como exercer sua autoridade para limitá-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 25. Deixar de denunciar prática de tortura ou de procedimentos degradantes, desumanos ou cruéis, praticá-las, bem como ser conivente com quem as realize ou fornecer meios, instrumentos, substâncias ou conhecimentos que as facilitem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 26. Deixar de respeitar a vontade de qualquer pessoa, considerada capaz fisica e mentalmente, em greve de fome, ou alimentá-la compulsoriamente, devendo cientificá-la das prováveis complicações do jejum prolongado e, na hipótese de risco iminente de morte, tratá-la.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 27. Desrespeitar a integridade física e mental do paciente ou utilizar-se de meio que possa alterar sua personalidade ou sua consciência em investigação policial ou de qualquer outra natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 28. Desrespeitar o interesse e a integridade do paciente em qualquer instituição na qual esteja recolhido, independentemente da própria vontade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Caso ocorram quaisquer atos lesivos à personalidade e à saúde física ou mental dos pacientes confiados ao médico, este estará obrigado a denunciar o fato à autoridade competente e ao Conselho Regional de Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 29. Participar, direta ou indiretamente, da execução de pena de morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30. Usar da profissão para corromper costumes, cometer ou favorecer crime.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo V&lt;br /&gt;
RELAÇÃO COM PACIENTES E FAMILIARES&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 31. Desrespeitar o direito do paciente ou de seu representante legal de decidir livremente sobre a execução de práticas diagnósticas ou terapêuticas, salvo em caso de iminente risco de morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 32. Deixar de usar todos os meios disponíveis de diagnóstico e tratamento, cientificamente reconhecidos e a seu alcance, em favor do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 33. Deixar de atender paciente que procure seus cuidados profissionais em casos de urgência ou emergência, quando não haja outro médico ou serviço médico em condições de fazê-lo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 34. Deixar de informar ao paciente o diagnóstico, o prognóstico, os riscos e os objetivos do tratamento, salvo quando a comunicação direta possa lhe provocar dano, devendo, nesse caso, fazer a comunicação a seu representante legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 35. Exagerar a gravidade do diagnóstico ou  do prognóstico, complicar a terapêutica ou exceder-se no número de visitas, consultas ou quaisquer outros procedimentos médicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 36. Abandonar paciente sob seus cuidados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º Ocorrendo fatos que, a seu critério, prejudiquem o bom relacionamento com o paciente ou o pleno desempenho profissional, o médico tem o direito de renunciar ao atendimento, desde que comunique previamente ao paciente ou a seu representante legal, assegurando-se da continuidade dos cuidados e fornecendo todas as informações necessárias ao médico que lhe suceder.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º Salvo por motivo justo, comunicado ao paciente ou aos seus familiares, o médico não abandonará o paciente por ser este portador de moléstia crônica ou incurável e continuará a assisti-lo ainda que para cuidados paliativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 37. Prescrever tratamento ou outros procedimentos sem exame direto do paciente, salvo em casos de urgência ou emergência e impossibilidade comprovada de realizá-lo, devendo, nesse caso, fazê-lo imediatamente após cessar o impedimento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. O atendimento médico a distância, nos moldes da telemedicina ou de outro método, dar-se-á sob regulamentação do Conselho Federal de Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 38. Desrespeitar o pudor de qualquer pessoa sob seus cuidados profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 39 Opor-se à realização de junta médica ou segunda opinião solicitada pelo paciente ou por seu representante legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 40. Aproveitar-se de situações decorrentes da relação médico-paciente para obter vantagem física, emocional, financeira ou de qualquer outra natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 41. Abreviar a vida do paciente, ainda que a pedido deste ou de seu representante legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Nos casos de doença incurável e terminal, deve o médico oferecer todos os cuidados paliativos disponíveis sem empreender ações diagnósticas ou terapêuticas inúteis ou obstinadas, levando sempre em consideração a vontade expressa do paciente ou, na sua impossibilidade, a de seu representante legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 42. Desrespeitar o direito do paciente de decidir livremente sobre método contraceptivo, devendo sempre esclarecê-lo sobre indicação, segurança, reversibilidade e  risco de cada método.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo VI&lt;br /&gt;
DOAÇÃO E TRANSPLANTE DE ÓRGÃOS E TECIDOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 43. Participar do processo de diagnóstico da morte ou da decisão de suspender meios artificiais para prolongar a vida do possível doador, quando pertencente à equipe de transplante.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 44. Deixar de esclarecer o doador, o receptor ou seus representantes legais sobre os riscos decorrentes de exames, intervenções cirúrgicas e outros procedimentos nos casos de transplantes de órgãos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 45. Retirar órgão de doador vivo quando este for juridicamente incapaz, mesmo se houver autorização de seu representante legal, exceto nos casos permitidos e regulamentados em lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 46. Participar direta ou indiretamente da comercialização de órgãos ou  de tecidos humanos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo VII&lt;br /&gt;
RELAÇÃO ENTRE MÉDICOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 47. Usar de sua posição hierárquica para impedir, por motivo de crença religiosa, convicção filosófica, política, interesse econômico ou qualquer outro, que não técnico-científico ou ético, que as instalações e os demais recursos da instituição sob sua direção, sejam utilizados por outros médicos no exercício da profissão , particularmente se forem os únicos existentes no local.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 48. Assumir emprego, cargo ou função para suceder médico demitido ou afastado em represália à atitude de defesa de movimentos legítimos da categoria ou da aplicação deste Código. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 49. Assumir condutas contrárias a movimentos legítimos da categoria médica com a finalidade de obter vantagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 50. Acobertar erro ou conduta antiética de médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 51. Praticar concorrência desleal com outro médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 52. Desrespeitar a prescrição ou o tratamento de paciente, determinados por outro médico, mesmo quando em função de chefia ou de auditoria, salvo em situação de indiscutível benefício para o paciente, devendo comunicar imediatamente o fato ao médico responsável.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 53. Deixar de encaminhar o paciente que lhe foi enviado para procedimento especializado de volta ao médico assistente e, na ocasião, fornecer-lhe as devidas informações sobre o ocorrido no período em que por ele se responsabilizou.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 54. Deixar de fornecer a outro médico informações sobre o quadro clínico de paciente, desde que autorizado por este ou por seu representante legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 55. Deixar de informar ao substituto o quadro clínico dos pacientes sob sua responsabilidade ao ser substituído ao fim do seu turno de trabalho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 56. Utilizar-se de sua posição hierárquica para impedir que seus subordinados atuem dentro dos princípios éticos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 57. Deixar de denunciar atos que contrariem os postulados éticos à comissão de ética da instituição em que exerce seu trabalho profissional e, se necessário, ao Conselho Regional de Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo VIII&lt;br /&gt;
REMUNERAÇÃO PROFISSIONAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 58. O exercício mercantilista da Medicina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 59. Oferecer ou aceitar remuneração ou vantagens por paciente encaminhado ou recebido, bem como por atendimentos não prestados.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 60. Permitir a inclusão de nomes de profissionais que não participaram do ato médico para efeito de cobrança de honorários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 61. Deixar de ajustar previamente com o paciente o custo estimado dos procedimentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 62. Subordinar os honorários ao resultado do tratamento ou à cura do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 63. Explorar o trabalho de outro médico, isoladamente ou em equipe, na condição de proprietário, sócio, dirigente ou gestor de empresas ou instituições prestadoras de serviços médicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 64. Agenciar, aliciar ou desviar, por qualquer meio, para clínica particular ou instituições de qualquer natureza, paciente atendido pelo sistema público de saúde ou dele utilizar-se para a execução de procedimentos médicos em sua clínica privada, como forma de obter vantagens pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 65. Cobrar honorários de paciente assistido em instituição que se destina à prestação de serviços públicos, ou receber remuneração de paciente como complemento de salário ou de honorários.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 66. Praticar dupla cobrança por ato médico realizado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. A complementação de honorários em serviço privado pode ser cobrada quando prevista em contrato.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 67. Deixar de manter a integralidade do pagamento e permitir descontos ou retenção de honorários, salvo os previstos em lei, quando em função de direção ou de chefia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 68. Exercer a profissão com interação ou dependência de farmácia, indústria farmacêutica, óptica ou qualquer organização destinada à fabricação, manipulação, promoção ou comercialização de produtos de prescrição médica, qualquer que seja sua natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 69. Exercer simultaneamente a Medicina e a Farmácia ou obter vantagem pelo encaminhamento de procedimentos, pela comercialização de medicamentos, órteses, próteses ou implantes de qualquer natureza, cuja compra decorra de influência direta em virtude de sua atividade profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 70. Deixar de apresentar separadamente seus honorários quando outros profissionais participarem do atendimento ao paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 71. Oferecer seus serviços profissionais como prêmio, qualquer que seja sua natureza.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 72. Estabelecer vínculo de qualquer natureza com empresas que anunciam ou comercializam planos de financiamento, cartões de descontos ou consórcios para procedimentos médicos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo IX&lt;br /&gt;
SIGILO PROFISSIONAL&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 73. Revelar fato de que tenha conhecimento em virtude do exercício de sua profissão, salvo por motivo justo, dever legal ou consentimento, por escrito, do paciente. &lt;br /&gt;
Parágrafo único. Permanece essa proibição: &lt;br /&gt;
a) mesmo que o fato seja de conhecimento público ou o paciente tenha falecido; &lt;br /&gt;
b) quando de seu depoimento como testemunha. Nessa hipótese, o médico comparecerá perante a autoridade e declarará seu impedimento; &lt;br /&gt;
c) na investigação de suspeita de crime, o médico estará impedido de revelar segredo que possa expor o paciente a processo penal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 74. Revelar sigilo profissional relacionado a paciente menor de idade, inclusive a seus pais ou representantes legais, desde que o menor tenha capacidade de discernimento, salvo quando a não revelação possa acarretar dano ao paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 75. Fazer referência a casos clínicos identificáveis, exibir pacientes ou seus retratos em anúncios profissionais ou na divulgação de assuntos médicos, em meios de comunicação em geral, mesmo com autorização do paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 76. Revelar informações confidenciais obtidas quando do exame médico de trabalhadores, inclusive por exigência dos dirigentes de empresas ou de instituições, salvo se o silêncio puser em risco a saúde dos empregados ou da comunidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 77. Prestar informações a empresas seguradoras sobre as circunstâncias da morte do paciente sob seus cuidados, além das contidas na declaração de óbito, salvo por expresso consentimento do seu representante legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 78. Deixar de orientar seus auxiliares e alunos a respeitar o sigilo profissional e zelar para que seja por eles mantido.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 79. Deixar de guardar o sigilo profissional na cobrança de honorários por meio judicial ou extrajudicial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo X&lt;br /&gt;
DOCUMENTOS MÉDICOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 80. Expedir documento médico sem ter praticado ato profissional que o justifique, que seja tendencioso ou que não corresponda à verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 81. Atestar como forma de obter vantagens.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 82. Usar formulários de instituições públicas para prescrever ou atestar fatos verificados na clínica privada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 83. Atestar óbito quando não o tenha verificado pessoalmente, ou quando não tenha prestado assistência ao paciente, salvo, no último caso, se o fizer como plantonista, médico substituto ou em caso de necropsia e verificação médico-legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 84. Deixar de atestar óbito de paciente ao qual vinha prestando assistência, exceto quando houver indícios de morte violenta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 85. Permitir o manuseio e o conhecimento dos prontuários por pessoas não obrigadas ao sigilo profissional quando sob sua responsabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 86. Deixar de fornecer laudo médico ao paciente ou a seu representante legal quando aquele for encaminhado ou transferido para continuação do tratamento ou em caso de solicitação de alta.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 87. Deixar de elaborar prontuário legível para cada paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º O prontuário deve conter os dados clínicos necessários para a boa condução do caso, sendo preenchido, em cada avaliação, em ordem cronológica com data, hora, assinatura e número de registro do médico no Conselho Regional de Medicina.  &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º O prontuário estará sob a guarda do médico ou da instituição que assiste o paciente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 88. Negar, ao paciente, acesso a seu prontuário, deixar de lhe fornecer cópia quando solicitada, bem como deixar de lhe dar explicações necessárias à sua compreensão, salvo quando ocasionarem riscos ao próprio paciente ou a terceiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 89. Liberar cópias do prontuário sob sua guarda, salvo quando autorizado, por escrito, pelo paciente, para atender ordem judicial ou para a sua própria defesa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 1º Quando requisitado judicialmente o prontuário será disponibilizado ao perito médico nomeado pelo juiz.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
§ 2º Quando o prontuário for apresentado em sua própria defesa, o médico deverá solicitar que seja observado o sigilo profissional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 90. Deixar de fornecer cópia do prontuário médico de seu paciente quando de sua requisição pelos Conselhos Regionais de Medicina. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 91. Deixar de atestar atos executados no exercício profissional, quando solicitado pelo paciente ou por seu representante legal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo XI&lt;br /&gt;
AUDITORIA E PERÍCIA MÉDICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 92. Assinar laudos periciais, auditoriais ou de verificação médico-legal quando não tenha realizado pessoalmente o exame.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 93. Ser perito ou auditor do próprio paciente, de pessoa de sua família ou de qualquer outra com a qual tenha relações capazes de influir em seu trabalho ou de empresa em que atue ou tenha atuado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 94. Intervir, quando em função de auditor, assistente técnico ou perito, nos atos profissionais de outro médico, ou fazer qualquer apreciação em presença do examinado, reservando suas observações para o relatório.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 95. Realizar exames médico-periciais de corpo de delito em seres humanos no interior de prédios ou de dependências de delegacias de polícia, unidades militares, casas de detenção e presídios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 96. Receber remuneração ou gratificação por valores vinculados à glosa ou ao sucesso da causa, quando na função de perito ou de auditor.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 97. Autorizar, vetar, bem como modificar, quando na função de auditor ou de perito, procedimentos propedêuticos ou terapêuticos instituídos, salvo, no último caso, em situações de urgência, emergência ou iminente perigo de morte do paciente, comunicando, por escrito, o fato ao médico assistente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 98. Deixar de atuar com absoluta isenção quando designado para servir como perito ou como auditor, bem como ultrapassar os limites de suas atribuições e de sua competência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. O médico tem direito a justa remuneração pela realização do exame pericial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo XII&lt;br /&gt;
ENSINO E PESQUISA MÉDICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 99. Participar de qualquer tipo de experiência envolvendo seres humanos com fins bélicos, políticos, étnicos, eugênicos ou outros que atentem contra a dignidade humana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 100. Deixar de obter aprovação de protocolo para a realização de pesquisa em seres humanos, de acordo com a legislação vigente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 101. Deixar de obter do paciente ou de seu representante legal o termo de consentimento livre e esclarecido para a realização de pesquisa envolvendo seres humanos, após as devidas explicações sobre a natureza e as consequências da pesquisa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. No caso do sujeito de pesquisa ser menor de idade, além do consentimento de seu representante legal, é necessário seu assentimento livre e esclarecido na medida de sua compreensão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 102. Deixar de utilizar a terapêutica correta, quando seu uso estiver liberado no País.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. A utilização de terapêutica experimental é permitida quando aceita pelos órgãos competentes e com o consentimento do paciente ou de seu representante legal, adequadamente esclarecidos da situação e das possíveis consequências.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 103. Realizar pesquisa em uma comunidade sem antes informá-la e esclarecê-la sobre a natureza da investigação e deixar de atender ao objetivo de proteção à saúde pública, respeitadas as características locais e a legislação pertinente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 104. Deixar de manter independência profissional e científica em relação a financiadores de pesquisa médica, satisfazendo interesse comercial ou obtendo vantagens pessoais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 105. Realizar pesquisa médica em sujeitos que sejam direta ou indiretamente dependentes ou subordinados ao pesquisador.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 106. Manter vínculo de qualquer natureza com pesquisas médicas, envolvendo seres humanos, que usem placebo em seus experimentos, quando houver tratamento eficaz e efetivo para a doença pesquisada.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 107. Publicar em seu nome trabalho científico do qual não tenha participado; atribuir-se autoria exclusiva de trabalho realizado por seus subordinados ou outros profissionais, mesmo quando executados sob sua orientação, bem como omitir do artigo científico o nome de quem dele tenha participado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 108. Utilizar dados, informações ou opiniões ainda não publicados, sem referência ao seu autor ou sem sua autorização por escrito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 109. Deixar de zelar, quando docente ou autor de publicações científicas, pela veracidade, clareza e imparcialidade das informações apresentadas, bem como deixar de declarar relações com a indústria de medicamentos, órteses, próteses, equipamentos, implantes de qualquer natureza e outras que possam configurar conflitos de interesses, ainda que em potencial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 110. Praticar a Medicina, no exercício da docência, sem o consentimento do paciente ou de seu representante legal, sem zelar por sua dignidade e privacidade ou discriminando aqueles que negarem o consentimento solicitado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo XIII&lt;br /&gt;
PUBLICIDADE MÉDICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
É vedado ao médico:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 111. Permitir que sua participação na divulgação de assuntos médicos, em qualquer meio de comunicação de massa, deixe de ter caráter exclusivamente de esclarecimento e educação da sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 112. Divulgar informação sobre assunto médico de forma sensacionalista, promocional ou de conteúdo inverídico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 113. Divulgar, fora do meio científico, processo de tratamento ou descoberta cujo valor ainda não esteja expressamente reconhecido cientificamente por órgão competente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 114. Consultar, diagnosticar ou prescrever por qualquer meio de comunicação de massa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 115. Anunciar títulos científicos que não possa comprovar e especialidade ou área de atuação para a qual não esteja qualificado e registrado no Conselho Regional de Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 116. Participar de anúncios de empresas comerciais qualquer que seja sua natureza, valendo-se de sua profissão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 117. Apresentar como originais quaisquer idéias, descobertas ou ilustrações que na realidade não o sejam.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 118. Deixar de incluir, em anúncios profissionais de qualquer ordem, o seu número de inscrição no Conselho Regional de Medicina.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parágrafo único. Nos anúncios de estabelecimentos de saúde devem constar o nome e o número de registro, no Conselho Regional de Medicina, do diretor técnico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Capítulo XIV&lt;br /&gt;
DISPOSIÇÕES GERAIS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I - O médico portador de doença incapacitante para o exercício profissional, apurada pelo Conselho Regional de Medicina em procedimento administrativo com perícia médica, terá seu registro suspenso enquanto perdurar sua incapacidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II - Os médicos que cometerem faltas graves previstas neste Código e cuja continuidade do exercício profissional constitua risco de danos irreparáveis ao paciente ou à sociedade poderão ter o exercício profissional suspenso mediante procedimento administrativo específico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III - O Conselho Federal de Medicina, ouvidos os Conselhos Regionais de Medicina e a categoria médica, promoverá a revisão e atualização do presente Código quando necessárias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV - As omissões deste Código serão sanadas pelo Conselho Federal de Medicina.&lt;br /&gt;
</description><pubDate>Tue, 22 Mar 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>ATENÇÃO ANVISA Belfar e seu Complexo B na Berlinda</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/232-ATENcAO-ANVISA-Belfar-e-seu-Complexo-B-na-Berlinda.htm</link><description>&lt;h1&gt;Vitamina B 12&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Complexo B da Belfar na Berlinda&lt;/h2&gt; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como a vitamina B 12 é não tem boa absorção a deficiência é mais comum em adultos mais velhos, alguns respeitados nutricionistas recomendam que adultos com mais de 50 anos devam tomar de 100 a 400 mcg / dia de suplementação de vitamina B 12. No Brasil uma série de complexos B divorciam-se desta verdade com seus &quot;complexos&quot; como é o caso do Belcomplex da Belfar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;font size=&quot;1&quot;&gt;FONTE: Instituto Linus Pauling&lt;/font&gt;</description><pubDate>Sun, 06 Mar 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>CONGRESSO DE MEDICINA ESTÉTICA 2011</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/231-CONGRESSO-DE-MEDICINA-ESTETICA-2011.htm</link><description>&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mega21.com.br/ &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/ei_18_congresso_1circular.jpg&quot; width=&quot;300&quot; height=&quot;410&quot; align=&quot;left&quot;  alt=&quot;Congress de Medicina Estética 2011&quot; hspace=&quot;30&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;h1&gt;18º Congresso Brasileiro de Medicina Estética &lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;&lt;strong&gt; 1º a 4 de junho de 2011&lt;/strong&gt;&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  Centro de Convenções Frei Caneca, São Paulo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  Informações: Congregare Marketing de Conferências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  Telefax: (21) 2524-4401 / 2240-9313 / 2544-9365 &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;  &lt;strong&gt;18º Congresso Brasileiro Medicina Estética&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  7º Congresso Internacional Antienvelhecimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  3º Congresso Internacional Dermatologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  3º Congresso Internacional Tricologia&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  1º a 4 de junho de 2011 – São Paulo&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Data&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;  1º a 4 de junho de 2011&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  1.junho: Workshops e cursos pré-congresso&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  2 a 4.junho: Congresso e Exposição&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Local&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;  Centro de Convenções Frei Caneca&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  Rua Frei Caneca, 569 – 4º e 5º. andares&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  Cerqueira César, São Paulo, SP&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  &lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Organização:&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;&lt;br /&gt;
&lt;p&gt;  CONGREGARE Marketing de Conferências&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  Av. Rio Branco, 257 Grupo 906&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  20040-009 Rio de Janeiro, RJ&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;
  telefax (55-21) 2524.4401 / 2544.9365 / 2240.9313&lt;/p&gt;</description><pubDate>Thu, 03 Feb 2011 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>FELIZ ANO NOVO 2011</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/230-FELIZ-ANO-NOVO-2011.htm</link><description>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.cadastronacionalmedico.org/ &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/Feliz 2011.jpg&quot; width=&quot;930&quot; height=&quot;170&quot;  alt=&quot; Teste HLB &quot; align=&quot;center&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Mon, 20 Dec 2010 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>Motorola e Ferrari lançam para Nextel celular com qualidade duvidosa...</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/229-Motorola-e-Ferrari-lancam-para-Nextel-celular-com-qualidade-duvidosa....htm</link><description>&lt;h1&gt;Motorola e Ferrari lançam para Nextel celular com qualidade duvidosa...&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;b&gt;O lançamento para a Nextel do celular Ferrari I897 de fabricação da Motorola permite que o suor do corpo penetre e danifique o aparelho.&lt;/b&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/ferrari.jpg&quot; width=&quot;350&quot; height=&quot;250&quot; align=&quot;right&quot; hspace=&quot;10&quot; vspace=&quot;10&quot; alt=Celular Ferrari de fabricação Motolola I897 /&gt;Após o consumidor reclamar a Nextel e a Motorola garantem que o usuário é o culpado; primeiramente por ter suado e posteriormente por deixar o celular dentro do bolso da camisa ou da calça em contato com o suor durante uma festividade ou atividade social.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Contudo no manual do aparelho Motorola Ferrari I897 nada consta sobre o tema de que pessoas que suam muito não devam utilizar o produto. Muito menos que o produto não deva ser transportado dentro de bolso de calça ou camisa no verão brasileiro.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mais uma vez o consumidor paga para ter um produto no mínimo muito abaixo de suas aspirações ou se sente constrangido de ter comprado um produto que leva as marcas Ferrari, Nextel e Motorola com tal qualidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Portanto, aconselhamos aos médicos, pacientes e consumidores em geral a não comprarem o celular Ferrari I897 criado para a Nextel e de fabricação da Motorola.</description><pubDate>Mon, 06 Dec 2010 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>Informativo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/228-Informativo-da-Sociedade-Brasileira-de-Clinica-Medica.htm</link><description>&lt;h1&gt;Informativo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;a href=&quot; http://www.sbcm.org.br/ &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/Informativo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica 1.jpg&quot; width=&quot;210&quot; height=&quot;280&quot;  align=&quot;left&quot;  hspace=&quot;20&quot; alt=&quot;Informativo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica 1&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;Festas, férias, carnaval, copa do mundo, férias, eleições... Isso sem falar que ainda temos pela frente o natal e o reveillon. Enfim, um calendário completamente comprometido, que desmobilizou o Brasil, suas forças produtivas e, consequentemente, seus resultados econômicos e sociais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Agora, passada a eleição, temos a obrigação de nos organizar para fazer do próximo ano uma etapa mais produtiva, de resolutividade, avanços e conquistas. Especialmente em áreas prioritárias, como educação, segurança e saúde, só para citar algumas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na saúde, em particular, é necessária a mobilização de médicos e pacientes para exigir solução aos problemas que se arrastam há anos. É o caso, por exemplo, do financiamento adequado. A regulamentação da Emenda Constitucional 29 tem de ocorrer, de preferência já. Não pode mais ser apenas uma promessa vazia em programas de candidatos, como tem acontecido de três pleitos para cá. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Sistema Único de Saúde (SUS) é considerado por todos os agentes de saúde, assim como fora do Brasil, como uma das propostas mais vanguardistas de universalização da assistência. Entretanto, até hoje não se viabilizou por falta de recursos. Sem a regulamentação da Emenda 29, que estabelecerá os investimentos mínimos de Federação, Estados e Municípios, além de determinar o que são de fato as destinações para a saúde, o SUS morrerá de inanição. É impossível existir uma rede de atendimento integral e eficaz com as parcas verbas recebidas atualmente, principalmente da União. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nós brasileiros temos de cobrar, ao mesmo tempo, mais responsabilidade do atual e do futuro governos com relação à saúde suplementar. Pesquisas demonstram que os planos de saúde interferem perigosamente no exercício da medicina, pressionando médicos a reduzir a solicitação de exames, de internações e de outros procedimentos. Trata-se de ingerência indevida que representa riscos à saúde e a vida dos cidadãos. Talvez por isso sejam os planos eternos líderes de reclamações nos órgãos de defesa do consumidor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Às autoridades federais cabe olhar com mais atenção para o setor, intervindo, se necessário, para evitar que se transforme puramente numa fonte de riqueza de empresários pouco comprometidos; ou nada comprometidos. Todo mundo entende que as leis de mercado pressupõem lucro. No entanto, há limites e bom senso que devem estar sempre em primeiro lugar. Quando se fala em vidas, essas devem ser eternamente a prioridade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Esperamos que o Congresso coloque em discussão o mais breve a revisão da Lei 9656, que normatiza as relações na área da saúde suplementar. Os médicos precisam de mecanismos que garantam o livre exercício profissional; a liberdade da prática clínica é fundamental para que pacientes tenham assistência de qualidade. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outros problemas graves precisam ser encarados rapidamente, como a valorização dos recursos humanos tanto no SUS quanto na área privada. É imperioso também dar basta à abertura indiscriminada de escolas de medicina. Temos de priorizar a qualidade, daí a necessidade de formar adequadamente. Médicos graduados aos montes em escolas de baixo nível são apenas parte de um teatro de risco que implica em medicina ruim e, portanto, mais riscos aos pacientes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Então, vamos por fim ao calendário festivo de 2010 com responsabilidade. Não dá mais para adiar as reformas e soluções que o Brasil exige. &lt;br /&gt;
Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;REGIONAIS&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Regional promove V Congresso Amazonense de Clínica Médica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De 21 a 23 de outubro aconteceu na Escola Superior de Ciências da Saúde da Universidade Estadual do Amazonas, em Manaus (AM), a quinta edição do Congresso Amazonense de Clínica Médica, evento promovido pela SBCM Regional-AM e pela Fundação Hospital Adriano Jorge.&lt;br /&gt;
O congresso, que contou com a participação de cerca de 600 pessoas e 90 palestrantes, teve presença ilustre do Prof. Dr. Antonio Carlos Lopes, presidente da Sociedade Brasileira de Clínica Médica, que esteve presente na cerimônia de abertura e ministrou aula sobre ortotanásia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A programação científica englobou também assuntos relativos a diversas especialidades além da Clínica Médica, como Cardiologia, Endocrinologia, Nefrologia, Reumatologia, Gastroenterologia, Nefrologia, Nutrologia, Hematologia, Psiquiatria, Infectologia, Cirurgia Geral, Anestesiologia, Ortopedia e Traumatologia, Otorrinolaringologia, Enfermagem, Nutrição, Psicologia e Fisioterapia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
De acordo com o presidente da SBCM Regional-AM, Dr. Miguel Ângelo Peixoto de Lima, o evento foi um dos melhores já realizados pela SBCM Regional-AM. “A resposta dos participantes e também a repercussão na imprensa local foi muito positiva. Acho que um dos grandes diferenciais deste evento foi agregar profissionais de várias áreas. Essa postura multiprofissional está perfeitamente de acordo com um dos nossos principais paradigmas que é o cuidado do paciente como um todo”, explica Lima. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Congresso Mineiro de Clínica Médica acontece em Belo Horizonte&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;a href=&quot; http://www.sbcm.org.br/ &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/Informativo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica 2.jpg&quot; width=&quot;210&quot; height=&quot;280&quot;  align=&quot;left&quot;  alt=&quot;Informativo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica 2&quot; hspace=&quot;20&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;De 27 a 30 de outubro foi realizado no Centro de Convenções do Dayrell Hotel, na capital mineira, a 17ª edição do Congresso Mineiro de Clínica Médica e a 2ª edição do Congresso de Medicina de Urgência e Emergência de Minas Gerais. Os eventos foram promovidos pela SBCM Regional-MG em parceria com a Associação Médica de Minas Gerais e a Sociedade Brasileira de Medicina Hospitalar do Estado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A programação científica do congresso trouxe temas bastante importantes para o dia a dia do médico, como síndrome coronariana aguda, hipertensão arterial, doenças da tireoide, diabetes, depressão, febres hemorrágicas, cefaleia, lombalgia, cuidados paliativos, vertigem, entre outros. O evento tratou também de temáticas relacionadas à vertente administrativa, como gestão, marketing e finanças. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Paralelamente, nos dias 28 e 29 de outubro, a SBCM Regional-MG realizou também o 2º Curso de Investimentos para Profissionais da Área da Saúde, focado em temas da esfera financeira e econômica - tipos de investimentos, controle financeiro pessoal, aposentadoria, como investir em ações e mercado de imóveis. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
“O nosso compromisso é com a Medicina mais pura, menos influenciada pelo capitalismo e baseada em evidências sérias, na vivência clínica e na responsabilidade com cada paciente. O Congresso Mineiro de Clínica Médica e de Medicina de Urgência e Emergência é o primeiro passo rumo a retomada do respeito, da satisfação e da sustentabilidade em saúde”, afirmou o presidente da SBCM Regional-MG, Dr. Breno Figueiredo Gomes. O XVII Congresso Mineiro de Clínica Médica contou com a presença de cerca de 600 participantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Porto Alegre é palco da décima edição do Congresso Gaúcho de Clínica Médica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos dias 5 e 6 de novembro, a SBCM Regional-RS realizou, em Porto Alegre, o X Congresso Gaúcho de Clínica Médica e o VII Congresso Gaúcho de Medicina de Urgência. O evento, que teve cerca de 700 participantes e 56 palestrantes, foi realizado no moderno Centro de Convenções Barra Shopping Sul e teve como fio condutor o tema “Clínica Médica e Medicina de Urgência integradas na melhoria do manejo das doenças mais prevalentes”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A programação científica foi dividida em 8 módulos: Cardiologia, Endocrinologia, Oncologia/Gastroenterologia, Pneumologia/Infectologia, Neurologia, Doenças Degenerativas, Assuntos Gerais e Sessão Tutorial – Acadêmicos e Residentes. “Este congresso realmente nos surpreendeu bastante pela quantidade de participantes e qualidade das palestras. Para nós da SBCM Regional-RS foi um resgate do Congresso Gaúcho de Clínica Médica, que havia sido promovido pela última vez em 2007”, afirmou o Dr. Flávio José Mombrú Job, presidente da Regional. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Durante o evento também foram realizadas duas oficinas práticas que trataram dos temas “Ressuscitação cardiorespiratória - Treinamento teórico-prático” e “Acesso vascular e janelas ecográficas cardiovasculares na urgência”, além de uma palestra interativa sobre o manejo do AVC na fase aguda. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;SBCM Regional-PI participa do I Congresso Nordestino Médico Acadêmico&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;left&quot;&gt;&lt;a href=&quot; http://www.sbcm.org.br/ &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/Informativo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica 3.jpg&quot; width=&quot;210&quot; height=&quot;210&quot;  align=&quot;left&quot;  alt=&quot;Informativo da Sociedade Brasileira de Clínica Médica 3&quot; hspace=&quot;20&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;De 27 a 31 de outubro o Rio Poty Hotel, na cidade de Teresina (PI), foi palco do I Congresso Nordestino Médico Acadêmico, promovido pelo COMAPI (Colégio Médico-Acadêmico do Piauí), Universidade Federal do Piauí, Universidade Estadual do Piauí, Novafapi e Facid. O evento contou também com o apoio de diversas entidades médicas, entre elas, a SBCM Regional-PI. O presidente da SBCM, Prof. Dr. Antonio Carlos Lopes, participou da solenidade de abertura, realizada na noite do dia 27, e ministrou conferência intitulada “O papel do clínico no contexto atual”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O evento tratou de assuntos como dermatoses, morte súbita, ventilação não-invasiva na insuficiência respiratória aguda, sibutramina e drogas antiobesidade, novo Código de Ética, entre outros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além das conferências e mesas-redondas, houve ainda exposição de trabalhos científicos e cursos voltados para profissionais acadêmicos, como o Curso Avançado de Emergência, que discutiu temas relacionados ao serviço de emergência ideal e a abordagem inicial ao paciente grave na emergência.&lt;br /&gt;
Durante o evento houve ainda a fundação da regional Piauí da Associação Brasileira de Medicina de Urgência e Emergência. A Abramurgem Regional-PI tem como presidente de honra o Dr. Telmo Mesquisa, que é Secretário Estadual da Saúde do Piauí e como presidente, o Dr. Álvaro Regino Chaves Melo. A diretoria também é composta pelo vice-presidente, Dr. Elias Andrade, o diretor científico, Dr. Gerardo Vasconcelos e o tesoureiro, Dr. Avelar Alves.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Calendário de eventos 2010&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Eventos realizados pela SBCM&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
XII Congresso Catarinense de Clínica Médica&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IX Congresso Catarinense de Medicina de Urgência&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização: SBCM Regional-SC&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I Congress of the Pan-American Society of Hospitalists &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Realização: Pan-American Society of Hospitalists e Mayo Clinic&lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
5º Simpósio Brasileiro de Hansenologia &lt;br /&gt;
Realização: Sociedade Brasileira de Hansenologia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Informativo eletrônico mensal da Sociedade Brasileira de Clínica Médica - Circulação Interna&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Jornalista Responsável: Ana Elisa Novo (MTB 41871/SP)- Web Design: Luis Marcelo Nascimento</description><pubDate>Fri, 12 Nov 2010 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>III Simpósio Formédica sobre Modulação Hormonal, Medicina Estética e Emagrecimento</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/227-III-Simposio-Formedica-sobre-Modulacao-Hormonal-Medicina-Estetica-e-Emagrecimento.htm</link><description>&lt;h1&gt;III Simpósio Formédica sobre Modulação Hormonal, Medicina Estética e Emagrecimento&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Coordenador Científico: Dr. Edson Peracchi&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Realização: Equipe Permanente de Pesquisa Terapêutica Científica Aplicada da Formédica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.formedica.com.br &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/Formédica - III Simpósio - São Paulo - final - Cópia.jpg&quot; width=&quot;700&quot; height=&quot;500&quot;  alt=&quot;Simpósio da Formédica em São Paulo&quot; align=&quot;center&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.formedica.com.br &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/Formédica - III Simpósio - Rio de Janeiro - novo 4.jpg&quot; width=&quot;700&quot; height=&quot;500&quot;  alt=&quot;Simpósio da Formédica em São Paulo&quot; align=&quot;center&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Histórico da Formédica&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fundada em 1990, com sede em Curitiba, cidade modelo brasileiro, a Formédica é uma das empresas brasileiras pioneiras na área de farmácia de manipulação e atende todo o território nacional. Reconhecida por seus clientes e concorrentes pela qualidade e eficácia dos produtos vendidos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao longo desses 20 anos a Formédica trabalha com o objetivo definido de produzir formulações personalizadas (customizadas), que atendam às necessidades atuais de seus clientes, comprometendo-se com a evolução cientifica de seus produtos, mantendo-os sempre adequados ás necessidades evolutivas dos mesmos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com uma estrutura moderna, totalmente equipada e legalizada em conformidade com todas as normas e exigências da ANVISA. A empresa está capacitada para produzir todos os tipos de fórmulas, desde as mais simples até as mais complexas, utilizando-se sempre da excelência de seu Controle de Qualidade, que está continuamente primando pela perfeição dos produtos consumidos por seus clientes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Criar soluções terapêuticas para nossos clientes e profissionais prescritores, sustentadas em capacidade técnica, inovação e responsabilidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;strong&gt;A FORMÉDICA após dois Simpósios de altíssimo nível médico e científico lança o terceiro que promete ser mais abrangente e atualizado...&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt; &lt;div align=&quot;right&quot;&gt;&lt;a href=&quot; http://www.formedica.com.br/ &quot;&gt;&lt;font size=&quot;4&quot;&gt;&lt;strong&gt;Saiba mais&lt;/strong&gt;&lt;/font&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>Thu, 11 Nov 2010 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>TURMA 1980 SOUZA MARQUES URGENTE</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/226-TURMA-1980-SOUZA-MARQUES-URGENTE.htm</link><description>Faça contato com quem você puder para reunir nossa turma!&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muito obrigado&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
carlos@cadastronacionalmedico.org&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
21 7876-5228</description><pubDate>Sat, 06 Nov 2010 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>Carta aberta a Vossa Excelência Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/225-Carta-aberta-a-Vossa-Excelencia-Presidente-da-Republica-Luiz-Inacio-Lula-da-Silva.htm</link><description>&lt;h1&gt;Carta aberta a Vossa Excelência Presidente da República Luiz Inácio Lula da Silva&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Permita-me chamá-lo de &lt;strong&gt;&lt;var&gt;“Amigo Lula do Brasil”&lt;/var&gt;&lt;/strong&gt; em nome dos Brasileiros, porque como eu disse em outras ocasiões, amigo é um irmão que Deus nos deu a oportunidade de escolher nesta vida.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ao entregar a &lt;var&gt;Faixa Presidencial&lt;/var&gt; a futura Presidente da República Dilma Roussef, a qual aproveitamos a oportunidade para parabenizá-la pela vitória eleitoral,  &lt;var&gt;tenha a certeza que com seus projetos para erradicar a miséria brasileira Vossa Excelência salvou mais vidas que qualquer médico neste mesmo período&lt;/var&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Foi uma honra tê-lo tido como Presidente da República. Podemos dizer inclusive que nenhum brasileiro vivo pode deixar de dizer que Vossa Excelência é o &lt;var&gt;&lt;strong&gt;Grande Presidente do Brasil de Todos os Tempos&lt;/strong&gt;&lt;/var&gt;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Apesar de jamais termos nos encontrado pessoalmente ou trocado qualquer palavra por telefone tenho a certeza que como homem do povo e formador de opinião, como os médicos em geral, posso agradecer por seus oito anos de governo defendendo o Povo que é a Nação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dizer que seu governo foi perfeito seria impossível, contudo negar que Vossa Excelência foi o melhor &lt;var&gt;&lt;strong&gt;&quot;Comandante Geral da Nação Brasileira&quot;&lt;/strong&gt;&lt;/var&gt; seria divorciar-me da verdade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Peço que Deus retribua a Vossa Excelência o bem que fez ao Povo Brasileiro e ilumine os caminhos da Nossa Nova Presidente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vida longa e próspera é o que eu desejo a Vossas Excelências em nome do Cadastro Nacional Médico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=&quot;center&quot;&gt; Carlos de Carvalho&lt;br /&gt;
Médico e ex-oficial do Exército Brasileiro&lt;/div&gt;</description><pubDate>Sun, 31 Oct 2010 00:00:00 -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Notícias</category><title>POR QUE 18 DE OUTUBRO É O DIA DOS MÉDICOS</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/noticia/224-POR-QUE-18-DE-OUTUBRO-E-O-DIA-DOS-MEDICOS.htm</link><description>&lt;div align=&quot;center&quot;&gt;&lt;a href=&quot;http://www.mega21.com.br/ &quot;&gt;&lt;img src=&quot;http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/dia-do-medico.jpg&quot; width=&quot;930&quot; height=&quot;222&quot;  alt=&quot;Dia dos Médicos&quot; align=&quot;center&quot; /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;POR QUE 18 DE OUTUBRO É O DIA DOS MÉDICOS&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O dia 18 de outubro foi escolhido como &quot;dia dos médicos&quot; por ser o dia consagrado pela Igreja a São Lucas. Como se sabe, Lucas foi um dos quatro evangelistas do Novo Testamento. Seu evangelho é o terceiro em ordem cronológica; os dois que o precederam foram escritos pelos apóstolos Mateus e Marcos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Lucas não conviveu pessoalmente com Jesus e por isso a sua narrativa é baseada em depoimentos de pessoas que testemunharam a vida e a morte de Jesus. Além do evangelho, é autor do &quot;Ato dos Apóstolos&quot;, que complementa o evangelho.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Segundo a tradição, São. Lucas era médico, além de pintor, músico e historiador, e teria estudado medicina em Antióquia. Possuindo maior cultura que os outros evangelistas, seu evangelho utiliza uma linguagem mais aprimorada que a dos outros evangelistas, o que revela seu perfeito domínio do idioma grego.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Lucas não era hebreu e sim gentio, como era chamado todo aquele que não professava a religião judaica. Não há dados precisos sobre a vida de S. Lucas. Segundo a tradição era natural de Antióquia, cidade situada em território hoje pertencente à Síria e que, na época, era um dos mais importantes centros da civilização helênica na Ásia Menor. Viveu no século I d.C., desconhecendo-se a data do seu nascimento, assim como de sua morte.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Há incerteza, igualmente, sobre as circunstâncias de sua morte; segundo alguns teria sido martirizado, vítima da perseguição dos romanos ao cristianismo; segundo outros morreu de morte natural em idade avançada. Tampouco se sabe ao certo onde foi sepultado e onde repousam seus restos mortais. Na versão mais provável e aceita pela Igreja Católica, seus despojos encontram-se em Pádua, na Itália, onde há um jazigo com o seu nome, que é visitado pelos peregrinos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Não há provas documentais, porém há provas indiretas de sua condição de médico. A principal delas nos foi legada por São Paulo, na epístola aos colossenses, quando se refere a &quot;Lucas, o amado médico&quot; (4.14). Foi grande amigo de São Paulo e, juntos, difundiram os ensinamentos de Jesus entre os gentios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outra prova indireta da sua condição de médico consiste na terminologia empregada por Lucas em seus escritos. Em certas passagens, utiliza palavras que indicam sua familiaridade com a linguagem médica de seu tempo. Este fato tem sido objeto de estudos críticos comparativos entre os textos evangélicos de Mateus, Marcos e Lucas, e é apontado como relevante na comprovação de que Lucas era realmente médico. Dentre estes estudos, gostaríamos de citar o de Dircks, que contém um glossário das palavras de interesse médico encontradas no Novo Testamento.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A vida de São Lucas, como evangelista e como médico, foi tema de um romance histórico muito difundido, intitulado &quot;Médico de homens e de almas&quot;, de autoria da escritora Taylor Caldwell. Embora se trate de uma obra de ficção, a mesma muito tem contribuído para a consagração da personalidade e da obra de Sao Lucas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escolha de São Lucas como patrono dos médicos nos países que professam o cristianismo é bem antiga. Eurico Branco Ribeiro, renomado professor de cirurgia e fundador do Sanatório S. Lucas, em São Paulo, é autor de uma obra fundamental sobre São Lucas, em quatro volumes, totalizando 685 páginas, fruto de investigações pessoais e rica fonte de informações sobre o patrono dos médicos. Nesta obra, intitulada &quot;Médico, pintor e santo&quot;, o autor refere que, já em 1463, a Universidade de Pádua iniciava o ano letivo em 18 de outubro, em homenagem a São Lucas, proclamado patrono do &quot;Colégio dos filósofos e dos médicos&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escolha de São. Lucas como patrono dos médicos e do dia 18 de outubro como &quot;dia dos médicos&quot;, é comum a muitos países, dentre os quais Portugal, França, Espanha, Itália, Bélgica, Polônia, Inglaterra, Argentina, Canadá e Estados Unidos. No Brasil acha-se definitivamente consagrado o dia 18 de outubro como &quot;dia dos médicos&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h1&gt;JURAMENTO DE HIPÓCRATES&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Em uma pequena ilha do mar Egeu, na Grécia, próximo ao litoral da Ásia Menor - a ilha de Kós - floresceu no século V a.C. uma escola médica destinada a mudar os rumos da medicina, sob a inspiração de um personagem que se tornaria, desde então, o paradigma de todos os médicos - Hipócrates.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A escola hipocrática separou a medicina da religião e da magia; afastou as crenças em causas sobrenaturais das doenças e fundou os alicerces da medicina racional e científica. Ao lado disso, deu um sentido de dignidade à profissão médica, estabelecendo as normas éticas de conduta que devem nortear a vida do médico, tanto no exercício profissional, como fora dele.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na coleção de 72 livros contemporâneos da escola hipocrática, conhecida como Corpus hippocraticum, há sete livros que tratam exclusivamente da ética médica. São eles: Juramento, Da lei, Da Arte, Da Antiga Medicina, Da conduta honrada, Dos preceitos, Do médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sobressai dentre eles o Juramento, a ser proferido por todos aqueles considerados aptos a exercer a medicina, no momento em que são aceitos como tal pelos seus pares e admitidos como novos membros da classe médica. O juramento hipocrático é considerado um patrimônio da humanidade por seu elevado sentido moral e, durante séculos, tem sido repetido como um compromisso solene dos médicos, ao ingressarem na profissão.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;strong&gt;Textos manuscritos preservados&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O texto do Juramento de Hipócrates que hoje se encontra em vários idiomas resultou de traduções oriundas de antigos e raros manuscritos. Embora sem comprovação, aceita-se que os citados manuscritos reproduzem o texto original de quando o mesmo foi escrito. Os mais antigos manuscritos conhecidos, segundo Bernardes de Oliveira, são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1.&quot;O manuscrito Urbinas Graecus 64 da Biblioteca Apostólica Vaticana&quot;. &quot;Está localizado entre os séculos X e XI. Suas palavras iniciais esclarecem: &#039;Texto do Juramento Hipocrático que pode ser jurado pelos cristãos&#039;. O interessante documento é escrito em forma de cruz para bem marcar o patrocínio religioso&quot;. &quot;Inicia-se com a saudação laudatória habitual: &#039;Bendito seja Deus, o Pai de Nosso Senhor Jesus Cristo; para sempre bendito seja...&#039; Sua redação acompanha o texto clássico com algumas variantes e alterações das quais a principal é a omissão da cláusula referente à operação da calculose&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2. &quot;O segundo, por ordem de antigüidade, é o manuscrito Marcianus Venetus Z 269, do século XI, pertencente à Biblioteca de S. Marcos de Veneza. O juramento aí se acha como sendo o texto original. Inicia-se com a invocação dos deuses da mitologia grega, consoante sua origem pagã&quot;.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
3. &quot;Manuscrito do século XII da Biblioteca Apostólica Vaticana: Vaticanus Graecus 276, follio 1 recto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
4. &quot;Manuscrito do século XII da Biblioteca Nacional de Paris.&quot;&lt;br /&gt;
O último manuscrito citado encerra a versão pagã, com a invocação inicial dos deuses da mitologia grega e corresponde ao texto mais difundido atualmente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os demais manuscritos conhecidos do juramento de Hipócrates são todos dos séculos XIV e XV. Embora sejam equivalentes, verificam-se pequenas diferenças de redação. O número de palavras, por exemplo, oscila de 246 a 251.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Formas resumidas do juramento&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Textos abreviados do juramento têm sido utilizados em diferentes países e idiomas, tendo em vista a extensão do texto original para leitura durante uma solenidade festiva como a da conclusão do curso médico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Declaração de Genebra da Associação Médica Mundial - 1948, a mais antiga e conhecida de todas, tem sido utilizada em vários países na solenidade de recepção aos novos médicos inscritos na respectiva Ordem ou Conselho de Medicina. A versão clássica em língua portuguesa tem a seguinte redação:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;font face=&quot;Palatino Linotype, Book Antiqua, Palatino, serif&quot;&gt;&quot;Eu, solenemente, juro consagrar minha vida a serviço da Humanidade.&lt;br /&gt;
Darei como reconhecimento a meus mestres, meu respeito e minha gratidão.&lt;br /&gt;
Praticarei a minha profissão com consciência e dignidade.&lt;br /&gt;
A saúde dos meus pacientes será a minha primeira preocupação.&lt;br /&gt;
Respeitarei os segredos a mim confiados.&lt;br /&gt;
Manterei, a todo custo, no máximo possível, a honra e a tradição da profissão&lt;br /&gt;
médica.&lt;br /&gt;
Meus colegas serão meus irmãos.&lt;br /&gt;
Não permitirei que concepções religiosas, nacionais, raciais, partidárias ou sociais intervenham entre meu dever e meus pacientes.&lt;br /&gt;
Manterei o mais alto respeito pela vida humana, desde sua concepção. Mesmo sob ameaça, não usarei meu conhecimento médico em princípios contrários às leis da natureza.&lt;br /&gt;
Faço estas promessas, solene e livremente, pela minha própria honra.&quot;&lt;/font&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fonte: astelperecife.blogspot.com</description><pubDate>Sun, 31 Oct 2010 00:00:00 -0300</pubDate></item></channel>
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