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<title>Cadastro Nacional Médico - Especialidades RSS</title>
<link>http://www.cadastronacionalmedico.org</link>
<description>Especialidades cadastradas no Cadastro Nacional Médico</description>
<language>pt-BR</language>
<copyright>© Todos os direitos reservados.</copyright>

<item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Cirurgia Craniomaxilofacial</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/126-Cirurgia-Craniomaxilofacial.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial&lt;br /&gt;
		Site: http://www.abccmf.org.br&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		Os objetivos da ABCCMF são:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estimular a liderança e o desenvolvimento da Cirurgia Craniomaxilofacial; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Promover um fórum para a troca de conhecimentos aplicáveis à prática clínica; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Estimular o ensino e a pesquisa dos métodos de prevenção e de tratamento das deformidades craniofaciais congênitas e adquiridas; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Incrementar o estudo e a prática da Cirurgia Craniomaxilofacial; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Prover reconhecimento àqueles que contribuíram para o desenvolvimento da Cirurgia Craniomaxilofacial, estendendo a estes a afiliação à ABCCMF. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ADEQUAÇÃO DO ESTATUTO DA&lt;br /&gt;
SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA CRANIOMAXILOFACIAL &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CAPÍTULO I – DA DENOMINAÇÃO, SEDE, FINALIDADE, DURAÇÃO E PATRIMONIO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 1 - A Associação Brasileira de Cirurgia Crânio-maxilo-facial, tem como sigla ABCCMF, foi fundada em 31 de outubro de 1994, está estabelecida em sua sede na Rua Áurea, 463/142 - CEP. 04015-070, na Capital do Estado de São Paulo é uma associação civil científica, de direito privado, sem fins lucrativos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 2 - São finalidades e objetivos da ABCCMF:&lt;br /&gt;
§ 1º. Congregar profissionais de áreas afins à Cirurgia Craniomaxilofacial;&lt;br /&gt;
§ 2º. Promover liderança e incentivar o avanço da Cirurgia Craniomaxilofacial;&lt;br /&gt;
§ 3º. Proporcionar a troca de conhecimentos à prática acima descrita;&lt;br /&gt;
§ 4º. Estimular a pesquisa, investigações e ensino dos métodos de prevenção e correção das deformidades Craniomaxilofacial congênitas e adquiridas;&lt;br /&gt;
§ 5º. Promover o reconhecimento daqueles que contribuíram para a Cirurgia Craniomaxilofacial, tornando-os membros desta Sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 3 - O prazo de duração da ABCCMF é indeterminado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 4 – O Patrimônio social da ABCCMF é constituído pelas anuidades pagas por seus associados e por todos os bens que, porventura, venha a possuir através de fontes de renda, doações ou outros de caráter não defeso em Lei.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CAPÍTULO II - DOS ASSOCIADOS DA ABCCMF&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 5 - Os associados da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Craniomaxilofacial, serão distribuídos nas seguintes categorias:&lt;br /&gt;
a) Fundadores;&lt;br /&gt;
b) Titulares;&lt;br /&gt;
c) Efetivos;&lt;br /&gt;
d) Residentes;&lt;br /&gt;
e) Honorários;&lt;br /&gt;
f) Colaboradores e&lt;br /&gt;
g) Correspondentes Estrangeiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 6 - São considerados Fundadores, os associados que foram signatários da ata de fundação, que discutiram sobre os Estatutos, que votaram na eleição da primeira Diretoria, que participaram na instalação oficial da Sociedade e assinaram os Estatutos durante o ano de 1994.&lt;br /&gt;
§ 1º. Os associados Fundadores enquadram-se em uma das demais categorias.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 7 - Serão associados Residentes, médicos de especialidades reconhecidas pela AMB – Associação Médica Brasileira, afins à Cirurgia Craniomaxilofacial.&lt;br /&gt;
§ 1º. Ao término do período de residência médica, o associado residente deverá atualizar sua documentação perante a ABCCMF, com a finalidade de migrar à categoria de  associado Efetivo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 8 - Serão associados Efetivos, médicos com título de especialista reconhecido pela AMB – Associação Médica Brasileira, e com atividade na Cirurgia Craniomaxilofacial.&lt;br /&gt;
§ 1º. Poderão participar de todos os eventos científicos e sociais desta sociedade.&lt;br /&gt;
§ 2º. Não poderão votar ou fazer parte da Diretoria Executiva da Sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 9 – São considerados associados Titulares, médicos cirurgiões legalmente qualificados, associados Efetivos desta sociedade há um período mínimo de 2 anos, com atividades na Cirurgia Craniomaxilofacial, e que tenham realizado efetiva contribuição neste campo de conhecimento. &lt;br /&gt;
§ 1º. Devem ter pelo menos um ano de treinamento em Cirurgia Craniomaxilofacial, em um programa reconhecido pela Sociedade, além da formação em especialidade médica que tem a cirurgia craniomaxilofacial como área de atuação.&lt;br /&gt;
§ 2º. Devem ter comprovado atividade na Cirurgia Craniomaxilofacial por pelo menos cinco anos;&lt;br /&gt;
§ 3º. Devem ter publicado em revista da especialidade ou apresentado em Congresso Brasileiro de Cirurgia Craniomaxilofacial pelo menos um artigo relacionado com a Cirurgia Craniomaxilofacial, após solicitação para ascensão a Membro Titular.&lt;br /&gt;
§ 4º. Devem ser Membro Titular de uma especialidade médica reconhecida pela Associação Médica Brasileira que tenham a cirurgia craniomaxilofacial como área de atuação. Nas especialidades que possuem Capítulo de Cirurgia Craniomaxilofacial, devem fazer parte deste. &lt;br /&gt;
§ 5º. Poderão votar e assumir cargos de Diretoria e participar de todos os eventos científicos e sociais desta Sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 10 - Serão associados Honorários, médicos de notório saber e ilibada reputação, que tenham por seu desempenho e atividade, contribuído para o desenvolvimento da Cirurgia Craniomaxilofacial.&lt;br /&gt;
§ Único – Deverão ter mais de 2/3 dos votos dos associados Titulares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 11 - Serão associados Colaboradores, profissionais não médicos, que tenham contribuído para o entendimento ou tratamento e prevenção das desordens da região Craniomaxilofacial.&lt;br /&gt;
§ 1º. Deverão possuir formação universitária;&lt;br /&gt;
§ 2º. Não podem votar ou fazer parte da Diretoria Executiva da Sociedade;&lt;br /&gt;
§ 3º. Podem participar de todos os eventos científicos e sociais desta Sociedade, inclusive como docentes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 12 – Serão Membros Correspondentes Estrangeiros, os médicos de especialidades afins, reconhecidas em seu país de origem, com atividade em cirurgia craniomaxilofacial.&lt;br /&gt;
§ 1º. Não residentes no Brasil.&lt;br /&gt;
§ 2º. No momento de adesão à Sociedade, devem apresentar declaração da Sociedade Médica do país a que pertencem.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 13 – São deveres dos associados da ABCCMF:&lt;br /&gt;
§ 1º. Concorrer para o cabal cumprimento dos fins da ABCCMF.&lt;br /&gt;
§ 2º. Pagar a anuidade no prazo previsto, anuidade esta que será fixada anualmente no inicio do exercício fiscal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 14 – Todo associado deixará de fazer parte da ABCCMF:&lt;br /&gt;
§ 1º. Os associados pertencentes a qualquer categoria, após julgamento da Diretoria Executiva desta Sociedade que não cumprirem seus deveres ou infringirem regras estatutárias, éticas ou morais serão passíveis de exclusão.&lt;br /&gt;
§ 2º. Os associados inadimplentes por período mínimo de 2 (dois) anos.&lt;br /&gt;
§ 3º. Por solicitação formal (por escrito) do associado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CAPÍTULO III - DOS ÓRGÃOS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 15 - São órgãos da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Craniomaxilofacial:&lt;br /&gt;
a) a Diretoria.&lt;br /&gt;
b) o Conselho Consultivo.&lt;br /&gt;
c) a Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 16 - A Diretoria é o órgão executivo da Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial e compõe-se de Presidente, Vice Presidente, Secretário Geral,  Secretário Adjunto, Tesoureiro Geral e Tesoureiro Adjunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 17 – A Diretoria Executiva é escolhida por maioria simples de votos dos Titulares quites com a Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial a cada dois anos, em Assembléia Geral, especialmente convocada para tal fim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 18 – Havendo somente uma chapa a votação pode ser feita por aclamação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 19 – As chapas deverão ser inscritas na secretaria da Sociedade até 60 (sessenta) dias antes do pleito.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 20  - São deveres e obrigações da Diretoria:&lt;br /&gt;
a) Praticar os atos de administração e promover a elaboração do Regimento Interno;&lt;br /&gt;
b) Apresentar cada ano à Assembléia Geral Ordinária, relatório, balanço geral e demonstração da conta de resultados relativos ao exercício anterior;&lt;br /&gt;
c) Orçar a receita e fixar a despesa para cada exercício;&lt;br /&gt;
d) Fixar anualmente a contribuição dos associados;&lt;br /&gt;
e)Admitir funcionários, estabelecendo condições e remuneração, bem como demitir funcionários;&lt;br /&gt;
f) Designar pessoas ou comissões, determinando-lhes atribuições, para melhor atendimento dos objetivos da Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial, com mandato restrito à gestão da Diretoria que as elegeu.&lt;br /&gt;
g) Nomear Diretorias Regionais, através de comissão designada para este fim, serviços de formação para novos profissionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 21 – São atribuições do Presidente:&lt;br /&gt;
a) A representação Ativa e Passiva, Judicial e Extra-Judicial, da Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial;&lt;br /&gt;
b) Convocar Assembléia Geral Ordinária e Extraordinária, estabelecendo a ordem do dia, o local, o dia e a hora da reunião;&lt;br /&gt;
c) Presidir os Congressos da Sociedade;&lt;br /&gt;
d) Presidir as Assembléias Gerais;&lt;br /&gt;
e) Convocar as Reuniões Ordinárias e Extraordinárias da Diretoria;&lt;br /&gt;
f) Presidir as Reuniões Ordinárias e Extraordinárias da Diretoria&lt;br /&gt;
g) Fazer uso da denominação social com as restrições constantes deste Estatuto;&lt;br /&gt;
h) Nomear Comissões e substituir eventuais vacâncias que nelas venham ocorrer;&lt;br /&gt;
i) Ser um membro ex-oficio de todas as Comissões Constituídas;&lt;br /&gt;
j) Adir em nome da Sociedade em qualquer evento ou contingência não especificada neste Estatuto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 22 - Ao Vice Presidente compete:&lt;br /&gt;
a) Substituir o Presidente em seus impedimentos e ausências e suceder-lhe na vaga, caso haja impedimento definitivo;&lt;br /&gt;
b) Representar a Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial, quando  o Presidente não estiver presente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 22 - Compete ao Secretário Geral:&lt;br /&gt;
a) A responsabilidade de todas as correspondências oficiais da Sociedade e deverá manter a guarda dos documentos e Atas procedentes de todos os eventos e reuniões da Sociedade;&lt;br /&gt;
b) Guarda de documentos oficiais;&lt;br /&gt;
c) Categorização dos sócios;&lt;br /&gt;
d) Apresentação de relatório das atividades da Sociedade por ocasião de cada Congresso Oficial;&lt;br /&gt;
e) Notificar os candidatos de suas admissão à categoria solicitada;&lt;br /&gt;
f) Distribuir certificados e copias do Estatuto a todos os sócios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 23 - Compete ao Secretário Adjunto:&lt;br /&gt;
a) Substituir o Secretário Geral em seu impedimento ou por uma solicitação;&lt;br /&gt;
b) Auxiliar o Secretário Geral em todas as suas atribuições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 24 - Compete ao Tesoureiro Geral:&lt;br /&gt;
a) Providenciar a manutenção e a ordem da contabilidade da Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial; &lt;br /&gt;
b) Fazer os recebimentos, pagamentos e recolhimentos de dinheiro aos Bancos indicados pela Diretoria;&lt;br /&gt;
c) Assinar em conjunto com o Presidente, cheques ou ordens de pagamento;&lt;br /&gt;
d) Conferir mensalmente, em conjunto com o Presidente o caixa da Sociedade;&lt;br /&gt;
e) Fazer uso da denominação social, com as restrições constantes deste Estatuto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 25 - Compete ao Tesoureiro Adjunto:&lt;br /&gt;
a) Substituir o Tesoureiro Geral em seu impedimento ou por sua solicitação;&lt;br /&gt;
b) Auxiliar o 1º Tesoureiro e substituí-lo em seus impedimentos e ausências;&lt;br /&gt;
c) Auxiliar o Tesoureiro  Geral em todas as suas atribuições.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 26 - O Conselho Consultivo compõe-se pelos membros da Diretoria Executiva, pelos ex-presidentes da ABCCMF, pelos ex-regentes do capítulo de Cirurgia Craniofacial da SBCP também sócios titulares da ABCCMF, e por membros eméritos e de importância na história da ABCCMF indicados em consenso pela Diretoria Executiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 27 – O término da gestão do Conselho coincide com o término da gestão da Diretoria Executiva.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 28 - Compete ao Conselho Consultivo:&lt;br /&gt;
a) O caráter consultivo, devendo manifestar em questões de interesse da Sociedade, por solicitação da Diretoria;&lt;br /&gt;
b) Atuar como autoridade administrativa da Sociedade, considerando suas atividades e determinando o seu direcionamento;&lt;br /&gt;
c) Receberá e analisará os relatórios das Comissões, e relatará suas atividades ao Secretário, de modo a preparar o Relatório Anual para o Congresso;&lt;br /&gt;
d) Analisará os relatórios dos anos anteriores;&lt;br /&gt;
e) Terá poderes para aceitar, rejeitar ou deferir a admissão de novos sócios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CAPÍTULO IV - DAS ASSEMBLÉIAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 29 – A Assembléia geral é a reunião dos sócios da Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial, convocada e instalada de acordo com este Estatuto, para deliberar assuntos de interesse da Sociedade.&lt;br /&gt;
§ 1º – Instala-se em primeira convocação, com a presença de sócios que representem no mínimo 50% (cinqüenta por cento) da totalidade dos sócios com direito de voto. Em segunda convocação, instalar-se-á com qualquer número.&lt;br /&gt;
§ 2º – Os trabalhos da Assembléia Geral serão presididos pelo Presidente e, na falta deste, por outro dos Diretores, chamados sucessivamente, conforme a ordem deste Estatuto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 30 – Compete à Assembléia Geral:&lt;br /&gt;
a) Admitir e excluir associados de qualquer categoria, por proposta da Diretoria;&lt;br /&gt;
b) Deliberar anualmente sobre balanço e demonstração da conta de resultados apresentados pela Diretoria;&lt;br /&gt;
c) Aprovar o Regime Interno da Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial;&lt;br /&gt;
d) Alterar ou reformar o Estatuto, quando convocada a Assembléia para tal fim;&lt;br /&gt;
e) Resolver sobre a extinção e a liquidação da Sociedade;&lt;br /&gt;
f) Nomear e destituir liquidantes e julgar-lhes as contas;&lt;br /&gt;
g) Indicar a entidade que deva receber o Patrimônio e seu produto, em caso de extinção desta Sociedade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 31 – A alteração ou reforma do Estatuto será feita com a aprovação da maioria simples dos sócios titulares presentes na Assembléia convocada para este fim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 32 – Haverá anualmente, nos seis meses seguintes ao termino do exercício social, uma Assembléia Geral Ordinária à qual competirá apreciar o relatório da Diretoria, Balanço Geral e a demonstração da conta de Resultados relativos ao exercício imediatamente anterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 33 - Com 30 (trinta) dias de antecedência da data marcada para a Assembléia Geral Ordinária, a Diretoria comunicará, por carta seus associados, e estarão à disposição dos mesmos o Balanço Geral e a Demonstração de resultados do exercício anterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 34 – A Assembléia Geral Ordinária também poderá ser convocada:&lt;br /&gt;
a) Por iniciativa de 1/5 (um quinto) dos sócios, quando o Presidente retardar por mais de dois meses a sua convocação;&lt;br /&gt;
b) Pela Diretoria, quando julgar necessário;&lt;br /&gt;
c) Por no mínimo 10 (dez) sócios titulares, quando houver motivos para tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 35 – A convocação da Assembléia Geral será feita por carta, facultando-se a publicação em um jornal de grande circulação, mediando entre o dia do envio das cartas ou da publicação, e o dia da reunião, o prazo de 8 (oito) dias, no mínimo para a primeira convocação e de 5 (cinco) dias para a convocação posterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 36 – Os presentes na Assembléia Geral, deveram provar a sua qualidade de sócio quite.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 37 - As deliberações das Assembléias Gerais, ressalvadas as exceções previstas neste Estatuto, são tomadas por maioria simples de votos, não se computando os votos em branco.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 38 – As Assembléias Gerais Extraordinárias que tiverem por objetivo a admissão ou exclusão de sócios de qualquer categoria, a aprovação do Regimento Interno, a alteração ou reforma do Estatuto e a extinção e a liquidação da sociedade, somente se instalarão, em primeira convocação com sócios titulares, que representem no mínimo, a maioria simples da totalidade dos sócios com direito a voto, e, em segunda convocação, com qualquer numero.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
CAPÍTULO V - DAS DISPOSIÇÕES GERAIS E TRANSITÓRIAS&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 39 – A Sociedade Brasileira de Cirurgia Craniomaxilofacial será administrada por uma Diretoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 40 – Todos os membros da Diretoria exercerão suas funções sem direito a remuneração.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 41 - É vedado o uso da denominação social em avais de favor, finanças, abonos aceites ou endossos em transações alheias aos negócios da Sociedade Brasileira de Cirurgia de Craniomaxilofacial.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 42 – A taxa de admissão para os novos sócios é determinada pela Diretoria, bem como as taxas de contribuição anual e inscrição em eventos científicos.&lt;br /&gt;
§ Único – O não pagamento de duas anuidades sucessivas implicará no desligamento automático do associado.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 43 - As propostas de alterações estatutárias devem ser encaminhadas à Diretoria com no mínimo trinta dias de antecedência, cabendo à Diretoria dar conhecimento a todos os associados. &lt;br /&gt;
§ Único - As propostas de alterações estatutárias devem ser subscritas por no mínimo 10 (dez) associados Titulares, ou pela Diretoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Art. 44 - Este Estatuto entrará em vigor a partir de 20 de janeiro e revogará o Estatuto anterior.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
São Paulo, 20 de janeiro de 2005.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Ricardo Lopes da Cruz - Presidente&lt;br /&gt;
Dr. Dov Charles Goldenberg - Secretário-Geral&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;div align=center&gt;&lt;a href=http://www.abccmf.org.br&gt;&lt;img src=http://www.mega21.com.br/imagens/artigo/images/abccmf.jpg  width=728 height=90 align=center /&gt;&lt;/a&gt;&lt;/div&gt;</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Citopatologia</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/125-Citopatologia.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Citopatologia&lt;br /&gt;
		Site: http://portalsbc.com.br&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		Histórico&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O início da Citologia no mundo foi marcado na década de 30. Nos anos 40, a especialidade chegou ao Brasil, trazida por ginecologistas e contestada pela maior parte dos patologistas. Em 1956, por iniciativa da Dra. Clarice do Amaral Ferreira, que divulgou a utilização da Citologia em todos os recantos do Brasil, fundou-se a Sociedade Brasileira de Citologia. Tendo sido pioneira na América do Sul e uma das primeiras do mundo, sua criação foi anterior à The Internacional Academy of Cytology, Sociedade Argentina de Citologia e Sociedade Latino-Americana de Citologia. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como atividade científica, de âmbito nacional, a SBC promoveu, em agosto de 1958, o I Simpósio Brasileiro de Citologia. Dois anos depois, em outubro de 1960, sob a presidência da Dra. Clarice do Amaral Ferreira, a Sociedade realizou o II Simpósio Brasileiro de Citologia, com a participação de convidados estrangeiros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1961 chegou, em Brasília, o primeiro Patologista, que deu início também à Citopatologia: Dr. Hélcio Luiz Miziara. Nesta época surgiu a Escola de Citotecnologia. Em agosto de 1962, a Dra. Clarice finalizou seu mandato com a realização do I Congresso Brasileiro de Citologia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Sociedade Brasileira de Citologia expandiu-se em número e qualificação, com participação efetiva de seus membros em eventos científicos, grupos de pesquisa, elaboração de teses e trabalhos científicos. Ganhou prestígio internacional e teve como sua representante a Dra. Clarice do Amaral Ferreira, sócia-fundadora da The International Academy of Cytology, tendo a honra de ocupar a sua presidência, como também compor a comissão fundadora da Sociedade Latino-Americana de Citologia. A SBC sediou e presidiu o III Congresso Internacional de Citologia, no Rio de Janeiro em 1968.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na década de 70, a Sociedade foi reconhecida pela Associação Médica Brasileira como Especialidade Médica e em 08 de setembro de 1971, foram conferidos os primeiros títulos de especialistas, sendo a denominação de Sociedade Brasileira de Citopatologia introduzida a partir de 1982.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nos anos 80, com Dra. Ilsa Prudente na presidência da SBC, já agora sendo Citopatologia, realizou-se a I Jornada Brasileira de Citopatologia, sob a presidência da Dra. Nacyr e com o forte apoio de todos, em especial do Dr. Régis Sales de Azevedo. Nesta jornada o Dr. José Maria Barcelos, foi eleito presidente da SBC.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 2002 foi publicada a Resolução 1634/2002 que classificou a Citopatologia como Área de Atuação da Patologia. Segundo a Dra. Lêda Barcellos, a situação atual dos citotécnicos no Brasil é delicada tendo em vista que a profissão ainda não é regulamentada, não possuindo definição de carga horária, nem plano de carreira. Entretanto, a especialidade possui o Título de Suficiência em Citopatologia, realizado anualmente pela SBC através de provas teóricas, práticas e de projeção de diapositivos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Sociedade Brasileira de Citopatologia, hoje com 1207 associados médicos, sendo 591 titulados pela SBC/AMB, tendo abrangência em 21 Estados da União (Capítulos), traduz o engrandecimento da Citopatologia no Brasil. Isso se dá, principalmente, pelo nível científico e atuação dos seus membros em eventos nacionais e internacionais, confirmando o que um dia foi dito por Dra. Clarice do Amaral Ferreira: “Dentro de algum tempo, quero crer, irão os Estados criar seus Capítulos filiados à principal. E a Sociedade tornar-se-á forte, porque fortes serão seus elementos e elevado seu objetivo”.</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Citotologia Clínica</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/124-Citotologia-Clinica.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Citologia Clínica &lt;br /&gt;
		Site: http://www.citologiaclinica.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		&lt;h1&gt;Sociedade Brasileira de Citologia Clínica&lt;/h1&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A SBCC congrega hoje os profissionais legalmente habilitados para o exercício da Citopatologia, portadores de título de Pós-Graduação. Integram esta Sociedade: especialistas, mestres e doutores na área de Citopatologia, prestando serviços em todo o país nos Laboratórios das Universidades, Laboratórios Públicos e Particulares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além de promover a formação e o aprimoramento de recursos humanos através da realização de cursos, congressos, seminários, intercâmbio cultural, profissional, técnico e científico com entidades congêneres no Brasil e no exterior e estimular a pesquisa e a qualidade na área, a SBCC objetiva, ao mesmo tempo, colaborar com órgãos públicos federais, estaduais e municipais, desenvolvendo as atividades ligadas à prevenção do câncer em nosso país.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;h2&gt;Sócios Fundadores&lt;/h2&gt;&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Amado Barbosa de Jesus&lt;br /&gt;
Dra. Aparecida Elizabeth de Paiva&lt;br /&gt;
Dra. Arlete dos Reis&lt;br /&gt;
Dr. Durval Flávio de Souza&lt;br /&gt;
Dra. Elaine Nunes&lt;br /&gt;
Dra. Lucileis de Fátima Fernandes da Silva&lt;br /&gt;
Dr. Oswaldo de Albuquerque&lt;br /&gt;
Dra. Silvia Helena Rabelo dos Santos&lt;br /&gt;
Dra. Silvana Castanheira&lt;br /&gt;
Dra. Simone Gonçalves&lt;br /&gt;
Dr. Renzo Freire de Almeida&lt;br /&gt;
Dra. Rita Goreti do Amaral&lt;br /&gt;
Dra. Zair Benedita Pinheiro de Albuquerque&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Cirurgia Bariátrica e Metabólica</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/123-Cirurgia-Bariatrica-e-Metabolica.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica &lt;br /&gt;
		Site: http://www.sbcb.org.br&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		UM POUCO DE HISTÓRIA DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE CIRURGIA BARIÁTRICA E METABÓLICA&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1974 o pioneiro no Brasil, Salomão Chaib, da FMUSP divulgou os resultados de suas operações iniciais para tratamento de obesidade, utilizando derivações jejuno-ileais do tipo Payne, primeiro procedimento bariátrico a ser aplicado em grande escala internacionalmente. A magnitude das seqüelas dessas operações acarretou, não só seu abandono ao fim daquela década, mas também um grande descrédito na abordagem operatória dos grandes obesos. Nos Estados Unidos o fio da meada foi retomado sob a liderança de Edward Mason, que introduziu o conceito de restrição gástrica, passando pelo bypass gástrico, pela gastroplastia horizontal de Gómez e culminando com a gastroplastia vertical com anel de polipropileno, a qual dominou as preferências dos especialistas na década de 1980. No Hospital das Clínicas da FMUSP foi possível manter uma pequena chama acesa, seguindo as tendências internacionais da cirurgia bariátrica, tateando os caminhos entre as dificuldades, insucessos e algumas observações animadoras. A derivação bilio-pancreática de Scopinaro e principalmente o aprimoramento das derivações gástricas em Y de Roux na década de 1990 passaram a oferecer resultados mais consistentes em médio e longo prazo. A gastroplastia vertical com anel de Mason foi progressivamente substituída como abordagem de restrição puramente mecânica pelo emprego das bandas gástricas ajustáveis, logo adaptadas à via vídeolaparoscópica. As derivações bilio-pancreáticas ganharam a variante “duodenal switch” de Hess e Marceau, possivelmente menos antifisiológica. Na transição para o terceiro milênio, todas as técnicas em uso passam a ter sua execução possível por vídeolaparoscopia, que cada vez mais vai se firmando na preferência dos especialistas. Nos últimos anos técnicas novas estão sendo propostas para o tratamento da obesidade grave e também para doenças metabólicas mesmo na ausência de acúmulo tão acentuado de tecido gorduroso no organismo. O entendimento de novos mecanismos neuro-humorais dessas intervenções sobre o tubo digestivo tem estimulado as novas idéias, ainda em fase de comprovação clínica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde os primeiros estudos e tentativas, um caminho de já mais de meio século, vem ensinando a cirurgiões, clínicos, nutricionistas, psicólogos e tantos outros profissionais da saúde que tratar cirurgicamente de obesos mórbidos é muito difícil e difere muito de meramente operar. Para se evitar complicações cirúrgicas imediatas e tardias e se obter resultados satisfatórios, são fundamentais não só o adestramento esmerado da equipe cirúrgica, mas um bom preparo pré-operatório e um acompanhamento eficiente em longo prazo. A participação de uma equipe multiprofissional é cada vez mais valorizada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na década de 1980, com o pequeno grupo de colegas que me acompanharam no Hospital das Clínicas da FMUSP e depois na clínica privada, não podíamos vislumbrar o desenvolvimento que o futuro reservava a cirurgia bariátrica. Buscávamos apenas acompanhar os esforços por métodos mais eficientes e seguros. As informações chegavam através de publicações não muito numerosas, nessa época em que no mundo todo cirurgiões que tratavam de obesos por métodos operatórios não eram bem vistos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1991 fiquei sabendo através de Thomas Szego que haveria um congresso em Dallas, nos Estados Unidos, dedicado exclusivamente a cirurgia da obesidade. Como praticamente único interessado no assunto em nosso meio, decidi comparecer. Era, para minha grande surpresa o 8º Congresso Anual da Sociedade Americana de Cirurgia Bariátrica (ASBS), onde encontrei cerca de 200 cirurgiões bariátricos que me acolheram fraternalmente. A ASBS havia sido fundada em 1983 por Edward Mason e outros pioneiros e exercia um papel de aglutinação, estímulo e aprimoramento nesse ramo da cirurgia que se mostrava fascinante. Nunca mais perdi nenhum desses congressos anuais. O contato pessoal com figuras como Mervyn Deitel, Rafael Capella, Mathias Fobi, John Linner, Alberto Salinas, Rafael Alvarez Cordero, Nicola Scopinaro, Aniceto Baltazar, Mitiku Belachev e tantos outros expoentes, propiciou melhor compreensão do universo da cirurgia bariátrica e de seus desafios.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1995 compareci ao 9º Simpósio Internacional de Cirurgia da Obesidade em Stocolmo, onde o grupo de cirurgiões dedicados à obesidade de vários países que costumava freqüentar os congressos da ASBS decidiu fundar uma Federação Internacional para a Cirurgia da Obesidade (IFSO) com o objetivo de estimular ao redor do mundo a boa prática da cirurgia bariátrica. Além da Sociedade Americana dedicada ao assunto, já existiam a Australiana e Neozelandesa, a Japonesa, a Italiana, a Mexicana, a Suíça e a Tcheca, que participaram como sociedades fundadoras da IFSO. Foi então marcado o 1º Congresso Mundial da IFSO a ser realizado em Praga em 1996. Lá, em assembléia os representantes das várias sociedades deveriam estabelecer os regulamentos e tomar decisões sobre a Federação. Mas nós não tínhamos uma sociedade brasileira da especialidade. Convenci-me da necessidade de criá-la. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1996 iniciamos a criação da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, com a participação de João Batista Marchesini, Fernando Luiz Barroso e Edmundo Machado Ferraz. O nome da entidade foi assim escolhido e eu fiquei funcionando como presidente, podendo assim ser representante perante a IFSO, o que fiz no primeiro congresso mundial em Praga.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Só em 1998 conseguimos realizar o 1º Congresso Brasileiro de Cirurgia da Obesidade, já com as propostas de estatuto da SBCB. Fomos 40 participantes, reunidos num pequeno auditório do Hospital Beneficência Portuguesa em São Paulo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I Congresso da Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica, São Paulo, 1998.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os encontros seguintes dão idéia do crescimento da SBCB:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1999 - 2° Congresso Brasileiro de Cirurgia da Obesidade - São Paulo - 120 participantes.&lt;br /&gt;
Em maio de 2000 a SBCB publicou seu primeiro “Boletim de Cirurgia da Obesidade” com notícias e orientações aos interessados no assunto. As edições continuam hoje como “Boletim SBCBM”.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2000 - 3° Congresso Brasileiro de Cirurgia da Obesidade - São Paulo - 300 participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2001 - 4° Congresso Brasileiro de Cirurgia da Obesidade - São Paulo - 500 participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2002 - A SBCB sediou o VII Congresso Mundial da IFSO em São Paulo com 800 participantes, dos quais 300 estrangeiros.&lt;br /&gt;
Nessa ocasião foram lançadas duas publicações pioneiras no Brasil: “Cirurgia da Obesidade” - editor Arthur B. Garrido Jr; co-editores: Edmundo Machado Ferraz, Fernando Luiz Barroso, João Batista Marchesini, Thomas Szego. “Video Atlas of Obesity Surgery” - editor Thomas Szego; co-editores: Arthur B. Garrido Jr, Alexandre &lt;br /&gt;
A. Elias, Carlos José L. Mendes, Luiz Vicente Berti, Marcelo Roque de Oliveira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2003 - 5º Congresso Brasileiro de Cirurgia da Obesidade - Fortaleza - 670 participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2004 - 6° Congresso Brasileiro de Cirurgia da Obesidade - Rio de Janeiro - 850 participantes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2005 - 7° Congresso Brasileiro de Cirurgia da Obesidade - Florianópolis - atingimos a marca de 1000 participantes, que tem se mantido como patamar básico de freqüência em nossos congressos nacionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Ainda em 2005, a SBCB organizou também o 1º Congresso Latino-americano da IFSO em Foz do Iguaçu, com 500 participantes, onde foram lançadas as bases do Capítulo Latino-americano da IFSO.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2006 - Na nossa Assembléia Ordinária durante o 8º Congresso em Salvador, decidiu-se ampliar o nome da entidade para Sociedade Brasileira de Cirurgia Bariátrica e Metabólica (SBCBM) pela grande importância que passava a assumir a perspectiva de cirurgia metabólica como parte de nossas atividades. No ano seguinte nosso exemplo foi adotado pela IFSO, que passou a International Federation for the Surgery of Obesity and Metabolic Disorders (IFSOMD) e pela ASBS que passou a American Society for Metabolic and Bariatric Surgery (ASMBS).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2007 - Em junho foi publicado o primeiro número da revista “Bariátrica &amp; Metabólica”, com artigos em português e espanhol, alguns com tradução em inglês. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Atualmente a SBCBM conta com cerca de 900 membros dos quais 325 titulares, 375 associados e 200 profissionais de especialidades associadas. Somos a segunda maior sociedade nacional de cirurgia bariátrica no mundo e temos ainda uma grande perspectiva pela frente.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como conseguimos isso? Pela união em torno do interesse comum, dentro dos princípios da boa prática médica. Vamos continuar assim.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Arthur B. Garrido Jr.</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Perícias Médicas</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/122-Pericias-Medicas.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Perícias Médicas&lt;br /&gt;
		Site: http://www.periciasmedicas.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		A Associação Brasileira de Perícias Médicas – S.B.P.M, tem o nome fantasia de Sociedade Brasileira de Perícias Médicas, com filiadas Estaduais, fundada em 27 de outubro de 1988, com sede e foro na cidade de Curitiba, Capital do Estado do Paraná, à Rua Padre Anchieta, 2454, conjunto 401, Bigorrilho, CEP 80.730-000, e por prazo indeterminado, é uma pessoa jurídica de direito privado, constituída e organizada, na forma deste estatuto, associação sem fins lucrativos, cujos recursos são destinados, exclusivamente, à manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos, sendo dotada de personalidade jurídica distinta dos seus associados, os quais não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelas obrigações contraídas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diretoria Executiva:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Presidente: Dr. Cláudio José Trezub (PR)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vice – Presidente: Dr. Cantídio Lima Vieira (DF) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1º Secretário: Dr. Fernando Santos Carneiro (PB)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2º Secretário: Dr. Amaury José da Cruz Jr. (RJ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1º Tesoureiro: Dr. Paulo Rogério Arnt (PR)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2º Tesoureiro: Dr. Saulo Gaudêncio de Brito (PB)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comissão de Sindicância:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Giovanni Ferdinando Di Giunta (SP)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dra. Vera Lucia F. David (SP)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dra. Rosângela Zambonato Arnt (PR) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conselho Fiscal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Abelardo Ulisses Maia de Farias (RJ)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Carlos Alberto Leal de Araújo (BA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Luiz Roberto França Conrado (BA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Associação Brasileira de Perícias Médicas – S.B.P.M, tendo o nome de fantasia de Sociedade Brasileira de Perícias Médicas, com filiadas Estaduais, fundada em 27 de outubro de 1988, com sede e foro na cidade de Curitiba, Capital do Estado do Paraná, à Rua Padre Anchieta, 2454, conjunto 401, Bigorrilho, CEP 80.730-000, e por prazo indeterminado, é uma pessoa jurídica de direito privado, constituída e organizada, na forma deste estatuto, associação sem fins lucrativos, cujos recursos são destinados, exclusivamente, à manutenção e ao desenvolvimento dos seus objetivos, sendo dotada de personalidade jurídica distinta dos seus associados, os quais não respondem, nem mesmo subsidiariamente, pelas obrigações contraídas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diretoria Executiva:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Presidente: Dr. Cláudio José Trezub (PR)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Vice – Presidente: Dr. Cantídio Lima Vieira (DF) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1º Secretário: Dr. Fernando Santos Carneiro (PB)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2º Secretário: Dr. Amaury José da Cruz Jr. (RJ) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
1º Tesoureiro: Dr. Paulo Rogério Arnt (PR)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
2º Tesoureiro: Dr. Saulo Gaudêncio de Brito (PB)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Comissão de Sindicância:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Giovanni Ferdinando Di Giunta (SP)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dra. Vera Lucia F. David (SP)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dra. Rosângela Zambonato Arnt (PR) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Conselho Fiscal:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Abelardo Ulisses Maia de Farias (RJ)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Carlos Alberto Leal de Araújo (BA)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Dr. Luiz Roberto França Conrado (BA)</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Psicanálise</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/120-Psicanalise.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo&lt;br /&gt;
		Site: www.sbpsp.org.br&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		INSTITUTO DE PSICANÁLISE DA SOCIEDADE BRASILEIRA DE PSICANÁLISE DE SÃO PAULO &lt;br /&gt;
  &lt;br /&gt;
           Durval Bellegarde Marcondes ao entrar em contacto com as idéias de Sigmund Freud sobre a mente humana, pela leitura do artigo “Do delírio em geral”, escrito por Franco da Rocha e publicado em O Estado de São Paulo em 1919, aos poucos conseguiu catalisar ao seu redor um grupo de interessados na busca de conhecimento sobre a nova matéria. Em 1936 conseguiu trazer para São Paulo uma analista didata, a Doutora Adelheid Lucy Koch, referendada pela IPA, para iniciar as análises de acordo com as regras então propostas por esta instituição internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
            Aos 5 de Junho de 1944 Durval Bellegarde Marcondes, Adelheid Lucy Koch, Darcy de Mendonça Uchoa, Flávio Rodrigues Dias, Frank Julien Philips e Virgínia Leone Bicudo, formalizaram a fundação do Grupo Psychoanalytico de São Paulo. Nesta ocasião, o Grupo estabeleceu que seria criada uma Comissão de Ensino para organizar o estudo da Psicanálise, nos conformes estipulados pela International Psychoanalytical Association (IPA).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Em 1951, por ocasião do XVII Congresso Internacional em Amsterdam, a IPA reconheceu como sua integrante a agora denominada Sociedade Brasileira de Psicanálise de São Paulo (SBPSP).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
            Em Setembro ou Outubro de 1958 foi fundado o Instituto de Psicanálise da SBPSP, que recebeu posteriormente, como justa homenagem, o nome de “Durval Marcondes”.   O Instituto é o órgão da SBPSP que coordena as atividades didáticas na finalidade de formar psicanalistas. Tais atividades compreendem: análise didática dos pretendentes à formação psicanalítica, organização de cursos teóricos, seminários clínicos, supervisões oficiais, e a instalação de Comissões formadas para apreciar os relatórios de membros filiados visando sua qualificação segundo o Regulamento do Instituto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
            O Instituto é composto pela sua Diretoria e pelos Corpos Docente e Discente. Compõem a Diretoria: o Diretor, o Secretário Geral, o Secretário de Seleção, o Secretário de Currículo, o Secretário de Acompanhamento, o Secretário de Análise de Crianças e Adolescentes e o Secretário Adjunto.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           A Comissão de Ensino é um órgão da SBPSP cujos componentes são eleitos em Assembléia Geral Ordinária e é coordenada pelo Diretor do Instituto. É constituída por membros efetivos, sendo sete analistas didatas e cinco professores. Também participam da Comissão todos os membros da Diretoria do Instituto, considerados membros natos e dois representantes do Corpo Discente, eleitos por seus pares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
            A Diretoria do Instituto e a Comissão de Ensino têm por finalidade refletir sobre a formação psicanalítica e estabelecer suas normas. &lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
Sobre a Formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           A formação psicanalítica é oferecida a médicos e psicólogos graduados, registrados nos respectivos Conselhos Regionais. A aceitação de profissionais graduados em outras áreas do conhecimento humano ficará a critério da Comissão de Ensino. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Para ser aceito como pretendente à formação é necessário ser aprovado em processo de seleção descrito no site www.sbpsp.org.br . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
I. Plano de Formação&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Uma vez aprovado, o pretendente selecionado deverá iniciar sua análise didática. &lt;br /&gt;
            &lt;br /&gt;
           A análise didática é uma análise pessoal realizada com um analista didata da SBPSP, ou seja, um analista qualificado para esta função. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Esta análise deverá ter a duração mínima de cinco anos, com a freqüência mínima de quatro sessões semanais de 45 (quarenta e cinco) ou 50 (cinqüenta) minutos de duração.   &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Os pretendentes selecionados e/ou membros filiados que não residam na Cidade de São Paulo estão autorizados a realizar “análise condensada”, em duas sessões diárias, em dois dias da semana.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
II. Seminários Teóricos e Clínicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Esses seminários são coordenados por professores, membros efetivos da SBPSP.            &lt;br /&gt;
           Os seminários teóricos estão divididos em dois módulos, referidos como obrigatórios e eletivos.&lt;br /&gt;
           &lt;br /&gt;
           Os módulos obrigatórios totalizam 160 seminários assim distribuídos: &lt;br /&gt;
                   Estudo da obra de Freud: 7 módulos de um semestre (112 seminários). &lt;br /&gt;
                   Estudo da obra de Klein: 1 módulo de um semestre (16 seminários). &lt;br /&gt;
                   Estudo da obra de Bion: 1 módulo de um semestre (16 seminários).&lt;br /&gt;
                   Introdução ao Método Psicanalítico: 1 módulo de um semestre (16 seminários)&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Os módulos eletivos visam aprofundar os estudos psicanalíticos básicos e também propiciar o conhecimento de outros autores, assim como o estudo de temas instigantes da Psicanálise Contemporânea. O mínimo obrigatório de créditos requerido para os membros filiados é a participação em 100 (cem) seminários eletivos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Neste sistema de formação continuada, o membro filiado deverá fazer, ao longo de toda a formação, ao menos um seminário por semestre até a sua completa finalização.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
          Os pretendentes selecionados e membros filiados poderão organizar, com docentes de sua escolha, tanto os seminários obrigatórios como os eletivos de seu interesse e assim participar diretamente da constituição de seu próprio currículo.            Com relação aos seminários clínicos, é obrigatória a participação em pelo menos 10 (dez) módulos; cada módulo tem a duração de dois meses, comporta oito seminários clínicos e é coordenado por um analista didata diferente. Totaliza-se assim 80 (oitenta) seminários clínicos. Em cada um destes seminários os membros filiados levarão material de sua clínica, para que se faça um exercício de compreensão do material e de correlação da teoria com a clínica.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
III. Supervisões&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           O membro filiado deverá atender em análise dois pacientes adultos, com a freqüência mínima de quatro sessões semanais. Cada um desses atendimentos será objeto de supervisão com um supervisor de livre escolha do membro filiado entre os analistas didatas da SBPSP (excluindo seu próprio analista didata); as supervisões não podem ser simultâneas. Cada supervisão terá a duração mínima de 80 (oitenta) horas, com um encontro semanal com o supervisor. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           A Diretoria de Atendimento à Comunidade da SBPSP dirige e coordena uma Clínica de Atendimento à população, que oferece aos membros filiados a possibilidade de atender pacientes em pelo menos quatro sessões semanais. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Terminada a supervisão, o membro filiado ao Instituto deverá apresentar um relatório dessa experiência. O relatório será apreciado por uma Comissão organizada pela Diretoria do Instituto, através de sua Secretaria de Acompanhamento. O membro filiado sugerirá os nomes de seis membros efetivos, sendo quatro analistas didatas e dois professores, dos quais a Secretaria de Acompanhamento escolherá três, sendo dois didatas e um membro efetivo. Este grupo discutirá com o membro filiado o seu relatório, aprovando-o ou não; posteriormente relatará por escrito sua conclusão à Diretoria do Instituto. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           Uma vez concluídas as obrigações curriculares, e tendo sido nelas aprovado, o membro filiado será qualificado pela Diretoria do Instituto como psicanalista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
IV. Formação em análise de crianças e adolescentes&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           O Instituto também oferece formação em Análise de Crianças e Adolescentes.     Essa formação divide-se em duas partes: básica e especifica. Ambas podem ser realizadas durante a formação geral,como cursos eletivos desta. &lt;br /&gt;
            &lt;br /&gt;
           A formação especifica diz respeito a cursos sobre a técnica, e os fenômenos de transferência e contratransferência das psicopatologias próprias da criança e do adolescente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
           São obrigatórias supervisões de 3 (três) pacientes (criança pequena, latente e adolescente), de 40 (quarenta) horas cada uma.</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Cirurgia de Transplante de Órgãos </title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/119-Cirurgia-de-Transplante-de-Orgaos-.htm</link><description>Sociedade: Associação Brasileira de Transplante de Órgãos&lt;br /&gt;
		Site: www.abto.org.br&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		A Instituição - Histórico da ABTO&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Aos dezenove dias do mês de dezembro de um mil, novecentos e oitenta e seis, reuniram-se pela primeira vez os membros fundadores da ABTO, no Centro de Convenções Rebouças, em São Paulo, com a finalidade de instituírem esta nova entidade de classe. A abertura foi proferida pelo saudoso Dr. E.J.Zerbini, que discursou sobre as diferentes áreas de transplantes de órgãos, e, nesse dia, discursaram também os Professores Dr. Adib Domingos Jatene, sobre transplantes de coração, Dr. Emil Sabbaga, sobre transplantes de rim, Dr. Silvano Raia, sobre transplantes de fígado, Dr. Tadeu Cvintal, sobre transplantes de córnea, Dr. Urio Mariano, sobre transplantes de tecidos e Dr. Jorge Kalil, sobre Imunologia, todos enumerando os pontos de dificuldades, estatísticas, situação brasileira dos transplantes na época e, principalmente, o ponto comum de todas as áreas, que são os doadores e receptores de órgãos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse dia também foram discutidos e votados os termos que constituiriam o primeiro estatuto da Associação, documento anexo (1) e parte integrante deste histórico, no qual podemos verificar os principais objetivos desta entidade, ou seja: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Estimular o desenvolvimento de todas as atividades relacionadas com os transplantes de órgãos no Brasil;&lt;br /&gt;
b) Congregar os profissionais e as entidades envolvidas com, ou interessadas em transplantes de órgãos;&lt;br /&gt;
c) Contribuir para o estabelecimento de normas e para a criação e aperfeiçoamento de legislação relacionada com o transplante de órgãos;&lt;br /&gt;
d) Estimular a criação de centros de doação, bancos de órgãos, serviços de identificação de receptores e outros correlatos;&lt;br /&gt;
e) Estimular a pesquisa e colocar na difusão de conhecimentos sobre transplante de órgãos;&lt;br /&gt;
f) Promover a realização de congressos, simpósios, conferências e outras atividades relacionadas com o transplante de órgãos;&lt;br /&gt;
g) Difundir, junto ao público em geral com os recursos de conscientização disponíveis, e respeitada a ética profissional, o significado humanitário, científico e moral da doação de órgãos para transplantes.&lt;br /&gt;
h) Estimular o intercâmbio com Sociedades congêneres.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ABTO, em seus primeiros anos de existência, encontrou muitas dificuldades, principalmente na área financeira, sendo que, em muitas ocasiões, a diretoria via-se compelida a arcar com diversas despesas através de seus recursos particulares. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde sua primeira gestão, a diretoria já batalhava para a regularização dos transplantes, levando suas sugestões para os redatores das leis de transplantes, tanto do Poder Legislativo, como do Conselho Federal de Medicina, no caso da definição de critérios para diagnóstico de morte encefálica, por exemplo. Ainda nessa gestão, a ABTO integrando-se à SP Transplantes, participou do Plano Piloto para a elaboração dos critérios, em cada área de transplantes para doação, retirada e, principalmente, distribuição de órgãos, em São Paulo e que, posteriormente, serviria de modelo para o restante do país. Nessa época também teve início a emissão e a distribuição esporádica de um Boletim Informativo, com diversas matérias como: calendário de eventos, gráficos e outras notícias relativas ao mundo dos transplantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A segunda gestão dava continuidade aos projetos da primeira, mas agravava-se um dos grandes problemas da época: a falta de doadores de órgãos. Mister se fazia a necessidade de se organizarem campanhas de doação de órgãos. Outro grande problema era a falta de médicos e para-médicos especializados na manutenção de um potencial doador (indivíduo em morte encefálica), como também a falta de conhecimento na comunicação com as centrais de procura de órgãos. Tornava-se, então, urgente, a necessidade de se organizarem palestras e treinamentos específicos com as equipes hospitalares. Vários encontros foram programados desde então, e realizados nas principais cidades brasileiras, tendo continuidade durante a terceira gestão. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Já dizia Dr. Mário Abbud Filho, no final de sua gestão (1992), ao abrir o III Congresso Brasileiro de Transplantes, na cidade de São Paulo, que fazer parte da diretoria naquela época era um teste de perseverança, resignação e coragem, pois a tarefa era imensa e a quantidade de braços, reduzida. Assim mesmo, já eram promovidas e incentivadas campanhas de doação de órgãos, alertas eram emitidos para a falta de infra-estrutura disponível nos hospitais brasileiros, reivindicações eram feitas junto aos órgãos governamentais para que outros tipos de transplantes fossem codificados pela Previdência Social, como também, era veementemente combatida a comercialização de órgãos e defendidos com energia os princípios ético-morais e a total transparência aos olhos da nossa sociedade com relação à realização dos transplantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1995, na gestão do presidente Dr. Elias David-Neto, a ABTO deu início à sua ascensão, projetando-se finalmente no cenário nacional. Foi criado o Registro Nacional de Transplantes, que, no início, era feito de forma completamente artesanal, havendo necessidade de cada equipe transplantadora do país ser contatada por telefone e convencida a informar mensalmente todos os transplantes por ela efetuados. A cada mês, o processo era repetido. Os transplantes eram lançados num programa especialmente desenvolvido para esta finalidade e os relatórios emitidos eram fotocopiados e enviados pelo correio para todos os associados, centros transplantadores, Ministério da Saúde, secretários de saúde, alguns parlamentares, mídia e demais interessados. Nesta gestão também foram criadas as centrais estaduais de transplantes, tendo a ABTO participado ativamente da formação das mesmas, elaborando modelos de funcionamento, inclusive com normas, rotinas, impressos, etc. Nessa época, a ABTO também desenvolveu um bom relacionamento com a mídia, começou a ficar conhecida e, tendo participado mais ativamente das discussões sobre a lei, tornou o transplante mais conhecido na comunidade leiga. Foi mais longe, envolveu-se na regulamentação da distribuição de novas drogas imunossupressoras, que melhor qualidade de vida puderam proporcionar aos pacientes transplantados. Durante sua gestão também foi realizado o primeiro consenso estadual de transplante de órgãos, tendo sido reunidos, durante um final de semana, todos os responsáveis pelas equipes de transplante do Estado de São Paulo. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1997, sob a direção do Dr. Valter Duro Garcia, a ABTO decididamente consagrou-se em sua trajetória de ascensão. A sede que até então, acompanhava o Presidente, desligou-se e instalou-se numa sala independente, na Avenida Paulista, em São Paulo, com duas funcionárias. Dentro de uma política mais agressiva, no intuito de difundir ainda mais os transplantes de órgãos, assim como intensificar o número de doações, a nova diretoria visou quatro setores considerados como fundamentais: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
a) Organização&lt;br /&gt;
b) Financiamento&lt;br /&gt;
c) Educação&lt;br /&gt;
d) Legislação e regulamentação&lt;br /&gt;
Organização: a ABTO propôs um sistema de quatro níveis, ou seja, nacional, estadual, regional e hospitalar. As características dos sistemas estaduais e regionais não deveriam ser uniformes, mas deveriam adaptar-se às peculiaridades de cada região. Neste modelo, o Estado ficaria com as funções de normatização, distribuição, financiamento e fiscalização, enquanto que a procura de doadores (captação) seria função do hospital, através dos seus coordenadores. Iniciou-se, então, por iniciativa da ABTO, um registro nacional, com informações uniformes sobre doadores potenciais e efetivos e as causas da não remoção dos órgãos, possibilitando assim um estudo mais específico de cada região. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Financiamento: não poderia passar em branco, a luta da ABTO para a criação de um fundo nacional para o financiamento das atividades relacionadas ao transplante e pela inclusão de todos os tipos de transplante nos planos de saúde. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Educação médica: Este período também foi marcado pelos diversos cursos regionais realizados por todo o país, tanto para formação de coordenadores hospitalares de transplantes como para conscientização de médicos intensivistas quanto à importância da manutenção do potencial doador e da comunicação às centrais de captação de órgãos. Batalhava-se também pela introdução da disciplina de doação e transplante nas faculdades de medicina e enfermagem, tendo sido enviado um projeto nesse sentido à UNESCO. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Mídia: foram organizados encontros regionalizados com a imprensa para a discussão de temas específicos ou controversos, como distribuição de órgãos, comércio de órgãos e formas de consentimento. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
População: o assunto doação e transplantes de órgãos definitivamente, estava em ascensão. Havia, pois, a necessidade de fornecer informações à população. Assim foi feito, através da mídia, de palestras em escolas, etc. A home page atualizada e com informações pertinentes foi, também, um bom meio de se atingir determinado segmento da população, além do estímulo dado à criação de organizações de familiares de pacientes ou de doadores para trabalharem ativamente nesta área. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Legislação e regulamentação: era importante trabalhar e muito foi feito pela diretoria da ABTO para alterar a lei, transformando-a de “doação presumida” para “decisão solicitada”. A opinião do doador precisava ser respeitada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Nesse biênio foi criado o JBT-Jornal Brasileiro de Transplantes, órgão oficial da ABTO, destinado à publicação de artigos científicos da área de transplante e especialidades afins, escritos em português, inglês ou espanhol, distribuído para todos os associados, todas as bibliotecas de faculdades de medicina, centros transplantadores, todas as sedes do Conselho Regional de Medicina, sendo que na atualidade também é distribuído para médicos transplantadores e associações de transplantes da América Latina e de Portugal. O Registro Nacional de Transplantes passou por uma total reformulação, aumentando o número de informações, gráficos e estatísticas e passou a ser publicado em forma de revista com o nome de RBT-Registro Brasileiro de Transplantes, tendo ampla distribuição nacional e para países da América Latina, atualmente distribuído também em Portugal. O antigo boletim informativo ganhou o nome de “ABTO News”, aumentou seu volume, passou a ser publicado em forma de revista, aumentou sua tiragem e tornou-se um grande informativo para a classe transplantadora e afins. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Tivemos também nesse biênio, pela primeira vez, a participação de uma equipe de atletas transplantados participando oficialmente de torneio esportivo fora do Brasil: os II Jogos Argentinos e I Jogos Latino Americanos para Transplantados, de 4 a 6 de dezembro de 1998, na cidade de Buenos Aires, com a participação de 150 atletas transplantados entre argentinos, venezuelanos, uruguaios, espanhóis e chilenos. Nosso atletas, participando nas modalidades tênis, natação, atletismo e boliche, trouxeram cinco medalhas de ouro e uma de prata. No biênio seguinte (sob o comando do presidente Dr. Henry de Holanda Campos), a trajetória dos atletas continuaria, desta vez participando do XII World Transplant Games, realizados de 5 a 12 de setembro de 1999, em Budapest – Hungria, com dois atletas, nas modalidades tênis e natação, sendo que o tenista chegou às finais, perdendo somente para o campeão mundial e a natação rendeu aos brasileiros, uma medalha de bronze. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro acontecimento marcante nessa gestão foi o início da Campanha Nacional de Doação de Órgãos, a nível nacional. Foi escolhido o dia 27 de setembro, dia de São Cosme e São Damião (padroeiros dos transplantes), como data símbolo, ou seja, o Dia Nacional da Doação de Órgãos. A “I Campanha Nacional de Doação de Órgãos” mobilizou o país quase por inteiro, proporcionando às pessoas, não só maiores conhecimentos sobre os transplantes, como também deixando aflorar seus sentimentos, abrindo seus corações e nele colocando os primeiros elos para a construção de uma grande corrente de solidariedade. Este movimento foi também uma demonstração de força de uma coletividade, ao mostrar que, caminhando juntos e perseguindo objetivos comuns, todos haveriam de ganhar muita força e sucesso na empreitada. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os anos de 1998 e 1999 foram marcados pelo aumento significativo no número de transplantes efetuados: cerca de 20% em 1998 e de 30% em 1999, apesar de, reconhecidamente, ainda ser um número bem pequeno frente à real necessidade do país. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O biênio seguinte, sob o comando do Dr. Henry de Holanda Campos, foi marcado por diversas iniciativas no sentido de realização de cursos, encontros, seminários, campanhas, etc. Um dos principais eventos foi o Fórum sobre a Situação do Transplante de Fígado no Brasil, em 9 de fevereiro de 2001, em São Paulo, com a presença do Coordenador do Sistema Nacional de Transplantes, representando o Ministério da Saúde, representante do Ministério Público, representante da Central Nacional de Transplantes, presidentes de associações de pacientes transplantados, etc. O apoio à instalação de centrais estaduais de transplante foi intensificado, houve aumento significativo na tiragem das revistas da ABTO, aumentando assim o número de destinatários da mala direta. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Diante de tanto crescimento, houve a necessidade de mudar a sede para um escritório maior, assim como de adquirir mais equipamentos e contratar mais um funcionário. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Um momento expressivo nesse biênio foi o Seminário “Transplantes – Política de fomento na Captação de Órgãos”, em Brasília, no dia 16/08/2000, evento este que representou um marco na evolução dos transplantes em nosso País, já que ali, pela primeira vez, um Ministro de Estado da Saúde ouviu, de uma ampla representação de profissionais envolvidos com diversas modalidades de transplantes, suas sugestões e reivindicações para a adoção de medidas que possibilitem um aumento mais rápido e significativo no número de doações. Foi um debate de alto nível, onde pode ser notada a credibilidade e a confiança depositada na ABTO, por toda comunidade transplantadora. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Uma maior inserção no cenário internacional foi uma das prioridades do Dr. José Osmar Medina Pestana, próximo presidente da ABTO (jul/2001 a dez/2003), pois o rápido crescimento do número dos transplantes no Brasil, colocou-o em destaque no cenário internacional e essa posição precisava ser consolidada através da maior divulgação de resultados, participação em congressos internacionais e publicação de trabalhos científicos. Assim sendo, foram intensificados os laços com a Sociedade Portuguesa de Transplantação e com as entidades congêneres de países da América Latina. O Brasil também foi palco de eventos internacionais, como o caso do II Congresso da International Pediatric Transplant Association, o que evidenciou reconhecimento da maturidade alcançada pelos brasileiros em transplantes de órgãos e tecidos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Outro fato de estrema relevância, ainda dentro do contexto da política internacional, foi a escolha do Brasil, através da ABTO, para coordenar as atividades de um Registro Latino-Americano de Transplantes, nos moldes do RBT-Jornal Brasileiro de Transplantes. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ABTO, motivada pelo desejo de atrair a população para o tema doação de órgãos de forma bastante direta através de suas raízes, em meados de 2002, propôs à Escola de Samba Mocidade Independente de Padre Miguel, o enredo sobre transplantes para ser apresentado ao público, no desfile do ano de 2003. Houve uma certa preocupação e espanto no início, por parte dos dirigentes da escola, mas essas sensações terminaram em entusiasmo e todos mergulharam na idéia. Para a ABTO, esse evento foi muito significativo, pois, além da merecida credibilidade, transmitiu à sociedade a mensagem da doação, através de uma manifestação da nossa cultura e da mais conhecida de nossas tradições: o Carnaval. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ano de 2002 também foi marcado pelo início oficial da parceria científica Brasil – Portugal, por ocasião do I Congresso Luso-Brasileiro de Transplantes, durante o VI Congresso Português de Transplantação, de 16 a 19 de junho, em Lisboa, Portugal, evento a realizar-se anualmente, intercalando-se entre Portugal e Brasil. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em abril de 2004, a ABTO conta com 613 associados (titulares e fundadores), dentre médicos, biólogos, enfermeiros, psicólogos, nutricionistas, bioquímicos, assistentes sociais e 48 sócios correspondentes, estes últimos, apenas pessoas que se interessam pela causa e que desejam trocar correspondências com a ABTO ou receber suas publicações, totalizando assim, 961 sócios.</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Ultra-sonografia Geral</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/118-Ultra-sonografia-Geral.htm</link><description>Sociedade: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem&lt;br /&gt;
		Site: http://www.cbr.org.br&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		A ultra-sonografia, ou ecografia, é um método diagnóstico que aproveita o eco produzido pelo som para ver em tempo real as reflexões produzidas pelas estruturas e órgãos do organismo. Os aparelhos de ultra-som em geral utilizam uma freqüência variada dependendo do tipo de transdutor, desde 2 até 14 MHz, emitindo através de uma fonte de cristal piezoelétrico que fica em contato com a pele e recebendo os ecos gerados, que são interpretados através da computação gráfica. Quanto maior a freqüência maior a resolução obtida. Conforme a densidade e composição das estruturas a atenuação e mudança de fase dos sinais emitidos varia, sendo possível a tradução em uma escala de cinza, que formará a imagem dos órgãos internos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ultra-sonografia permite também, através do efeito doppler, se conhecer o sentido e a velocidade de fluxos sanguíneos. Por não utilizar radiação ionizante, como na radiografia e na tomografia computadorizada, é um método inócuo, barato e ideal para avaliar gestantes e mulheres em idade procriativa.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ultra-sonografia é um dos métodos de diagnóstico por imagem mais versáteis e ubíquos, de aplicação relativamente simples e com baixo custo operacional. A partir dos últimos vinte anos do século XX, o desenvolvimento tecnológico transformou esse método em um instrumento poderoso de investigação médica dirigida, exigindo treinamento constante e uma conduta participativa do usuário.</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Ultra-Sonografia em Ginecologia e Obstetrícia</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/117-Ultra-Sonografia-em-Ginecologia-e-Obstetricia.htm</link><description>Sociedade: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/Federação Brasileira das Sociedades de Gin&lt;br /&gt;
		Site: http://www.febrasgo.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		Federação Brasileira das Associações de Ginecologia e Obstetrícia&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A FEBRASGO foi fundada em 30 de outubro de 1959, na cidade de Belo Horizonte, durante a XI Jornada Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, com as seguintes finalidades: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Patrocinar, promover, apoiar e zelar pelo aperfeiçoamento técnico e cientifico, pelos interesses econômicos e pelos aspectos éticos do exercício profissional de ginecologistas e obstetras; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Promover a realização de conclaves científicos, outorgar o Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) e manter publicações que divulguem os conhecimentos da especialidade; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Manter relacionamento com outras organizações médicas nacionais e estrangeiras; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Representar oficialmente as Federadas junto a autoridades federais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Descrição: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O CBR foi fundado em 15 de setembro de 1948, durante a realização da 1a Jornada Brasileira de Radiologia, no Teatro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na ocasião, a mesa foi constituída pelos Professores Rafael de Barros, José Maria Cabello Campos, Carlos Osório Lopes, Adelaido Ribeiro, João Baptista Pulchério Filho e Walter Bomfim Pontes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No seu discurso, coube ao Dr. Pulchério expor os objetivos da fundação do CBR, onde seria o órgão de coordenação e amparo aos colegas, marcando uma etapa na história da Radiologia Nacional. Participaram também como sócios fundadores do CBR os Drs. Feres Secaf, Waldemar Washingon de Oliveira, Apparício de Melo, Aloysio Livramento Barreto, Miguel Mário Centola, Mathis Octávio Roxo Nobre e Fernando Chammas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde 1948, o Colégio de Radiologia contou com brilhantes profissionais a frente de sua presidência. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dr. Fernando Alves Moreira, é o atual Presidente do Colégio de Radiologia do triênio 2005/2008. Nesta árdua tarefa é auxiliado pelos colegas da diretoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Colégio Brasileiro de Radiologia coordena, regulamenta e orienta as atividades científicas em nível nacional e regional, através das entidades filiadas. Consulte as sociedades regionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para estimular o aperfeiçoamento de seus diversos métodos, o Colégio Brasileiro de Radiologia promove e/ou organiza diversos eventos, jornadas e congressos em todo o Brasil. Consulte o calendário de eventos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Colégio Brasileiro de Radiologia sempre encampou a luta para a defesa dos interesses da classe por melhores honorários, resultando na atual Lista de Procedimentos Médicos - 1997.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Colégio Brasileiro de Radiologia promove anualmente Exames de Suficiência para a concessão de Título de Especialista e/ou Certificado de Habilitação. Consulte Exames de Suficiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Colégio Brasileiro de Radiologia oferece aos seus sócios duas publicações: uma científica, Revista Radiologia Brasileira e outra informativa, Boletim do CBR. Além de possuir uma videoteca aberta para consulta com todo o material áudio visual de cursos, jornadas e congressos realizados pela entidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1991, o Colégio Brasileiro de Radiologia iniciou um levantamento de equipamentos em mamografia em todo o Brasil, resultando no Programa de Qualificação em Mamografia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sócios do Colégio Brasileiro de Radiologia distribuem-se nas seguintes categorias: membro titular, aspirante, associado, residente e correspondente&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ULTRA-SONOGRAFIA EM GINECOLOGIA E OBSTETRÍCIA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Convênio Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia&lt;br /&gt;
REQUISITO: TEAMB em Ginecologia e Obstetrícia&lt;br /&gt;
</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Sexologia</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/116-Sexologia.htm</link><description>Sociedade: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia&lt;br /&gt;
		Site: http://www.febrasgo.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		A FEBRASGO foi fundada em 30 de outubro de 1959, na cidade de Belo Horizonte, durante a XI Jornada Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, com as seguintes finalidades: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Patrocinar, promover, apoiar e zelar pelo aperfeiçoamento técnico e cientifico, pelos interesses econômicos e pelos aspectos éticos do exercício profissional de ginecologistas e obstetras; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&lt;br /&gt;
Promover a realização de conclaves científicos, outorgar o Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) e manter publicações que divulguem os conhecimentos da especialidade; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&lt;br /&gt;
Manter relacionamento com outras organizações médicas nacionais e estrangeiras; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&lt;br /&gt;
Representar oficialmente as Federadas junto a autoridades federais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
SEXOLOGIA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia&lt;br /&gt;
REQUISITO: TEAMB em Ginecologia e Obstetrícia</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Reumatologia Pediátrica</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/115-Reumatologia-Pediatrica.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Reumatologia/Sociedade Brasileira de Pediatria&lt;br /&gt;
		Site: http://www.sbp.com.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		REUMATOLOGIA PEDIÁTRICA&lt;br /&gt;
A História da SBP&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fernandes Figueira foi o idealizador e primeiro presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, criando uma associação científica para se dedicar ao estudo dos problemas e patologias infantis ocupando uma lacuna de atividades pediátricas no Brasil. Assim, foi fundada, em 27 de julho de 1910, a Sociedade Brasileira de Pediatria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reunindo-se inicialmente na Academia Nacional de Medicina, fixou sede na Sociedade de Medicina e Cirurgia em 1929, onde funcionou por muitos anos. Em 1960 foi inaugurada a primeira sede própria, à Av. Franklin Roosevelt, 33. A sede foi transferida para Botafogo (1979) e para Copacabana em 1995, sede atual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até 1951 a SBP era uma sociedade eminentemente local, quase carioca, uma vez que, por exigência estrutural, seus associados efetivos eram domiciliados no Distrito Federal ou em municípios limítrofes. À época de sua fundação, contava com 67 associados, número ampliado em 1940 para 87. Sua nacionalização ocorreu em 1951 na gestão de José Magalhães Carvalho, após extensas discussões durante a 1a Jornada de Puericultura e Pediatria (realizada em 1947) e consistiu na filiação das Sociedades e Departamentos Estaduais de Pediatria. Maior óbice foi vencido por Carlos Prado ao conseguir a aquiescência da Associação Paulista de Medicina para que seu Departamento de Pediatria se filiasse à SBP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reunidos pela primeira vez em 1980, os presidentes de todas as filiadas conseguiram reformar o Estatuto da Sociedade fazendo face ao seu crescimento e a necessidade de transformá-la numa verdadeira empresa, para realizar com eficiência as tarefas cada vez mais complexas que os pediatras e a sociedade moderna demandam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número de associados efetivos cresceu rapidamente: 1.600 em 1960, 4.905 em 1974, e hoje já conta com aproximadamente 25.000 associados de acordo com o cadastro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos são, ainda, os desafios a enfrentar, mas formada por milhares de pediatras a Sociedade Brasileira de Pediatria haverá de contribuir ainda mais para a melhoria dos serviços médicos prestados às crianças e adolescentes do Brasil e da qualidade de informação dirigida ao aprimoramento profissional dos pediatras brasileiros. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
 O medalhão ao lado serviu como inspiração para o símbolo da Sociedade Brasileira de Pediatria em 1936 e pode ser visto no pórtico do “Spedale degli Innocenti” em Florença, onde encontram-se vários medalhões de terracota esmaltada, obra de Andrea della Robia (1437-1528). Dentro de cada um salienta-se um menino enrolado por coberturas e faixas: o fundo radiado é azul, o menino branco e as faixas e coberturas cor de barro vermelho escuro; uma réplica encontra-se no Museu Belas Artes - RJ. Representam o “Jesus Menino” com seu olhar suplicante pelas crianças abandonadas e estão enfaixados por ter sido costume na antigüidade enfaixar crianças pequenas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Símbolo semelhante cópia de outro menino de della Robia foi adotado pela “American Academy of Pediatrics” em 1930. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O emblema da SBP foi alterado em 1957 e posteriormente em 1968 o qual foi usado até o momento. (fonte: História da Pediatria Brasileira) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Sociedade Brasileira de Pediatria dentro de um projeto de rejuvenescimento da sua marca, renovou sua identidade visual preservando a simbologia do emblema. Procuramos a reorganização do espaço usando um traço mais elegante e dinâmico que se adapta à nova realidade que a SBP vive hoje: o resultado pode ser conferido nas outras páginas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico do Jornal de Pediatria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numerosas publicações de Fernandes Figueira e seus discípulos foram divulgadas em diferentes veículos de comunicação médica até a criação por Álvaro Reis em 1923 do órgão oficial da Sociedade - a &quot;Revista Brasileira de Pediatria&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outubro de 1928 o Dr. Américo Augusto junto com o Professor Olinto Oliveira - como Diretor Científico, fundaram a revista mensal de clínica, higiene infantil e puericultura - os &quot;Arquivos da Pediatria&quot; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O atual &quot;Jornal de Pediatria&quot;, assim denominado a partir do nono fascículo do mensário &quot;A Pediatria&quot; fundado em 1934, pelo bom conteúdo de seus artigos, constitui-se em verdadeiro roteiro histórico para os que desejam avaliar os progressos da Pediatria Brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico dos eventos científicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Visando a congregar em uma verdadeira família aqueles que se dedicam à Pediatria&quot;, nas palavras do seu inesquecível presidente Álvaro Aguiar, a SBP crescia também no padrão de qualidade das atividades que desenvolvia. Da primeira Conferência Nacional de Proteção e Assistência à Infância realizada em 1933 à Primeira Jornada Brasileira de Puericultura e Pediatria, em 1951, até os Congressos Brasileiros de Pediatria (denominação dada em 1965), o conteúdo científico desses eventos atingiu nível internacional. Os cursos Pré-Congresso, instituídos em 1960, são muito concorridos por seu alto valor informativo para os diversos campos da Pediatria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Convênio Sociedade Brasileira de Reumatologia/Sociedade Brasileira de Pediatria&lt;br /&gt;
REQUISITOS: TEAMB em Reumatologia&lt;br /&gt;
TEAMB em Pediatria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Reprodução Humana</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/114-Reproducao-Humana.htm</link><description>Sociedade: Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia&lt;br /&gt;
		Site: http://www.febrasgo.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		A FEBRASGO foi fundada em 30 de outubro de 1959, na cidade de Belo Horizonte, durante a XI Jornada Brasileira de Ginecologia e Obstetrícia, com as seguintes finalidades: &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•Patrocinar, promover, apoiar e zelar pelo aperfeiçoamento técnico e cientifico, pelos interesses econômicos e pelos aspectos éticos do exercício profissional de ginecologistas e obstetras; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&lt;br /&gt;
Promover a realização de conclaves científicos, outorgar o Título de Especialista em Ginecologia e Obstetrícia (TEGO) e manter publicações que divulguem os conhecimentos da especialidade; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&lt;br /&gt;
Manter relacionamento com outras organizações médicas nacionais e estrangeiras; &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
•&lt;br /&gt;
Representar oficialmente as Federadas junto a autoridades federais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
REPRODUÇÃO HUMANA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Federação Brasileira das Sociedades de Ginecologia e Obstetrícia&lt;br /&gt;
REQUISITO: TEAMB em Ginecologia e Obstetrícia</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Radiologia Intervencionista e Angiorradiologia</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/113-Radiologia-Intervencionista-e-Angiorradiologia.htm</link><description>Sociedade: Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirur&lt;br /&gt;
		Site: http://www.cbr.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		O Colégio Brasileiro de Radiologia foi fundado em 15 de setembro de 1948, durante a realização da 1a Jornada Brasileira de Radiologia, no Teatro da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Na ocasião, a mesa foi constituída pelos Professores Rafael de Barros, José Maria Cabello Campos, Carlos Osório Lopes/RS, Adelaido Ribeiro/BA, João Baptista Pulchério Filho/RJ e Walter Bomfim Pontes.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
No seu discurso, coube ao Dr. Pulchério expor os objetivos da fundação do CBR, onde seria o órgão de coordenação e amparo aos colegas, marcando uma etapa na história da Radiologia Nacional. Participaram também como sócios fundadores do CBR os Drs. Feres Secaf, Waldemar Washingon de Oliveira, Apparício de Melo, Aloysio Livramento Barreto, Miguel Mário Centola, Mathis Octávio Roxo Nobre e Fernando Chammas.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Desde 1948, o Colégio de Radiologia contou com brilhantes profissionais a frente de sua presidência. &lt;br /&gt;
Veja aqui os ex-presidentes do CBR.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Dr. Fernando Alves Moreira, é o atual Presidente do Colégio de Radiologia do triênio 2005/2008. Nesta árdua tarefa é auxiliado pelos colegas da diretoria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Colégio Brasileiro de Radiologia coordena, regulamenta e orienta as atividades científicas em nível nacional e regional, através das entidades filiadas. Consulte as sociedades regionais.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Para estimular o aperfeiçoamento de seus diversos métodos, o Colégio Brasileiro de Radiologia promove e/ou organiza diversos eventos, jornadas e congressos em todo o Brasil. Consulte o calendário de eventos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Colégio Brasileiro de Radiologia sempre encampou a luta para a defesa dos interesses da classe por melhores honorários, resultando na atual Lista de Procedimentos Médicos - 1997.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Colégio Brasileiro de Radiologia promove anualmente Exames de Suficiência para a concessão de Título de Especialista e/ou Certificado de Habilitação. Consulte Exames de Suficiência.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Com o grande crescimento de consultas em nível jurídico, o Colégio Brasileiro de Radiologia viu a necessidade de colocar à disposição de seus sócios o Departamento Jurídico.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O Colégio Brasileiro de Radiologia oferece aos seus sócios duas publicações: uma científica, Revista Radiologia Brasileira e outra informativa, Boletim do CBR. Além de possuir uma videoteca aberta para consulta com todo o material áudio visual de cursos, jornadas e congressos realizados pela entidade.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em 1991, o Colégio Brasileiro de Radiologia iniciou um levantamento de equipamentos em mamografia em todo o Brasil, resultando no Programa de Qualificação em Mamografia.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Os sócios do Colégio Brasileiro de Radiologia distribuem-se nas seguintes categorias: membro titular, aspirante, associado, residente e correspondente. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
RADIOLOGIA INTERVENCIONISTA E ANGIORRADIOLOGIA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Convênio Colégio Brasileiro de Radiologia e Diagnóstico por Imagem/Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular&lt;br /&gt;
REQUISITOS: TEAMB em Angiologia&lt;br /&gt;
TEAMB em Cirurgia Vascular&lt;br /&gt;
TEAMB em Radiologia e Diagnóstico por Imagem&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Psiquiatria Forense</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/112-Psiquiatria-Forense.htm</link><description>Sociedade: Associação Brasileira de Psiquiatria&lt;br /&gt;
		Site: http://www.abpcomunidade.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		A ABP - Associação Brasileira de Psiquiatria – entidade sem fins lucrativos, representativa dos psiquiatras no país, reúne atualmente 5.500 associados. A ABP congrega ainda 54 Federadas, 6 Núcleos em todas as Unidades da Federação e 14 Departamentos.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Associação Brasileira de Psiquiatria realiza anualmente o CBP - Congresso Brasileiro de Psiquiatria. Esse é um evento itinerante de atividades científicas. O CBP é considerado um evento de referência da especialidade no Brasil e na América Latina. É o terceiro maior encontro da especialidade no mundo.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Como entidade de referência da Psiquiatria no país, a ABP implementa vasta pauta de atividades que contemplam, dentre outras ações, a defesa do exercício profissional e o compromisso com a atualização profissional dos psiquiatras, por meio do Programa de Educação Continuada, oferecido online e capaz de certificar o médico participante do programa, de acordo com critérios desenvolvidos pela Associação Médica Brasileira – AMB. Outra ação é e a edição da principal publicação científica em Psiquiatria do país, a Revista Brasileira de Psiquiatria, indexada ao Index Medicus®/MEDLINE® e ao Science Citation Index do Institute for Scientific Information (ISI), rumo à maior classificação internacional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Associação Brasileira de Psiquiatria volta-se também para a defesa de um sistema que ampare a população no que diz respeito ao atendimento e às informações necessárias à compreensão dos transtornos mentais que concorrem para o sofrimento de seus portadores e de seus familiares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Neste sentido, uma das prioridades da entidade é o programa ABP Comunidade, um esforço da Associação em sua luta para desmistificar os vários aspectos que envolvem os transtornos mentais e o estigma que pesa sobre seus portadores. O ABP Comunidade também atua para aproximar a população dos médicos psiquiatras, oferecendo assim a possibilidade de acesso a informações de qualidade, fornecidas por profissionais habilitados e credenciados para tal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O ABP Comunidade constitui-se em serviço, com chancela de Responsabilidade Social, de utilidade pública que pretende ultrapassar as barreiras dos gabinetes e auditórios de congressos, falando diretamente à população, ouvindo-a e orientando-a, com palestras, cursos, inserções na mídia e contato pessoal.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ABP acredita que pode e deve prestar à população um serviço inédito, de qualidade, com o selo da Associação Brasileira de Psiquiatra. O objetivo do projeto é, além de prestar um serviço de utilidade pública, contribuir para melhoria da assistência em saúde mental no Brasil e para o bem-estar dos portadores de transtornos mentais e de seus familiares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
ABP investe nessa trajetória que dignifica a todos nós, cidadãos, empresas privadas, órgãos públicos, Associações e outras entidades.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PSIQUIATRIA FORENSE&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Associação Brasileira de Psiquiatria&lt;br /&gt;
REQUISITO: TEAMB em Psiquiatria</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Psquiatria da Infância e Adolescência</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/111-Psquiatria-da-Infancia-e-Adolescencia.htm</link><description>Sociedade: Associação Brasileira de Psiquiatria&lt;br /&gt;
		Site: http://www.abpbrasil.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		O espaço ABP Comunidade tem o objetivo de reunir informações breves e claras sobre os principais transtornos, síndromes e doenças relacionadas à saúde mental para pacientes e familiares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunidade pode, a partir destas informações, identificar os principais sintomas, sugestões de tratamento e até mesmo conhecer a origem e características importantes a respeito das doenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto foi idealizado e surgiu dentro do site ABP em 2004, graças aos esforços e colaboração dos psiquiatras que participaram da força tarefa para sua criação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ABP se propõe a discutir os temas mais importantes da psiquiatria e da saúde mental como fator social e cultural, esclarecer dúvidas e publicar notícias que possam ajudar as pessoas, minimizar o preconceito contra os doentes e promover a prevenção e o bem-estar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PSIQUIATRIA DA INFÂNCIA E ADOLESCÊNCIA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Associação Brasileira de Psiquiatria&lt;br /&gt;
REQUISITO: TEAMB em Psiquiatria</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Psicoterapia</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/110-Psicoterapia.htm</link><description>Sociedade: Associação Brasileira de Psiquiatria&lt;br /&gt;
		Site: http://www.abpbrasil.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		O espaço ABP Comunidade tem o objetivo de reunir informações breves e claras sobre os principais transtornos, síndromes e doenças relacionadas à saúde mental para pacientes e familiares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunidade pode, a partir destas informações, identificar os principais sintomas, sugestões de tratamento e até mesmo conhecer a origem e características importantes a respeito das doenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto foi idealizado e surgiu dentro do site ABP em 2004, graças aos esforços e colaboração dos psiquiatras que participaram da força tarefa para sua criação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ABP se propõe a discutir os temas mais importantes da psiquiatria e da saúde mental como fator social e cultural, esclarecer dúvidas e publicar notícias que possam ajudar as pessoas, minimizar o preconceito contra os doentes e promover a prevenção e o bem-estar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PSICOTERAPIA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Associação Brasileira de Psiquiatria&lt;br /&gt;
REQUISITO: TEAMB em Psiquiatria</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Psicogeriatria</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/109-Psicogeriatria.htm</link><description>Sociedade: Associação Brasileira de Psiquiatria&lt;br /&gt;
		Site: http://www.abpbrasil.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		O espaço ABP Comunidade tem o objetivo de reunir informações breves e claras sobre os principais transtornos, síndromes e doenças relacionadas à saúde mental para pacientes e familiares.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A comunidade pode, a partir destas informações, identificar os principais sintomas, sugestões de tratamento e até mesmo conhecer a origem e características importantes a respeito das doenças.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este projeto foi idealizado e surgiu dentro do site ABP em 2004, graças aos esforços e colaboração dos psiquiatras que participaram da força tarefa para sua criação.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ABP se propõe a discutir os temas mais importantes da psiquiatria e da saúde mental como fator social e cultural, esclarecer dúvidas e publicar notícias que possam ajudar as pessoas, minimizar o preconceito contra os doentes e promover a prevenção e o bem-estar.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PSICOGERIATRIA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Associação Brasileira de Psiquiatria&lt;br /&gt;
REQUISITO: TEAMB em Psiquiatria</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Pneumologia Pediátrica</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/108-Pneumologia-Pediatrica.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia/Sociedade Brasileira de Pediatria&lt;br /&gt;
		Site: http://www.sbpt.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		A Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia (SBPT) é uma Associação médica sem fins lucrativos, de caráter científico, cultural e representativo, fundada em 1937. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A SBPT é a associação representativa dos especialistas na área das doenças respiratórias, incluindo os pneumologistas e os cirurgiões torácicos, endoscopistas respiratórios e pneumopediatras, representados pelos seus Departamentos. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Suas metas são a difusão do conhecimento sobre as diversas enfermidades do aparelho respiratório, a atualização sobre a especialidade, e a defesa profissional dos seus associados tendo como objetivo a melhora da saúde da nossa população.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Várias e diversas são as ferramentas utilizadas pela SBPT:&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
?Jornal Brasileiro de Pneumologia - bimestral, é o principal órgão de divulgação científica da pneumologia brasileira. &lt;br /&gt;
?Boletim: bimestral, divulgador das atividades científicas nacionais e internacionais, de notícias diversas e da política da SBPT. &lt;br /&gt;
?Programa de Educação Continuada (PEC) - esse é um programa de atualização oferecido pela SBPT e que leva informações, atualização e discussão dos diferentes temas da especialidade àqueles locais com carência de atividades científicas regulares. &lt;br /&gt;
?Cursos de Espirometria (Básico e Avançado) e de Imagem - são cursos de de atualização oferecidos pela SBPT e realizados em diferentes cidades do nosso país, durante todo o ano. &lt;br /&gt;
?Curso Nacional de Atualização em Pneumologia - alternando a cada ano entre Rio e São Paulo é um curso já tradicional e cada ano que passa a procura por ele é maior. &lt;br /&gt;
?Cursos de Câncer do Pulmão, Infecções Respiratórias, Doença Intersticial Pulmonar - são cursos regulares de atualização, específica de cada área, realizado a cada dois anos. &lt;br /&gt;
?CD-ROM - 2 temas anuais, com temas controversos e com discussão aprofundada, distribuídos por todos os associados. &lt;br /&gt;
?Congresso Brasileiro de Pneumologia - é a atividade científica de maior densidade e de maior importância da SBPT. Realiza-se a cada dois anos, nos anos pares, com extensa atividade científica e grande participação de convidados internacionais. &lt;br /&gt;
?Congresso Brasileiro de Asma, DPOC e Tabagismo - também realizados a cada dois anos, nos anos ímpares. &lt;br /&gt;
Todas essas atividades científicas contam pontos para a Revalidação do Título de Especialista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Diretoria da SBPT é eleita a cada dois anos, durante o Congresso Brasileiro, através de eleição realizada durante a Assembléia Geral. Atualmente conta com aproximadamente 3.000 associados, atuantes em todos os Estados e Territórios do país. Existem 23 Sociedades Regionais da especialidade afiliadas a SBPT.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A SBPT desenvolve atualmente diversos projetos em parceria com o Ministério da Saúde, com a AMB e CFM e também com as diferentes sociedades estrangeiras da especialidade: ALAT, ATS, ERS, ACCP e APRS.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
PNEUMOLOGIA PEDIÁTRICA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Convênio Sociedade Brasileira de Pneumologia e Tisiologia/Sociedade Brasileira de Pediatria&lt;br /&gt;
REQUISITOS: TEAMB em Pediatria&lt;br /&gt;
TEAMB em Pneumologia</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Nutrologia Pediátrica</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/107-Nutrologia-Pediatrica.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Pediatria/Associação Brasileira de Nutrologia&lt;br /&gt;
		Site: http://www.abran.org.br/&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		Atualmente com 3.200 médicos afiliados, 1.053 dos quais com especialização em Nutrologia, a Associação Brasileira de Nutrologia (ABRAN) é uma entidade sem fins lucrativos, criada em 1973 no Rio de Janeiro pelos médicos Prof. Dr. José Evangelista (in memorian) e sua esposa, Dra. Clara Sambaquy Evangelista.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Nutrologia foi oficialmente reconhecida como especialidade médica pelo Conselho Federal de Medicina (CFM), pela Associação Médica Brasileira (AMB) e pelo Conselho Nacional de Residência Médica (CNRM) em 1978. Atualmente o curso de pós-graduação (residência médica) na especialidade é oferecido em duas grandes instituições brasileiras de ensino: Universidade de São Paulo - USP (Ribeirão Preto) e Universidade Federal do Rio de Janeiro . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A ABRAN concede Título de Especialista em Nutrologia a médicos , através de concurso normatizado e reconhecido pela Associação Médica Brasileira e pelo Conselho Federal de Medicina. As provas para obtenção de título, geralmente, são realizadas durante Eventos Científicos promovidos pela entidade e o edital é publicado no site da Abran.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Associação Brasileira de Nutrologia, (ABRAN) também promove projetos técnico-científicos em parceria com a indústria farmacêutica alicerçados, sobretudo, na área de Nutrologia. Nesse contexto inclui-se o projeto Selo ABRAN. Para incrementar o intercâmbio entre afiliados e público interessado em Nutrologia, a ABRAN mantém o BBN - Boletim Brasileiro de Nutrologia, informativo bimestral com tiragem de 15 mil exemplares, distribuído, inclusive, em hospitais e clínicas de saúde e a Revista de Nutrologia (International Journal of Nutrology).&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Além desses, estão em franco processo de amadurecimento e posterior implantação, os projetos de Pós-Graduação em Nutrologia, Projeto de Educação Continuada em Nutrologia, Projeto de Ensino da Nutrologia em Faculdades de Medicina, entre outros.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Este amplo conjunto de iniciativas reflete, claramente, o firme propósito no qual se apóia a ABRAN: o de contribuir para o fortalecimento da Nutrologia como ciência médica e, desta forma, também contribuir para melhorar a vida das pessoas, disseminando o conhecimento científico sobre o fundamental papel dos alimentos para a conquista da saúde e do bem estar. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NUTROLOGIA PEDIÁTRICA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Convênio Sociedade Brasileira de Pediatria/Associação Brasileira de Nutrologia&lt;br /&gt;
REQUISITOS: TEAMB em Nutrologia&lt;br /&gt;
TEAMB em Pediatria</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item><item><author>Cadastro Nacional Médico - Info</author><category>Convênios</category><title>Nutrição Parenteral e Enteral Pediátrica</title><link>http://www.cadastronacionalmedico.org/especialidade/106-Nutricao-Parenteral-e-Enteral-Pediatrica.htm</link><description>Sociedade: Sociedade Brasileira de Pediatria/Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral&lt;br /&gt;
		Site: http://www.sbp.com.br&lt;br /&gt;
		&lt;br /&gt;
		A História da Sociedade Brasileira de Pediatria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Fernandes Figueira foi o idealizador e primeiro presidente da Sociedade Brasileira de Pediatria, criando uma associação científica para se dedicar ao estudo dos problemas e patologias infantis ocupando uma lacuna de atividades pediátricas no Brasil. Assim, foi fundada, em 27 de julho de 1910, a Sociedade Brasileira de Pediatria. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reunindo-se inicialmente na Academia Nacional de Medicina, fixou sede na Sociedade de Medicina e Cirurgia em 1929, onde funcionou por muitos anos. Em 1960 foi inaugurada a primeira sede própria, à Av. Franklin Roosevelt, 33. A sede foi transferida para Botafogo (1979) e para Copacabana em 1995, sede atual. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Até 1951 a SBP era uma sociedade eminentemente local, quase carioca, uma vez que, por exigência estrutural, seus associados efetivos eram domiciliados no Distrito Federal ou em municípios limítrofes. À época de sua fundação, contava com 67 associados, número ampliado em 1940 para 87. Sua nacionalização ocorreu em 1951 na gestão de José Magalhães Carvalho, após extensas discussões durante a 1a Jornada de Puericultura e Pediatria (realizada em 1947) e consistiu na filiação das Sociedades e Departamentos Estaduais de Pediatria. Maior óbice foi vencido por Carlos Prado ao conseguir a aquiescência da Associação Paulista de Medicina para que seu Departamento de Pediatria se filiasse à SBP. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Reunidos pela primeira vez em 1980, os presidentes de todas as filiadas conseguiram reformar o Estatuto da Sociedade fazendo face ao seu crescimento e a necessidade de transformá-la numa verdadeira empresa, para realizar com eficiência as tarefas cada vez mais complexas que os pediatras e a sociedade moderna demandam. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O número de associados efetivos cresceu rapidamente: 1.600 em 1960, 4.905 em 1974, e hoje já conta com aproximadamente 25.000 associados de acordo com o cadastro. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Muitos são, ainda, os desafios a enfrentar, mas formada por milhares de pediatras a Sociedade Brasileira de Pediatria haverá de contribuir ainda mais para a melhoria dos serviços médicos prestados às crianças e adolescentes do Brasil e da qualidade de informação dirigida ao aprimoramento profissional dos pediatras brasileiros.&lt;br /&gt;
 &lt;br /&gt;
O medalhão ao lado serviu como inspiração para o símbolo da Sociedade Brasileira de Pediatria em 1936 e pode ser visto no pórtico do “Spedale degli Innocenti” em Florença, onde encontram-se vários medalhões de terracota esmaltada, obra de Andrea della Robia (1437-1528). Dentro de cada um salienta-se um menino enrolado por coberturas e faixas: o fundo radiado é azul, o menino branco e as faixas e coberturas cor de barro vermelho escuro; uma réplica encontra-se no Museu Belas Artes - RJ. Representam o “Jesus Menino” com seu olhar suplicante pelas crianças abandonadas e estão enfaixados por ter sido costume na antigüidade enfaixar crianças pequenas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Símbolo semelhante cópia de outro menino de della Robia foi adotado pela “American Academy of Pediatrics” em 1930. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O emblema da SBP foi alterado em 1957 e posteriormente em 1968 o qual foi usado até o momento. (fonte: História da Pediatria Brasileira) &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
A Sociedade Brasileira de Pediatria dentro de um projeto de rejuvenescimento da sua marca, renovou sua identidade visual preservando a simbologia do emblema. Procuramos a reorganização do espaço usando um traço mais elegante e dinâmico que se adapta à nova realidade que a SBP vive hoje: o resultado pode ser conferido nas outras páginas. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico do Jornal de Pediatria&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Numerosas publicações de Fernandes Figueira e seus discípulos foram divulgadas em diferentes veículos de comunicação médica até a criação por Álvaro Reis em 1923 do órgão oficial da Sociedade - a &quot;Revista Brasileira de Pediatria&quot;. &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Em outubro de 1928 o Dr. Américo Augusto junto com o Professor Olinto Oliveira - como Diretor Científico, fundaram a revista mensal de clínica, higiene infantil e puericultura - os &quot;Arquivos da Pediatria&quot; . &lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
O atual &quot;Jornal de Pediatria&quot;, assim denominado a partir do nono fascículo do mensário &quot;A Pediatria&quot; fundado em 1934, pelo bom conteúdo de seus artigos, constitui-se em verdadeiro roteiro histórico para os que desejam avaliar os progressos da Pediatria Brasileira.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Histórico dos eventos científicos&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&quot;Visando a congregar em uma verdadeira família aqueles que se dedicam à Pediatria&quot;, nas palavras do seu inesquecível presidente Álvaro Aguiar, a SBP crescia também no padrão de qualidade das atividades que desenvolvia. Da primeira Conferência Nacional de Proteção e Assistência à Infância realizada em 1933 à Primeira Jornada Brasileira de Puericultura e Pediatria, em 1951, até os Congressos Brasileiros de Pediatria (denominação dada em 1965), o conteúdo científico desses eventos atingiu nível internacional. Os cursos Pré-Congresso, instituídos em 1960, são muito concorridos por seu alto valor informativo para os diversos campos da Pediatria.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Sociedade Brasileira de Nutrição&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
Parenteral e Enteral, fundada em 1975, possui caráter multidisciplinar (médicos, nutricionistas, enfermeiros, farmacêuticos e estudantes). Atua institucionalmente na área de nutrição clínica, enteral e parenteral. Desenvolve ações de defesa profissional, educação e atuação em nutrição. Com cursos de atualização e formação, realiza congressos nacionais, estando presente nas diversas regiôes do país, chamando atenção para os problemas que envolvem os doentes desnutridos, nosso relacionamento com centros mais desenvolvidos ganhou reconhecimento internacional junto aos países latino-americanos e europeus. O crescimento progressivo do número de membros e participantes mostra que estamos no caminho certo. Hoje, podemos atuar em todos os níveis de equipe de saúde com um excelente programa educacional, preservando a importância da Terapia Nutricional.&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
&lt;br /&gt;
NUTRIÇÃO PARENTERAL E ENTERAL PEDIÁTRICA&lt;br /&gt;
AMB: Concurso Convênio Sociedade Brasileira de Pediatria/Sociedade Brasileira de Nutrição Parenteral e Enteral&lt;br /&gt;
REQUISITOS: TEAMB em Nutrologia&lt;br /&gt;
TEAMB em Pediatria</description><pubDate>,     -0300</pubDate></item></channel>
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